{"id":370,"date":"2021-05-26T00:01:00","date_gmt":"2021-05-26T00:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=370"},"modified":"2021-06-22T20:28:42","modified_gmt":"2021-06-22T20:28:42","slug":"a-contribuicao-da-arte-no-processo-de-inclusao-no-ensino-regular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/a-contribuicao-da-arte-no-processo-de-inclusao-no-ensino-regular\/","title":{"rendered":"A contribui\u00e7\u00e3o da arte no processo de inclus\u00e3o no ensino regular"},"content":{"rendered":"\n<p>Neste texto levantamos hip\u00f3tese que considera as linguagens art\u00edsticas como \u00e1reas contributivas na inclus\u00e3o de crian\u00e7as portadoras de transtorno global de desenvolvimento (TGD), transtorno que abrange o espectro autista e a psicose infantil. A partir desta premissa conclui-se com esta hip\u00f3tese que as linguagens art\u00edsticas \u2013 m\u00fasica, teatro, artes visuais e multim\u00eddias &#8211; atingem o ser humano em sua subjetividade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A contribui\u00e7\u00e3o da arte como um todo no desenvolvimento subjetivo destas crian\u00e7as e jovens, est\u00e1 relacionada com tr\u00eas fatores: o simbolismo presente nestas atividades culturais, a possibilidade de express\u00e3o mental e corporal existente nas propostas art\u00edsticas e a facilidade das linguagens art\u00edsticas de serem trabalhadas com salas heterog\u00eaneas<strong>.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido, veremos neste texto cinco componentes hist\u00f3ricos e sociais que&nbsp; est\u00e3o inseridos no paradigma da inclus\u00e3o \u2013 considerando, em alguns t\u00f3picos, tamb\u00e9m a inclus\u00e3o de portadores de descapacitardes f\u00edsicas&nbsp; \u2013 para termos uma vis\u00e3o panor\u00e2mica dos fatores que envolvem este modelo inclusivo que est\u00e1 hoje inserido no discurso escolar. Estes fatores s\u00e3o: Caracter\u00edstica do portador de transtorno global do desenvolvimento; conceito de inclus\u00e3o a partir do referencial psicanal\u00edtico; Dois modelos inseridos no discurso escolar; Modos de apreens\u00e3o da realidade e seus reflexos na educa\u00e7\u00e3o; aspecto sociocultural de arte.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Caracter\u00edsticas do portador de transtorno global do desenvolvimento \u2013 Abordagem psicanal\u00edtica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O portador do Dist\u00farbio Grave na Inf\u00e2ncia possui uma grande inibi\u00e7\u00e3o, proveniente de uma estrutura sintom\u00e1tica estabelecida como defesa (BRAUER, 2003, p.171). A crian\u00e7a defende-se de um tipo espec\u00edfico de rela\u00e7\u00e3o com a m\u00e3e, que se define como uma situa\u00e7\u00e3o de \u201ccolagem\u201d com esta, o que seria um dos fatores causadores das dificuldades apresentadas pelas crian\u00e7as. Nesta categoria de dist\u00farbio incluem-se portadores de autismo e psicose infantil. Estes dist\u00farbios tamb\u00e9m seriam ocasionados por falhas na fun\u00e7\u00e3o paterna e materna, respectivamente, configurando sua origem psicodin\u00e2mica. Nessa acep\u00e7\u00e3o, a causa do autismo e da psicose estaria relacionada a falhas de inscri\u00e7\u00e3o no registro simb\u00f3lico da crian\u00e7a, a ponto de ficar comprometida a sua constitui\u00e7\u00e3o subjetiva, sua rela\u00e7\u00e3o com o outro e sua circula\u00e7\u00e3o no campo social. Segundo esta interpreta\u00e7\u00e3o, atribui-se aos pais a responsabilidade da eclos\u00e3o dos sintomas de autismo e psicose, por estes estarem implicados na constitui\u00e7\u00e3o ps\u00edquica da crian\u00e7a (GUIMAR\u00c3ES P,).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A partir desta acep\u00e7\u00e3o \u00e9 importante salientar que existe nesta crian\u00e7a ou jovem uma dificuldade com os aspectos simb\u00f3licos da cultura e que \u00e9 preciso desenvolver com atividades que j\u00e1 possuem naturalmente um aspecto simb\u00f3lico muito presente, como \u00e9 o caso das linguagens art\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n<p>Na explica\u00e7\u00e3o de Gisllene Jardim (1998), psicanalista, coordenadora dos Ateli\u00eas de Arte e Of\u00edcios da Escola Infantil Terap\u00eautica \u201cLugar de Vida\u201d, (&#8230;) entende-se melhor esta hip\u00f3tese se considerarmos o fato de o beb\u00ea humano nascer completamente dependente do outro \u2013 n\u00e3o s\u00f3 quanto aos cuidados fisiol\u00f3gicos, mas, principalmente, no que tange \u00e0 sua inser\u00e7\u00e3o no mundo da linguagem. Podemos reconhecer que a forma\u00e7\u00e3o da subjetividade est\u00e1 completamente atrelada \u00e0s vicissitudes da rela\u00e7\u00e3o inconsciente com o outro, a maior parte das vezes, os pr\u00f3prios pais. (p.126)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;Conceito de inclus\u00e3o a partir do referencial psicanal\u00edtico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A partir do referencial psicanal\u00edtico a inclus\u00e3o de portadores de TGD nas escolas regulares \u00e9 um fator que contribui para o desenvolvimento de suas subjetividades.<\/p>\n\n\n\n<p>Para poder situar o conceito e o processo de inclus\u00e3o de crian\u00e7as e jovens portadores deste transtorno, tal como \u00e9 colocado atualmente, \u00e9 importante compreender quais os pressupostos que sustentam tanto as pr\u00e1ticas inclusivas, quanto, tamb\u00e9m, o que justifica esta inclus\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Come\u00e7ando pelas pr\u00e1ticas inclusivas, est\u00e3o os espa\u00e7os e projetos terap\u00eauticos que preparam os jovens e crian\u00e7as para a inclus\u00e3o, e os que apoiam a escola regular inclusiva por meio de uma rede intersetorial que envolve profissionais da sa\u00fade e da educa\u00e7\u00e3o. Portanto existem espa\u00e7os terap\u00eauticos fora da escola, que preparam estas crian\u00e7as e jovens para serem inclu\u00eddos no ensino regular e tamb\u00e9m equipes que apoiam as escolas regulares inclusivas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para se ter uma justificativa a a respeito da pr\u00e1tica inclusiva e necess\u00e1rio termos uma ideia ad evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica deste novo paradigma por meio do conhecimento das a\u00e7\u00f5es que foram tomadas por professores, psic\u00f3logos e pesquisadores em geral na dire\u00e7\u00e3o deste modelo.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido, precisamos estar a par dos movimentos hist\u00f3ricos, em n\u00edvel mundial, que deram origem a mudan\u00e7as da legisla\u00e7\u00e3o no \u00e2mbito escolar.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Est\u00e3o inseridos nesta grande mudan\u00e7a de perspectiva educacional: o projeto aprovado pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, pela Resolu\u00e7\u00e3o n. 45\/91, definindo que, de 1991 at\u00e9 2010, o conceito de inclus\u00e3o seria implementado em toda sociedade, no mundo inteiro; outros exemplos s\u00e3o a Confer\u00eancia Mundial de Educa\u00e7\u00e3o para Todos, realizada em Jomtien, na Tail\u00e2ndia (1990), que reuniu os pa\u00edses em desenvolvimento para tra\u00e7arem metas acerca dos exclu\u00eddos de seus sistemas de ensino, independentemente de suas condi\u00e7\u00f5es (f\u00edsicas, intelectuais, sociais, emocionais, lingu\u00edsticas, de g\u00eaneros, etnias e religi\u00e3o); e a Declara\u00e7\u00e3o de Salamanca, na Espanha, em 1994, em que se tratou, especificamente, da educa\u00e7\u00e3o de alunos portadores de necessidades especiais (GOTTI, 2007 p.1). Esta declara\u00e7\u00e3o foi o movimento mais relevante na forma\u00e7\u00e3o do modelo social que \u00e9 hoje utilizado nas a\u00e7\u00f5es inclusivas, pois se volta para os problemas de como modificar as institui\u00e7\u00f5es escolares a fim de criar comunidades de ensino totalmente inclusivas. \u00c9 importante lembrar aqui que estes movimentos pr\u00f3-inclus\u00e3o come\u00e7aram a surgir na d\u00e9cada de oitenta, at\u00e9 esta d\u00e9cada a escola era regida pelo modelo m\u00e9dico de integra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dois modelos inseridos no discurso escolar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Coexistem hoje, dois modelos escolares relacionados a defici\u00eancias f\u00edsicas, mentais e emocionais \u2013 o modelo m\u00e9dico de integra\u00e7\u00e3o e o modelo social de inclus\u00e3o. Para termos uma ideia conceitual e hist\u00f3rica destes dois modelos ser\u00e1 preciso um r\u00e1pido olhar para os fatores e saberes que influenciaram a hist\u00f3ria da educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A escola sempre foi uma institui\u00e7\u00e3o centralizadora de v\u00e1rios saberes e tamb\u00e9m foi instrumentalizada por ideologias e poderes dominantes. Para termos uma ideia panor\u00e2mica somente do ide\u00e1rio hegem\u00f4nico que embasou todos os saberes sobre educa\u00e7\u00e3o, no que se refere a inclus\u00e3o, ser\u00e1 preciso analisar os pressupostos inseridos na pedagogia que pautaram o s\u00e9culo XX. No que se refere aos dois modelos indicados acima: inclus\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o, o s\u00e9culo XX at\u00e9 a d\u00e9cada de oitenta foi regido pelo modelo de integra\u00e7\u00e3o ou modelo m\u00e9dico. O discurso educacional deste s\u00e9culo \u00e9 bem complexo, amplo e profundo, pois, a profus\u00e3o de epistemologias inseridas no vi\u00e9s educativo s\u00e3o seguimentos de v\u00e1rias abordagens cient\u00edficas. Filosofia, sociologia, psicologia, fisiologia m\u00e9dica, neurologia e muitas outras ci\u00eancias e conhecimentos est\u00e3o inseridos no discurso educacional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mas podemos dizer, que a maioria dos conhecimentos atestavam um mesmo vi\u00e9s ideol\u00f3gico, o ide\u00e1rio que diz que o individuo deve se adaptar as normas sociais, e que os problemas que causam exclus\u00f5es sociais e falta de acesso de algumas pessoas a bens culturais, econ\u00f4micos e at\u00e9 de sa\u00fade, s\u00e3o problemas do individuo ou de sua classe social. Estas ci\u00eancias comprovaram esta tese durante muito tempo e ainda a sustentam, essas comprova\u00e7\u00f5es t\u00eam como base, os testes psicom\u00e9tricos, voltados a mensura\u00e7\u00f5es de intelig\u00eancia e personalidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Desta forma, o modelo de integra\u00e7\u00e3o consiste na intens\u00e3o de adequar o individuo a sociedade, ou seja, adequar a crian\u00e7a que possui certa diferen\u00e7a, ao funcionamento escolar circunscrito em suas normas. \u00c9 preciso assim, adaptar, o individuo a um sistema social, sem cobrar deste sistema qualquer modifica\u00e7\u00e3o, em outras palavras, o sistema sempre est\u00e1 certo, quem est\u00e1 desajustado ou errado, \u00e9 o individuo. Portanto, todos os problemas de uma sociedade fundamentada nos meios capitalista de produ\u00e7\u00e3o, que provocam desiquil\u00edbrios sociais, culturais e da ordem do conhecimento, s\u00e3o encobertos ou desconsiderados.<\/p>\n\n\n\n<p>Como poderia se esperar, este modelo n\u00e3o resultou em escolas inclusivas e sim em escolas que provocam uma grande evas\u00e3o escolar e a total exclus\u00e3o de crian\u00e7as e jovens do ensino regular, podemos conhecer esta situa\u00e7\u00e3o de maneira profunda e completa, no livro \u201cA produ\u00e7\u00e3o do Fracasso Escolar\u201d de Maria Helena Souza Patto, professora da faculdade de educa\u00e7\u00e3o da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). Este modelo operou quase sem nenhum discurso contradit\u00f3rio at\u00e9 a d\u00e9cada de oitenta, quando surge o modelo social de inclus\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O modelo social de inclus\u00e3o surgiu com intuito primeiro de incluir todos os jovens e crian\u00e7as que n\u00e3o correspondiam a normas de aprendizagem do antigo modelo, pois foram exclu\u00eddas por serem <em>alunos problemas<\/em> segundo nomenclatura mais atual, anteriormente, no inicio do s\u00e9culo XX, chamadas de <em>anormais<\/em>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A segunda intens\u00e3o ou quest\u00e3o que \u00e9 colocada nesta mudan\u00e7a paradigm\u00e1tica, \u00e9 que cada vez mais se cobra do ensino regular, p\u00fablico ou particular, uma sala de aula de grande heterogeneidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os dois modelos ainda coexistem na escola, pois ainda se renovam ou se inventam teorias que s\u00e3o excludentes e pregam salas de aula homog\u00eaneas e segregativas, neste sentido retorna-se ao modelo de integra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas a vis\u00e3o de escola inclusiva e heterog\u00eanea se soma com ideologia de uma sociedade igualit\u00e1ria e flex\u00edvel. O novo paradigma da inclus\u00e3o inverte a frase que determinou a escola na maior parte do s\u00e9culo XX, <em>\u201co individuo precisa se adaptar \u00e1 sociedade<\/em>\u201d \u2013 o paradigma inclusivo conclui: \u201c <em>A sociedade precisa se adaptar aos indiv\u00edduos<\/em>\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido, precisamos ver a escola como lugar que abra\u00e7a as diferen\u00e7as em torno de objetivos comuns e n\u00e3o um lugar que desiste e descarta crian\u00e7as e jovens por n\u00e3o condizerem com os objetivos da escola.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>AQUINO, J.G. Do Cotidiano Escolar-Ensaios sobre a \u00e9tica e seus avessos. S\u00e3o Paulo: Summus, 2000.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;BERNARDINO, L. M. F. De Uma Institui\u00e7\u00e3o Ideal a Uma Pratica Poss\u00edvel, Efeitos de um encontro. Estilos da Cl\u00ednica, ano I, n.1, p.80-85, 2\u00basem. 1996.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>BRAUER, J. F. Ensaios Sobre a Cl\u00ednica dos Dist\u00farbios Graves na Inf\u00e2ncia. S\u00e3o Paulo: Casa dos Psic\u00f3logos, 2003.<\/p>\n\n\n\n<p>GUIMAR\u00c3ES, Pedro da Silva G963t Tecendo sons e palavras: oficina musical dirigida \u00e0 portadores de dist\u00farbios graves \/ Pedro da Silva Guimar\u00e3es. &#8211; S\u00e3o Paulo : [s.n.], 2008.<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste texto levantamos hip\u00f3tese que considera as linguagens art\u00edsticas como \u00e1reas contributivas na inclus\u00e3o de crian\u00e7as portadoras de transtorno global de desenvolvimento (TGD), transtorno que abrange o espectro autista e a psicose infantil. A partir&hellip;<\/p>\n<p><a class=\"readmore\" href=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/a-contribuicao-da-arte-no-processo-de-inclusao-no-ensino-regular\/\">Read More<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-370","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-educacao-basica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/370"}],"collection":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=370"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/370\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":371,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/370\/revisions\/371"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=370"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=370"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=370"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}