{"id":530,"date":"2022-07-06T09:00:00","date_gmt":"2022-07-06T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=530"},"modified":"2022-06-10T20:35:55","modified_gmt":"2022-06-10T20:35:55","slug":"formacao-de-professores-para-atuar-no-eja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/formacao-de-professores-para-atuar-no-eja\/","title":{"rendered":"Forma\u00e7\u00e3o de professores para atuar no EJA"},"content":{"rendered":"\n<p>A forma\u00e7\u00e3o de professores para a atuar na Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos precisa objetivar a consci\u00eancia de fatores sociais que provocam a exclus\u00e3o e a evas\u00e3o escolar. A partir dessa consci\u00eancia o profissional precisa trabalhar com recursos e ferramentas que incentive os alunos a permanecerem na continuidade de suas forma\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, os professores que atuar\u00e3o no EJA precisam formar uma consci\u00eancia hist\u00f3rica sobre os fatores sociais que causam a evas\u00e3o escolar e trabalhar em uma \u00f3tica de forma\u00e7\u00e3o intelectual dos indiv\u00edduos.<\/p>\n\n\n\n<p>O EJA foi consolidado a partir de estudos de Paulo Freire e com o movimento de educa\u00e7\u00e3o popular que tinha como eixo principal a utiliza\u00e7\u00e3o do saber comunit\u00e1rio, ou seja, aprender a partir dos conhecimentos pr\u00e9vios dos sujeitos de uma comunidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido, os principais fundamentos do EJA foram criados a partir das formula\u00e7\u00f5es de Paulo Freire e da Educa\u00e7\u00e3o Popular.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Breve hist\u00f3ria da educa\u00e7\u00e3o para Jovens e Adultos<\/h2>\n\n\n\n<p>O ensino para a alfabetiza\u00e7\u00e3o no Brasil teve presen\u00e7a hist\u00f3rica em v\u00e1rios cen\u00e1rios e atendendo a diversos prop\u00f3sitos. Portanto as primeiras incurs\u00f5es alfabetizadoras foram feitas pelos jesu\u00edtas a fim de catequizar os povos origin\u00e1rios, em pleno Brasil Colonial.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, o primeiro prop\u00f3sito dessa a\u00e7\u00e3o de alfabetiza\u00e7\u00e3o era religioso e colonialista. Posteriormente o Brasil caiu em um vazio de ensino institucional at\u00e9 o s\u00e9culo XIX, quando na chegada da fam\u00edlia Real ao Brasil em 1808 o ensino passa a ser pautado novamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, nessa \u00e9poca o ensino servia a industrializa\u00e7\u00e3o e urbaniza\u00e7\u00e3o, portanto o vi\u00e9s era mais de treinamento e adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 futura ordem do capitalismo industrial.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Posteriormente, na metade para o final do s\u00e9culo XIX a aprendizagem para adultos tomou novo f\u00f4lego com a funda\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias escolas noturnas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda com inten\u00e7\u00f5es tecnicistas de ensino, no s\u00e9culo XX, o ensino obrigat\u00f3rio e gratuito para crian\u00e7as e adultos foi institu\u00eddo na constitui\u00e7\u00e3o em 1934.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir dessa oficializa\u00e7\u00e3o do ensino, a d\u00e9cada de 40 foi muito prof\u00edcua com a cria\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias iniciativas pol\u00edticas e pedag\u00f3gicas como:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>FNEP: Fundo nacional de Ensino prim\u00e1rio<\/li><li>INEP: Instituto Nacional de Ensino prim\u00e1rio<\/li><li>CEAA: Campanha de Educa\u00e7\u00e3o de Adolescente e Adultos<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>No entanto, a d\u00e9cada de 60 foi o auge das preocupa\u00e7\u00f5es educacionais para adultos em uma \u00f3tica separada do tecnicismo capitalista,com o II congresso nacional de Adultos, que contou com a participa\u00e7\u00e3o de Paulo Freire.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta \u00e9poca, Paulo Freire prop\u00f4s uma educa\u00e7\u00e3o de adultos com a possibilidade de intera\u00e7\u00e3o com o meio social e pol\u00edtico.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, essas ideias foram engavetadas por causa do Golpe Militar e o ex\u00edlio de Paulo Freire, e o Brasil caiu em outro vazio institucional do ensino para jovens e adultos.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, em 1988 com a nova constitui\u00e7\u00e3o, a educa\u00e7\u00e3o de jovens e adultos passou a ser um direito p\u00fablico garantido em forma de supletivo.<\/p>\n\n\n\n<p>A d\u00e9cada de 90 foi palco para v\u00e1rias discuss\u00f5es em torno da educa\u00e7\u00e3o para jovens e adultos, algumas tem\u00e1ticas mais abordadas foram:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Educa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o como ferramenta de desenvolvimento<\/li><li>Alfabetiza\u00e7\u00e3o como garantia do direito \u00e0 liberdade de express\u00e3o<\/li><li>Comunica\u00e7\u00e3o social de forma igualit\u00e1ria<\/li><li>Intera\u00e7\u00e3o dos indiv\u00edduos com o meio social<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Vale lembrar que a Lei de Diretrizes e Bases da Educa\u00e7\u00e3o Nacional (LDB) 9394 de 1996 consolidou o atual nome \u201cEduca\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos\u201d (EJA).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 1996 essa modalidade educativa era chamada de educa\u00e7\u00e3o de adultos. Por\u00e9m, com a quantidade de jovens que se encontravam exclu\u00eddos do direito \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, esses passaram a ser objetivos deste programa.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual o papel do Professor do EJA?<\/h2>\n\n\n\n<p>Diante desse cen\u00e1rio panor\u00e2mico e hist\u00f3rico que vimos at\u00e9 aqui, podemos constatar que a inten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica do ensino para jovens e adultos \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo respeitando e levando em conta a sua subjetividade e seus conhecimentos pr\u00e9vios.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta inten\u00e7\u00e3o objetiva a forma\u00e7\u00e3o completa do indiv\u00edduo e \u00e9 contr\u00e1ria ao treinamento oferecido para adequar este indiv\u00edduo a um ordem externa, seja religiosa ou econ\u00f4mica, como vimos na educa\u00e7\u00e3o colonial e do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, o EJA segue o ide\u00e1rio proposto por Paulo Freire circunscrito na a\u00e7\u00e3o-reflex\u00e3o, conceito b\u00e1sico de sua obra.<\/p>\n\n\n\n<p>A a\u00e7\u00e3o-reflex\u00e3o vai possibilitar a constitui\u00e7\u00e3o de uma sociedade de sujeitos cr\u00edticos que atuem em favor da transforma\u00e7\u00e3o social engajados em sua cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste novo cen\u00e1rio proposto inicialmente por Paulo Freire e posteriormente discutido nas d\u00e9cadas de 80 e 90, cabe ao professor estimular os alunos a reconhecerem na educa\u00e7\u00e3o uma ferramenta para a liberdade.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, os professores do EJA precisam possibilitar a consci\u00eancia da educa\u00e7\u00e3o como ferramenta do desenvolvimento intelectual e aquisi\u00e7\u00e3o de mecanismos de interpreta\u00e7\u00e3o e representa\u00e7\u00e3o da realidade e historicidade de cada um.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Forma\u00e7\u00e3o dos educadores do EJA<\/h2>\n\n\n\n<p>A forma\u00e7\u00e3o dos educadores do EJA \u00e9 um assunto que se mant\u00e9m ainda em meio a muitos debates e discuss\u00f5es. No entanto, podemos vislumbrar alguns eixos de concord\u00e2ncia em meio de um terreno ainda um pouco inst\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;1-EJA e a educa\u00e7\u00e3o infantil<\/h3>\n\n\n\n<p>A primeira ideia que \u00e9 convergente sobre a forma\u00e7\u00e3o de professores \u00e9 o rompimento com a aplica\u00e7\u00e3o de concep\u00e7\u00f5es da educa\u00e7\u00e3o infantil no EJA.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, j\u00e1 no I congresso nacional de Educa\u00e7\u00e3o de Adultos, realizado em 1947 j\u00e1 se recomendava uma prepara\u00e7\u00e3o mais apropriada para o trabalho com adultos.<\/p>\n\n\n\n<p>Posteriormente, em 1958 no II Congresso \u00e0s cr\u00edticas a aus\u00eancia de uma forma\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para essa atua\u00e7\u00e3o e a falta de m\u00e9todos se tornaram mais agudas.<\/p>\n\n\n\n<p>Estas cr\u00edticas recaiam principalmente sobre o fato que o sistema educativo organizado para adulto reproduzia as mesmas caracter\u00edsticas da educa\u00e7\u00e3o infantil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O conte\u00fado direcionado a esse p\u00fablico era um conte\u00fado formal das escolas prim\u00e1rias, tomava o adulto como um ignorante, sem levar em conta a sua viv\u00eancia cultural e profissional,&nbsp; Estes princ\u00edpios alimentavam o preconceito com o analfabeto.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">2- EJA e o conhecimento pr\u00e9vio dos alunos<\/h3>\n\n\n\n<p>Tomando as concep\u00e7\u00f5es de Paulo Freire onde esse autor critica a \u201cEduca\u00e7\u00e3o Banc\u00e1ria\u201d &#8211; formato educativo que v\u00ea o aluno sem nenhum conhecimento v\u00e1lido &#8211; a segunda ideia formadora da ess\u00eancia do EJA s\u00e3o os conhecimentos e experi\u00eancias do aluno.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta concep\u00e7\u00e3o est\u00e1 tamb\u00e9m na Declara\u00e7\u00e3o de Hamburgo sobre educa\u00e7\u00e3o de adultos da UNESCO em 2004. Este documento aponta que a educa\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para adultos precisa englobar e incluir a educa\u00e7\u00e3o formal, informal e n\u00e3o formal.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido, essa educa\u00e7\u00e3o precisa levar em conta as habilidades que os indiv\u00edduos desenvolveram e que em um contexto informal adquiriram qualifica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e profissionais. Assim, os estudos pr\u00e1ticos e te\u00f3ricos praticados incidentalmente em uma sociedade multicultural devem ser reconhecidos.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir dessa concep\u00e7\u00e3o nasce a necessidade de uma forma\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para os professores do EJA. Esta forma\u00e7\u00e3o \u00e9 salientada pelo Parecer CEB\/CNE em 2.000 e aponta que essa educa\u00e7\u00e3o precisa privilegiar uma rela\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica em que as experi\u00eancias vitais dos sujeitos n\u00e3o podem ser ignoradas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, os professores do EJA precisam ter o conhecimento pedag\u00f3gico, filos\u00f3fico e sociol\u00f3gico somados \u00e0s experi\u00eancias e conhecimentos pr\u00e9vios dos educandos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fundamenta\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas para os professores do EJA<\/h2>\n\n\n\n<p>Vimos at\u00e9 aqui que o EJA \u00e9 um campo muito discutido e possuiu e ainda possui muitas dificuldades em se firmar como uma \u00e1rea espec\u00edfica na educa\u00e7\u00e3o. Ou seja, as propostas do EJA precisam ter uma identidade pr\u00f3pria se diferenciando das propostas da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e regular voltada para crian\u00e7as e adolescentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido, na forma\u00e7\u00e3o dos professores do EJA est\u00e1 um vasto leque de contribui\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas que perpassam v\u00e1rias \u00e1reas do conhecimento como sociologia, antropologia, hist\u00f3ria, filosofia, pol\u00edtica, sociologia, linguagem e pedagogia.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, para termos uma ideia mais focada no \u00e2mbito desse artigo \u00e9 necess\u00e1rio apontar para a filosofia da educa\u00e7\u00e3o e inicialmente o autor que se destaca nessa \u00e1rea \u00e9 Paulo Freire.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido, na base da forma\u00e7\u00e3o do educador que ir\u00e1 atuar no EJA deve estar a vis\u00e3o cr\u00edtica em rela\u00e7\u00e3o a educa\u00e7\u00e3o tecnicista. Assim, esse educador precisa evitar o ato de educar de forma antidial\u00f3gica e vertical vendo o aluno como um ente passivo sem nada para oferecer enquanto indiv\u00edduo hist\u00f3rico e cultural.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, precisa plantar a criticidade e a autonomia dos alunos fazendo com que eles&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>percebam como est\u00e3o inseridos no mundo de maneira cr\u00edtica e hist\u00f3rica.<\/p>\n\n\n\n<p>No campo da psicologia da educa\u00e7\u00e3o os nomes mais importantes s\u00e3o Em\u00edlia Ferreiro e Vygotsky, principalmente no trabalho sobre subjetividades e intersubjetividades.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, existem muitas linhas te\u00f3ricas que v\u00e3o de encontro com a principal ideia de valorizar o conhecimento, a subjetividade, a identidade e a cultura dos alunos do EJA, fazendo com que esse ensino seja uma constru\u00e7\u00e3o que correlaciona professores e alunos na busca do conhecimento.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A forma\u00e7\u00e3o de professores para a atuar na Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos precisa objetivar a consci\u00eancia de fatores sociais que provocam a exclus\u00e3o e a evas\u00e3o escolar. 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