{"id":376,"date":"2021-06-04T00:01:00","date_gmt":"2021-06-04T00:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=376"},"modified":"2021-06-22T20:28:42","modified_gmt":"2021-06-22T20:28:42","slug":"etica-e-o-cotidiano-escolar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/etica-e-o-cotidiano-escolar\/","title":{"rendered":"\u00c9tica e o Cotidiano Escolar"},"content":{"rendered":"\n<p>Este artigo se centraliza no conceito de \u00e9tica e sua pr\u00e1xis no \u00e2mbito escolar, aponta para as reformula\u00e7\u00f5es no cen\u00e1rio pedag\u00f3gico que foram demandadas por uma sociedade mais participativa que se constitui no final do S\u00e9culo XX.<\/p>\n\n\n\n<p>O final do s\u00e9culo XX no Brasil \u00e9 marcado pela redemocratiza\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a ditadura militar, este cen\u00e1rio vai influenciar as pr\u00e1ticas educacionais principalmente no que diz respeito a suas justificativas e objetivos.&nbsp; No sentido que, Justificativa e objetivo s\u00e3o categorias referidas pela \u00e9tica quando vislumbramos o valor (o para que), determinando a relev\u00e2ncia de determinada a\u00e7\u00e3o educacional e o sentido (o para onde), que determina o conjunto de objetivos prospectados nos referenciais educacionais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na perspectiva \u00e9tica, atribu\u00edda a qualquer pr\u00e1tica social ou profissional, ela pode ser \u201ccompreendida inicialmente como aquilo que vetoriza determinada a\u00e7\u00e3o, ao lhe ofertar uma origem e uma destina\u00e7\u00e3o espec\u00edfica\u201d (AQUINO, 2000, p.14).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na trajet\u00f3ria deste texto veremos como podemos definir \u00e9tica de uma maneira geral e dentro das a\u00e7\u00f5es educacionais passando por alguns autores. No intuito de entender, as modifica\u00e7\u00f5es e reformula\u00e7\u00f5es que ocorreram na escola, descritas em documentos de referencia, como os Par\u00e2metros Curriculares Nacionais. Secundando este tema, passaremos por v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es que nos cobram posicionamentos \u00e9ticos no contexto educacional, objetivando a discuss\u00e3o e a solu\u00e7\u00e3o de problemas decorrentes do cotidiano escolar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido, a partir do desenrolar do conceito de \u00e9tica veremos o subtema da autoridade e autonomia, onde se deposita regras \u00e9ticas de conviv\u00eancia que precisam ser legitimadas e subjetivadas pelos envolvidos no processo de ensino\/aprendizagem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O conceito de \u00e9tica&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Algumas Defini\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; \u201cCi\u00eancia que toma por objeto imediato os ju\u00edzos de aprecia\u00e7\u00e3o sobre os <strong>atos<\/strong> qualificados de bons ou maus\u201d. (Lalande, s\/d, p. 412)<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; \u201cConjunto de princ\u00edpios morais que se devem observar no <strong>exerc\u00edcio <\/strong>de uma profiss\u00e3o; deontologia\u201d (Michaelis, 1998, p. 908).<\/p>\n\n\n\n<p>Tanto na primeira defini\u00e7\u00e3o mais geral, como na segunda mais espec\u00edfica ao exerc\u00edcio profissional, existe uma rela\u00e7\u00e3o descrita nas palavras, ato e exerc\u00edcio: Nesta rela\u00e7\u00e3o podemos unificar a defini\u00e7\u00e3o de \u00e9tica partindo da a\u00e7\u00e3o de exercer ou operar para um determinado objetivo a servi\u00e7o de algo. Neste sentido a responsabilidade sobre determinada a\u00e7\u00e3o ou exerc\u00edcio \u00e9 julgada pela \u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;Neste sentido, come\u00e7aremos a compreender a \u00e9tica em conjunto com a responsabilidade, em uma an\u00e1lise geral sobre a sociedade contempor\u00e2nea para isso vamos lembrar as categorias inseridas em seu conceito \u2013 valor e sentido \u2013 para nos inteirarmos de tr\u00eas dimens\u00f5es do mundo globalizado, apontados por Milton Santos (2004): Momento fantasioso ou fabuloso gerido por mistifica\u00e7\u00f5es; o momento real e dr\u00e1stico; e o vislumbre do que precisaria ser mudado na pr\u00e1tica da \u00e9tica e responsabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A forma\u00e7\u00e3o de uma sociedade demanda uma s\u00e9rie de elementos que a identificar\u00e3o como tal. A \u00e9tica \u00e9 vista como um instrumento de equil\u00edbrio desta sociedade e se relaciona com outros elementos que a constituem. A transforma\u00e7\u00e3o da conduta de uma determinada sociedade depende da ado\u00e7\u00e3o de diferentes valores o que resultar\u00e1 em um mundo novo ou renovado.<\/p>\n\n\n\n<p>Podemos deduzir que a \u00e9tica e a responsabilidade possam ser elementos de um novo paradigma que expliquem melhor a realidade e o que \u00e9 feito sobre e a partir dela.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Existe um desgaste inquestion\u00e1vel no atual modelo civilizat\u00f3rio de globaliza\u00e7\u00e3o ou at\u00e9, seguindo o pensamento de Milton Santos (2004), na perversidade deste. Haja vista a insustentabilidade ecol\u00f3gica e social que permeia a realidade.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;Podemos vislumbrar as bases que sustentam esta globaliza\u00e7\u00e3o perversa em seu sentido conceitual e te\u00f3rico por meio da tr\u00edade elencada por Milton Santos, ou seja, O mundo como percebemos \u201cglobaliza\u00e7\u00e3o como F\u00e1bula\u201d o mundo real \u201cA globaliza\u00e7\u00e3o como perversidade\u201d o mundo como possibilidade, outra globaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; A globaliza\u00e7\u00e3o como F\u00e1bula: A necessidade de fantasias para um mundo globalizado, segundo Milton Santos, \u00e9 um instrumento da m\u00e1quina ideol\u00f3gica. Esta faz crer, que a difus\u00e3o instant\u00e2nea de not\u00edcias, realmente informa as pessoas e um mercado avassalador, dito global, \u00e9 apresentado como capaz de homogeneizar o planeta com oferecimento de mercadorias para o consumo, quando na realidade as diferen\u00e7as locais s\u00e3o aprofundadas. Todas estas caracter\u00edsticas do mundo contempor\u00e2neo se oferecem para n\u00f3s como um exerc\u00edcio de fabula\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; O mundo Real: O desemprego se torna cr\u00f4nico, a pobreza aumenta novas enfermidades se instalam, a mortalidade infantil permanece, a educa\u00e7\u00e3o de qualidade \u00e9 cada vez mais inacess\u00edvel e o consumo \u00e9 cada vez mais representado como uma fonte de felicidade. O mundo contempor\u00e2neo, configurado na globaliza\u00e7\u00e3o se imp\u00f5e como uma f\u00e1brica de perversidade.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; O mundo como possibilidade: O grande capital se apoia em algumas bases para construir a globaliza\u00e7\u00e3o perversa: unicidade t\u00e9cnica, a converg\u00eancia dos momentos e o conhecimento do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p>Para um mundo com possibilidades, estas bases precisam servir a outros objetivos, se forem postas a servi\u00e7o de outros objetivos e outros fundamentos. Sociais e pol\u00edticos.<\/p>\n\n\n\n<p>Vimos nesta an\u00e1lise \u00e9tica do mundo globalizado, feita por Milton Santos (2004), objetivos e justificativas ou valores e sentido colocados a servi\u00e7o de uma globaliza\u00e7\u00e3o perversa. S\u00e3o categorias \u00e9ticas que precisam de mudan\u00e7a e para isso ser\u00e1 preciso mudar seus fundamentos: individualismos, competitividade a qualquer custo, exclus\u00e3o e descarte social.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A \u00e9tica no \u00e2mbito escolar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na transfer\u00eancia do conceito de \u00e9tica para a escola e tamb\u00e9m do olhar \u00e9tico-anal\u00edtico de Milton Santos para o meio educacional, podemos constatar que as teorias pedag\u00f3gicas que n\u00e3o colocam, em seu arcabou\u00e7o conceitual, o individuo hist\u00f3rico que situa e se constr\u00f3i nas rela\u00e7\u00f5es socioecon\u00f4micas, e, portanto deve ser enxergado em seu contexto real e coletivo e n\u00e3o como um ser biol\u00f3gico que precisa se adaptar a qualquer situa\u00e7\u00e3o que lhe \u00e9 imposta, estamos no caminho de uma \u00e9tica educacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido a justificativa empregada pelo minist\u00e9rio da educa\u00e7\u00e3o e cultura (MEC), para a inser\u00e7\u00e3o dos temas transversais nas propostas dos PCNs esta no caminho desta \u00e9tica anal\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEleger a cidadania como eixo vertebrador da educa\u00e7\u00e3o escolar implica colocar-se explicitamente contra valores e pr\u00e1ticas sociais que desrespeitem aqueles princ\u00edpios, comprometendo-se com as perspectivas e decis\u00f5es que os favore\u00e7am. Isso refere-se a valores, mas tamb\u00e9m a conhecimento que permitam desenvolver as capacidades necess\u00e1rias para a participa\u00e7\u00e3o social efetiva\u201d (BRASIL, 1997, p.25)<\/p>\n\n\n\n<p>A mudan\u00e7a \u00e9tica se visualiza nos temas transversais oferecidos pela escola no final do s\u00e9culo XX: \u00e9tica, pluralidade cultural, meio ambiente, sa\u00fade, orienta\u00e7\u00e3o sexual, trabalho\/consumo. A no\u00e7\u00e3o de princ\u00edpios e valores \u00e9 atrelada a no\u00e7\u00e3o de coletividade quando se valoriza o princ\u00edpio b\u00e1sico da \u00e9tica \u201cdignidade do ser humano\u201d, neste sentido foram elencados no PCN, quatro eixos: respeito m\u00fatuo, justi\u00e7a, di\u00e1logo e solidariedade.<\/p>\n\n\n\n<p>Concluindo este t\u00f3pico, \u00e9 importante lembrar que n\u00e3o basta veicular conceitos e valores democr\u00e1ticos, ser\u00e1 preciso a vivencia destes no conv\u00edvio intra-escolar entre os atores desta pr\u00e1xis. Neste sentido \u00e9 importante a coloca\u00e7\u00e3o de Moura castro (1999, p.21), citado por (AQUINO 2000 p.23).<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTrata-se de abrir espa\u00e7o para cultivar a preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9tica, n\u00e3o plant\u00e1-la. Hoje sabemos que adicionar cursos do estilo \u201cmoral e c\u00edvica\u201d \u00e9 uma parte muito pequena da tarefa. Os alunos n\u00e3o aprendem civismo em aulas de civismo, mas em uma escola que pratica justi\u00e7a, toler\u00e2ncia, equidade e generosidade. Os alunos aprendem pelo que a escola pratica, muito mais que pelos serm\u00f5es em aula. Cada disciplina \u00e9 uma oportunidade para discutir situa\u00e7\u00f5es em que se requer um julgamento. O curr\u00edculo de cidadania \u00e9 curr\u00edculo de todas as disciplinas\u201d .<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Autoridade e autonomia \u2013 conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A verdadeira autoridade no bin\u00f4mio autoridade\/autonomia se constr\u00f3i com compromisso, a autoridade vazia que busca somente oprimir e submeter a uma vontade obscura \u00e9 aliena\u00e7\u00e3o. Nas palavras de Paulo Freire (1979), a aliena\u00e7\u00e3o, ao contr\u00e1rio do compromisso, estimula o formalismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma a\u00e7\u00e3o de autoridade e n\u00e3o de autoritarismo, se legitima quando existe uma promessa, isto \u00e9, um embri\u00e3o de liberdade e felicidade. Liberdade, no caso do professor proporcionar a emancipa\u00e7\u00e3o por meio da apropria\u00e7\u00e3o do objeto do conhecimento mesmo de forma parcial, pelo aluno. Felicidade porque essa a\u00e7\u00e3o deve carrear certa expans\u00e3o do mundo e da vida (AQUINO, 2000p. 62).&nbsp; Portanto a verdadeira autoridade prop\u00f5e a autonomia, prepara o conhecimento para a apropria\u00e7\u00e3o dos alunos, n\u00e3o adapta o individuo a uma norma alienante, e sim fornece a inser\u00e7\u00e3o no mundo deste sujeito, respeitando sua subjetividade. Neste sentido, quando falamos de autoridade que promove a autonomia, voltamos ao imperativo \u00e9tico: respeitar a autonomia e dignidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Para concluir, podemos dizer que uma a\u00e7\u00e3o educacional que se constitui com estes dois elementos indispens\u00e1veis \u2013 autoridade e autonomia \u2013 se fundamenta em aspectos coletivos das rela\u00e7\u00f5es humanas como: compromisso, contrato, acordo. Onde as partes inclu\u00eddas no processo coletivo caminham juntas. Nesta perspectiva, concordamos com Julio Groppa Aquino: \u201cPartindo do pressuposto de que toda a\u00e7\u00e3o institucional descreve uma parceria entre atores espec\u00edficos \u00e0s voltas com algo comum, pode-se afirmar que uma esp\u00e9cie de <em>contrato<\/em> os entrela\u00e7a, posicionando-os em rela\u00e7\u00e3o ao seu outro complementar, bem como delimitando seus respectivo lugares e fun\u00e7\u00f5es (AQUINO, 2000 p.60).<\/p>\n\n\n\n<p>Levando em conta o aspecto coletivo das rela\u00e7\u00f5es institucionais, constatamos que estas rela\u00e7\u00f5es, s\u00f3 se viabilizam por meio de regras constitutivas. Deste forma, como em um jogo, estas regras ir\u00e3o abarcar o fundamento da a\u00e7\u00e3o, configurada nos objetivos, o que traz a pergunta: O que fazer<\/p>\n\n\n\n<p>As regras recaem tamb\u00e9m no acordo coletivo, que se traduz em um m\u00e9todo que foi acordado entre as partes, o que traz a pergunta: como fazer.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;AQUINO, J. G. Do Cotidiano Escolar \u2013 Ensaios sobre a \u00e9tica e seus avessos. S\u00e3o Paulo: Summus, 2000.<\/p>\n\n\n\n<p>BRASIL. Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o Fundamental. (1998) Par\u00e3metros Curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos. Bras\u00edlia: MEC\/SEF.<\/p>\n\n\n\n<p>SANTOS, Milton.\u00a0<em>Por uma outra Globaliza\u00e7\u00e3o<\/em>: do pensamento \u00fanico \u00e0 consci\u00eancia universal. Rio de janeiro: Record, 2004.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este artigo se centraliza no conceito de \u00e9tica e sua pr\u00e1xis no \u00e2mbito escolar, aponta para as reformula\u00e7\u00f5es no cen\u00e1rio pedag\u00f3gico que foram demandadas por uma sociedade mais participativa que se constitui no final do&hellip;<\/p>\n<p><a class=\"readmore\" href=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/etica-e-o-cotidiano-escolar\/\">Read More<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-376","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-educacao-basica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/376"}],"collection":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=376"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/376\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":378,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/376\/revisions\/378"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=376"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=376"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=376"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}