{"id":379,"date":"2021-06-09T00:01:00","date_gmt":"2021-06-09T00:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=379"},"modified":"2021-06-22T20:28:42","modified_gmt":"2021-06-22T20:28:42","slug":"musica-como-suporte-inclusivo-e-metodologia-de-projetos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/musica-como-suporte-inclusivo-e-metodologia-de-projetos\/","title":{"rendered":"M\u00fasica como suporte inclusivo e metodologia de projetos"},"content":{"rendered":"\n<p>A m\u00fasica pode contribuir no processo de inclus\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<p>Para responder a esta quest\u00e3o, este texto se constr\u00f3i sobre as demonstra\u00e7\u00f5es de possibilidades da m\u00fasica como instrumento inclusivo. Para este objetivo o presente artigo descreve uma oficina de m\u00fasica, que este pesquisador realizou no Projeto Tecer, &nbsp;um espa\u00e7o terap\u00eautico sediado no Instituto de Psicologia da USP, ligado ao Laborat\u00f3rio de Estudos e Pesquisas Psicanal\u00edticas da Psicose na Inf\u00e2ncia &#8211; LEPPPI, coordenado pela Profa. Dra. Jussara Falek Brauer, com apoio da FAPESP.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Projeto Tecer foi desenvolvido at\u00e9 o ano de 2007, e ofereceu atendimento cl\u00ednico individual \u00e0s crian\u00e7as nele inscritas e, tamb\u00e9m, atendimento anal\u00edtico \u00e0s suas m\u00e3es. Al\u00e9m destes atendimentos, e para propiciar a inclus\u00e3o social e escolar de seus pacientes, constava, como um dos objetivos do projeto, o oferecimento de atividades musicais realizadas em grupo, a partir da hip\u00f3tese da autora de que esse tipo de atividade poderia contribuir para o desenvolvimento da socializa\u00e7\u00e3o de seus pacientes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para a descri\u00e7\u00e3o deste projeto pedag\u00f3gico come\u00e7arei pelas caracter\u00edsticas da oficina de m\u00fasica em um espa\u00e7o terap\u00eautico, dividida em sua abordagem e metodologia de pesquisa. Em segundo enfoque, passarei para os f\u00f3runs realizados sobre inclus\u00e3o, suas leis subsequentes implantadas no Brasil e as especificidades da inclus\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Oficina de m\u00fasica no Projeto Tecer<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>. Este projeto investia na constru\u00e7\u00e3o de um espa\u00e7o de conviv\u00eancia com crian\u00e7as e jovens portadores de dist\u00farbios graves. A sua principal meta era a inser\u00e7\u00e3o destes jovens na cultura e na sociedade, para a sua recupera\u00e7\u00e3o. Oferecia atendimento cl\u00ednico individual, acompanhado e sustentado por uma escuta anal\u00edtica dos pacientes e seus familiares. Al\u00e9m disso, havia um trabalho de acabamento terap\u00eautico, incluindo oficinas pedag\u00f3gicas e atividades de m\u00fasica, onde se inclu\u00eda a presente pesquisa e interven\u00e7\u00e3o. Um aspecto importante deste projeto era sua inten\u00e7\u00e3o de possibilitar aos pacientes que atendia uma inclus\u00e3o ativa, fazendo-os despertar para um desejo de se incluir, e n\u00e3o, apenas, inclu\u00ed-los a partir de procedimentos de car\u00e1ter assistencial (GUIMAR\u00c3ES P) Para tal objetivos era preciso atividades que despertassem nestes jovens e crian\u00e7as o desejo da participarem de atividades construtivas e socializadas. Neste sentido, a m\u00fasica como atividade simb\u00f3lica de inser\u00e7\u00e3o social, contribui para a inclus\u00e3o destas crian\u00e7as nas escolas regulares, por trazer um ambiente de socializa\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica coletiva expressa em um trabalho de projeto did\u00e1tico.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes de adentrar na descri\u00e7\u00e3o da oficina de m\u00fasica, \u00e9 importante salientar que a linguagem musical, quando trabalhada no n\u00edvel da musicaliza\u00e7\u00e3o, ou seja, no processo de vivencia sonora, ela \u00e9 focada para o som como fen\u00f4meno f\u00edsico. Neste sentido, o som \u00e9 dividido em seus par\u00e2metros de varia\u00e7\u00e3o como dura\u00e7\u00e3o, altura, intensidade e timbre para ser trabalhado experimentalmente, fornecendo um laborat\u00f3rio criativo.<\/p>\n\n\n\n<p>A oficina contou com sete crian\u00e7as e jovens de idades que variavam entre nove e dezessete anos, que eram atendidos neste espa\u00e7o, eles apresentavam grandes dificuldades na fala e socializa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o tinham o h\u00e1bito de estruturarem brincadeiras e de manter uma conversa\u00e7\u00e3o, fatos que dificultaram muito o planejamento das atividades, pois seguidas vezes precisou-se ajustar, modificar e at\u00e9 descartar muitos planos de aula. Estas modifica\u00e7\u00f5es n\u00e3o decorreram somente das dificuldades apresentadas pelos participantes, mais tamb\u00e9m de suas instabilidades emocionais. A instabilidade observada poderia ser decorrente da v\u00e1rios fatores, como conflitos familiares, efeitos de medicamentos e altera\u00e7\u00f5es de estados ps\u00edquicos e, quando ocorria em meio \u00e1 aula, trazia muitas varia\u00e7\u00f5es na disposi\u00e7\u00e3o dos alunos em rela\u00e7\u00e3o \u00e1s aulas. Para se adequar a esta clientela, a proposta pedag\u00f3gica precisou se desenvolver por procedimentos did\u00e1ticos mais abertos do que os usuais. Metodologicamente, havia um problema a ser enfrentado: como lidar com tantas vari\u00e1veis na condu\u00e7\u00e3o das aulas.<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira ideia que se originou desta primeira observa\u00e7\u00e3o e contato foi trabalhar com o conte\u00fado musical e sonoro de maneira bastante l\u00fadica provocando situa\u00e7\u00f5es de mais proximidade entre todos. Outra foi utilizar materiais que possibilitassem uma visualiza\u00e7\u00e3o dos par\u00e2metros sonoros como barbantes pintados, pap\u00e9is coloridos que serviam para a codifica\u00e7\u00e3o e decodifica\u00e7\u00e3o dos sons e tamb\u00e9m para demarcar um espa\u00e7o l\u00fadico. Esta proposta inclu\u00eda a participa\u00e7\u00e3o de todos na confec\u00e7\u00e3o destes suportes, buscando momentos mais socializados e integrados \u00e1 atividade de m\u00fasica. Com esta ideia desenvolveu-se jogos e brincadeiras interativas que contribu\u00edram para formar um grupo mais conciso do que se apresentara antes destas estrutura\u00e7\u00f5es. Outra ideia que foi determinante para tornar estes jovens, formadores de cultura e integrantes de uma pequena sociedade, foi envolv\u00ea-los em um projeto que inclu\u00eda cria\u00e7\u00e3o sonora, percep\u00e7\u00e3o, improvisa\u00e7\u00e3o, coleta e confec\u00e7\u00e3o de objetos sonoros. O tema e objetivo deste projeto era compor e confeccionar uma partitura sobre a \u201cviajem de um trem\u201d. Este tema possibilitava bastante espa\u00e7o para rela\u00e7\u00f5es simb\u00f3licas: viajem como uma trajet\u00f3ria ou processo; trem como um ve\u00edculo que une pessoas na viajem e liga diferentes lugares. O barbante que foi o objeto trabalhado desde o come\u00e7o das aulas, tomou corpo em sua fun\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica, representava agora a linha de um trem o que tamb\u00e9m criava uma met\u00e1fora de rela\u00e7\u00e3o uni\u00e3o entre todos, amarra\u00e7\u00e3o entre cada aula. O produto deste projeto foi uma grava\u00e7\u00e3o sonora com os sons compostos pelos alunos e uma partitura que trazia os desenhos dos participantes interligados por linha de l\u00e3. Esta partitura n\u00e3o indicava sons exatos e sim determinava um sentido para os sons improvisados. Nesta fase das oficinas produto e processo eram unificados, pois cada processo direcionado para a produ\u00e7\u00e3o do objetivo principal gerava uma s\u00e9rie de produtos positivos nas situa\u00e7\u00f5es de aula, como, o fato dos alunos se ajudarem no processo, o envolvimento com o objetivo, e colocava um sentido em todo \u201cfazer\u201d, o que contribuiu para transformar o dia-dia destes jovens e crian\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>F\u00f3runs de apoio \u00e0 inclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A inclus\u00e3o de crian\u00e7as portadoras de diferen\u00e7as, f\u00edsicas, sociais e cognitivas se processou nas escolas regulares por meio da passagem do modelo m\u00e9dico de integra\u00e7\u00e3o para o modelo social de inclus\u00e3o. As bases deste novo paradigma social foram se constituindo por meio de f\u00f3runs mundiais que se realizaram no final do s\u00e9culo XX.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Alguns dos principais f\u00f3runs realizados em prol da inclus\u00e3o escolar e social de jovens e crian\u00e7as portadores de necessidades especiais foram: \u201cA Conferencia Mundial de Educa\u00e7\u00e3o para Todos\u201d, realizada em Jontien, na Tail\u00e2ndia (1993); 16 a \u201cDeclara\u00e7\u00e3o de Salamanca\u201d, na Espanha (1994); e o projeto aprovado pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, pela Resolu\u00e7\u00e3o n.45\/91, definindo que, de 1991 at\u00e9 2010, o conceito de inclus\u00e3o seria implementado em toda a sociedade, no mundo inteiro.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Leis sobre a inclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Diante desse apelo e desafio mundial ser\u00e1 preciso investigar de que modo estas perspectivas mundiais influenciaram e contribu\u00edram para a cria\u00e7\u00e3o de leis e planos educacionais no Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido foram estudados alguns objetivos e diretrizes das seguintes leis que embasam a inclus\u00e3o de crian\u00e7as com necessidades especiais: O Estatuto da Crian\u00e7a e Adolescente (ECA); as Leis Federais n. 8069\/90, em seus artigos 53 a 54; e a Lei de Diretrizes e Bases (LDBEN) no. 9394\/96 \u2013 em seus artigos 4, 58, 59 e 60, que reafirmam a garantia constitucional do direito a educa\u00e7\u00e3o para pessoas com defici\u00eancia. O Plano Nacional de Educa\u00e7\u00e3o (lei Federal n. 10.172\/2001) reconhece como diretriz constitucional (art.208. III) a integra\u00e7\u00e3o das pessoas com defici\u00eancia na rede regular de ensino e prop\u00f5e uma escola integrada, inclusiva e aberta \u00e0 diversidade dos alunos. Este plano d\u00e1 diretrizes para a implanta\u00e7\u00e3o de um modelo nacional em todos os n\u00edveis, nas escolas brasileiras. As recomenda\u00e7\u00f5es contidas nessas leis abrem espa\u00e7os para a elabora\u00e7\u00e3o de projetos ligados \u00e0s \u00e1reas da sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o, voltadas, agora, \u00e0 inclus\u00e3o de crian\u00e7as portadoras de necessidades especiais das mais diversas etiologias, no meio escolar. O Decreto Lei n.3.298, de 20 de dezembro de 1999, estabelece uma pol\u00edtica nacional para a integra\u00e7\u00e3o da pessoa portadora de defici\u00eancia, compreendendo o conjunto de orienta\u00e7\u00f5es normativas, que t\u00eam como objetivo assegurar o pleno exerc\u00edcio dos direitos individuais e sociais das pessoas portadoras de defici\u00eancia (in BRAUER, 2003, p.178). Com o exame da legisla\u00e7\u00e3o recente brasileira a respeito da inclus\u00e3o, percebe-se a import\u00e2ncia e atualidade dos estudos que contemplam os procedimentos inclusivos, entre os quais o apresentado nesta pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Especificidade da inclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Neste ponto, o fio da pesquisa tomou um rumo espec\u00edfico, direcionando-se para a quest\u00e3o da possibilidade de contribui\u00e7\u00e3o da m\u00fasica no processo de inclus\u00e3o de crian\u00e7as e jovens que apresentam dist\u00farbios graves na inf\u00e2ncia, incluindo-se nesta categoria o autismo e a psicose infantil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na descri\u00e7\u00e3o de Maria Kupfer, diretora do \u201cLugar de Vida\u201d (Escola de Educa\u00e7\u00e3o Infantil de cunho terap\u00eautico ligada ao Instituto de Psicologia da USP), as pessoas que apresentam esse tipo de dist\u00farbio batem-se, mordem-se sem raz\u00e3o aparente, por vezes isolam-se em um canto, n\u00e3o conseguem manter uma conversa\u00e7\u00e3o, embora fa\u00e7am uma profus\u00e3o de perguntas sem esperar resposta, mas, vez por outra, surpreendem com demonstra\u00e7\u00e3o de intelig\u00eancia (1996, p.9). Estes indiv\u00edduos costumam apresentar grandes preju\u00edzos na fala e n\u00e3o t\u00eam o h\u00e1bito de estruturar brincadeiras. As dificuldades s\u00e3o muitas para o trabalho inclusivo com crian\u00e7as e jovens que apresentam este dist\u00farbio. Para a Dra. Jussara Brauer, tamb\u00e9m do Instituto de Psicologia da USP, o quadro de defici\u00eancia destas crian\u00e7as se deve a uma inibi\u00e7\u00e3o generalizada, e n\u00e3o a qualquer outro dist\u00farbio que impossibilite a sua supera\u00e7\u00e3o (2003 p.171). Na opini\u00e3o da autora, o trabalho cultural desenvolvido a partir de uma perspectiva inclusiva, envolvendo atividades como oficinas art\u00edsticas e pedag\u00f3gicas, muito contribui para que se apresentem mudan\u00e7as significativas no quadro de sintomas das crian\u00e7as e jovens que apresentam tais dist\u00farbios. Este tema revela um novo caminho que passa por este cen\u00e1rio inclusivo, e que pode contribuir decisivamente para a solu\u00e7\u00e3o do problema da exclus\u00e3o escolar e social de jovens que n\u00e3o se ajustam \u00e0s normas de comportamento e desenvolvimento escolar. Nesta linha espec\u00edfica de problema, existe a uni\u00e3o de diferentes setores envolvidos com pol\u00edticas publicas: a \u00e1rea da Sa\u00fade, representada pela Psicologia e pela Psican\u00e1lise, com sua atua\u00e7\u00e3o em projetos sociais, e a \u00e1rea da Educa\u00e7\u00e3o, ao defender o paradigma da inclus\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>BRAUER, J. F. Ensaios Sobre a Cl\u00ednica dos Dist\u00farbios Graves na Inf\u00e2ncia. S\u00e3o Paulo: Casa dos Psic\u00f3logos, 2003.<\/p>\n\n\n\n<p>KUPFER, M. C. Apresenta\u00e7\u00e3o da Pr\u00e9-escola Terap\u00eautica Lugar de Vida. Estilos da Cl\u00ednica, ano I, n.01, p.9-17, 2\u00ba sem.1996.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00a0KUPFER, M. C. Educa\u00e7\u00e3o Terap\u00eautica: O que a Psican\u00e1lise Deve Pedir a Educa\u00e7\u00e3o. Estilos da Cl\u00ednica, ano II, n.2, p.53-60, 1\u00ba sem. 1997.<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A m\u00fasica pode contribuir no processo de inclus\u00e3o? Para responder a esta quest\u00e3o, este texto se constr\u00f3i sobre as demonstra\u00e7\u00f5es de possibilidades da m\u00fasica como instrumento inclusivo. Para este objetivo o presente artigo descreve uma&hellip;<\/p>\n<p><a class=\"readmore\" href=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/musica-como-suporte-inclusivo-e-metodologia-de-projetos\/\">Read More<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-379","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-educacao-basica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/379"}],"collection":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=379"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/379\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":380,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/379\/revisions\/380"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=379"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=379"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=379"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}