{"id":368,"date":"2021-05-21T00:01:00","date_gmt":"2021-05-21T00:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=368"},"modified":"2021-06-22T20:28:42","modified_gmt":"2021-06-22T20:28:42","slug":"a-centralizacao-e-instrumentalizacao-da-escola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/a-centralizacao-e-instrumentalizacao-da-escola\/","title":{"rendered":"A centraliza\u00e7\u00e3o e instrumentaliza\u00e7\u00e3o da escola"},"content":{"rendered":"\n<p>Veremos neste texto a centraliza\u00e7\u00e3o da escola por v\u00e1rios campos epist\u00eamicos que transpassam o discurso educativo como: Pedagogia, filosofia, sociologia, psicologia, biologia medicina e seus seguimentos. Estes saberes se situam nas intens\u00f5es ideol\u00f3gicas e prospectivas que est\u00e3o no fundamento da origem dos sistemas nacionais de ensino.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m do estudo sobre as epistemologias presentes na educa\u00e7\u00e3o veremos como a escola \u00e9 concebida como instrumento ideol\u00f3gico, e na maior parte do mundo e da hist\u00f3ria, ela \u00e9 concebida sob um ide\u00e1rio advindo do sistema capitalista de produ\u00e7\u00e3o.&nbsp; Para estes objetivos, focalizaremos para o s\u00e9culo XIX e XX.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para termos uma ideia hist\u00f3rica do papel da escola na sociedade ocidental, e tamb\u00e9m na realidade brasileira, faremos um percurso hist\u00f3rico panor\u00e2mico, dentro dos limites deste texto.&nbsp; O conhecimento do papel da escola atual cobra um procedimento em duas perspectivas, a perspectiva hist\u00f3rica no \u00e2mbito do s\u00e9culo XIX e XX, com ramifica\u00e7\u00f5es para o s\u00e9culo XVIII no curto per\u00edodo p\u00f3s- revolu\u00e7\u00e3o francesa. Cobra tamb\u00e9m, a perspectiva filos\u00f3fica, cient\u00edfica e ideol\u00f3gica, inserida no contexto escolar at\u00e9 nossos dias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para organizar esta trajet\u00f3ria come\u00e7aremos pela origem dos sistemas nacionais de ensino no seguimento do ide\u00e1rio do liberalismo cl\u00e1ssico p\u00f3s-revolu\u00e7\u00e3o francesa passando para o cientificismo do s\u00e9culo XIX e suas teorias racistas que vigoraram at\u00e9 as primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX, chegando \u00e0 psicologia diferencial e no auge do pensamento da escola nova.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A escola no despertar do nacionalismo no liberalismo cl\u00e1ssico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O liberalismo cl\u00e1ssico se constituiu na ideologia pol\u00edtica da burguesia, a Declara\u00e7\u00e3o dos Direitos do Homem e do Cidad\u00e3o, promulgada ap\u00f3s a revolu\u00e7\u00e3o francesa, foi, segundo Hobsbawn \u201cum manifesto contra a sociedade hier\u00e1rquica de privil\u00e9gios dos nobres\u201d HOBSBAWN 1979).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo este autor, esta declara\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi um libelo a favor de uma sociedade igualit\u00e1ria e democr\u00e1tica porque prev\u00ea a exist\u00eancia de distin\u00e7\u00f5es sociais e tem a propriedade privada como um direito comum e inalien\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos fundamentos deste ide\u00e1rio burgu\u00eas que mais se inseriu no discurso escolar \u00e9 a preconiza\u00e7\u00e3o da igualdade dos homens, frente \u00e0 lei de oportunidades de sucesso educacional e profissional plasmado no conceito de meritocracia. Neste sentido, os indiv\u00edduos de uma sociedade s\u00e3o colocados em uma competi\u00e7\u00e3o social em come\u00e7am no mesmo ponto de largada, mas eles n\u00e3o terminam juntos, v\u00e3o coexistir nesta sociedade do m\u00e9rito, os vencedores e os perdedores.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta l\u00f3gica, obviamente e tragicamente, os perdedores s\u00e3o os indiv\u00edduos provenientes das classes mais pobres e que posteriormente v\u00e3o se configurar tamb\u00e9m em um mapeamento racial, os perdedores sendo os provenientes de ra\u00e7as negras e pardas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A origem da escola e do ensino nos leva bem antes da constitui\u00e7\u00e3o das na\u00e7\u00f5es europeias, a no\u00e7\u00e3o de ensino e escola j\u00e1 se constitu\u00edam na Gr\u00e9cia e no oriente, mas a pol\u00edtica educacional, em seu sentido estrito, como nos aponta Maria Helena Patto (1999, p.41) tem inicio no s\u00e9culo XIX.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para entendermos este sentido de pol\u00edtica educacional, esta autora nos indica a conceitua\u00e7\u00e3o de Zanotti (1972), onde pol\u00edtica educacional \u00e9 a \u201ca\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica e permanente do Estado, dirigida \u00e0 orienta\u00e7\u00e3o, supervis\u00e3o e provis\u00e3o do sistema educativo escolar\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A partir do s\u00e9culo XIX como marco hist\u00f3rico, percebemos como a escola, organizada em sistemas nacionais de ensino, \u00e9 instrumentalizada dentro da \u00f3tica do liberalismo cl\u00e1ssico.<\/p>\n\n\n\n<p>Os sistemas nacionais de ensino t\u00eam como pano de fundo, o nacionalismo, em que a burguesia acreditava ser porta-voz dos interesses do povo, tomados como sin\u00f4nimo de na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Luis Jorge Zanotti (1972) divide a pol\u00edtica educacional do mundo ocidental, em tr\u00eas etapas:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; de 1870 at\u00e9 1914 atribui \u00e0 escola a miss\u00e3o de redimir a humanidade a partir do ide\u00e1rio nacionalista<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; de 1918 a 1936 Surge a escola nova. Descontente com o efeito do exacerbado nacionalismo na primeira guerra mundial os pedagogos preconizam a revis\u00e3o dos princ\u00edpios e pr\u00e1ticas educacionais, a fim de fazer da escola uma institui\u00e7\u00e3o a servi\u00e7o da paz e democracia. Nesta nova \u00f3tica escolar entram os princ\u00edpios da psicologia no discurso escolar.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Terceira etapa: sociedade e meios de comunica\u00e7\u00e3o em massa<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cientificismo do s\u00e9culo XIX<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O cientificismo do s\u00e9culo XIX relacionado com as capacidades individuais cognitivas ser\u00e1 pautado em teorias de teor racista, sobre as diferen\u00e7as humanas. Segundo Helena Patto, \u201cA divulga\u00e7\u00e3o mais intensa das ideias racistas d\u00e1-se a partir dos primeiros anos do s\u00e9culo XIX e seu prest\u00edgio atinge o ponto mais alto aproximadamente entre 1860 e a d\u00e9cada de 1930\u201d (PATTO, 1999, p. 1). As doutrinas antropol\u00f3gicas formuladas por fisi\u00f3logos desempenharam um papel no pensamento das novas elites, para explicar as desigualdades sociais por meio de teses que inferiorizavam as ra\u00e7as de povos n\u00e3o europeus.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Pierre-Jean-Gorges Cabanis \u00e9 considerado o mais fluente destes ide\u00f3logos, este fil\u00f3sofo e fisiologista franc\u00eas conhecido por Rapports Du Physique Et Du Moral de I\u2019homme ( 1802; \u201c Rela\u00e7\u00f5es do F\u00edsico e Moral do Homem), explicava toda a realidade, incluindo os aspectos ps\u00edquicos, mentais e morais do homem, em termos de um materialismo mecanicista.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Este autor tamb\u00e9m defendia teses poligenistas, que explicava a origem da esp\u00e9cie humana em uma acep\u00e7\u00e3o m\u00faltipla, ou seja, que existem ra\u00e7as diferenciadas em seus n\u00edveis de intelig\u00eancia, concluindo sobre a superioridade de algumas ra\u00e7as em rala\u00e7\u00e3o a outras.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Duas caracter\u00edsticas marcantes da \u00e9poca de ouro das teorias racistas s\u00e3o o cientificismo ing\u00eanuo e o racismo militante. Datam desta \u00e9poca as tentativas de comprova\u00e7\u00e3o emp\u00edrica das teses da inferioridade racial de pobres e n\u00e3o brancos. Segundo Hobsbawm \u201cem torno de 1830, a partir de um sentimento de superioridade declarado, os integrantes da burguesia manifestavam um profundo desprezo pelos \u201cb\u00e1rbaros\u201d &#8211; r\u00f3tulo que aplicavam n\u00e3o s\u00f3 aos nativos dos pa\u00edses de terceiro mundo como tamb\u00e9m a popula\u00e7\u00f5es rurais e , por extens\u00e3o, aos trabalhadores urbanos pobres do pr\u00f3prio pa\u00eds\u201d (HOBSBAWM, 1982, p.219).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Psicologia diferencial e escola nova<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na psicologia diferencial que influenciou a pedagogia do s\u00e9culo XX, principalmente no que diz respeito a pesquisas quantitativas de mensura\u00e7\u00e3o de capacidades individuais, se destaca o nome de Francis Galton. O objetivo principal deste pesquisador era medir a capacidade intelectual e comprovar a sua determina\u00e7\u00e3o heredit\u00e1ria. O grande problema desta tese \u00e9 o fato dela ter resultado na Eugenia, ci\u00eancia que embasou as teorias nazistas de superioridade da ra\u00e7a ariana.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A influencia de Galton sobre a escola nova e de sua psicologia diferencial reside na utiliza\u00e7\u00e3o de testes psicom\u00e9tricos para estudar as diferen\u00e7as entre os indiv\u00edduos. A diferen\u00e7a fundamental entre Galton e os Escolanovistas, reside em que estes \u00faltimos se apegavam \u00e0 cren\u00e7a na possibilidade de identificar e promover socialmente os mais aptos, independentemente de sua etnia e origem social. Neste sentido, nos ide\u00e1rios da escola nova, est\u00e1 o sonho de uma psicometria e uma pedagogia a servi\u00e7o de uma sociedade (de classes) igualit\u00e1ria (PATTO, 1999).<\/p>\n\n\n\n<p>A expans\u00e3o dos sistemas nacionais de ensino, como consequ\u00eancia do aumento de demanda social nos pa\u00edses industrializados, deu origem a dois problemas para as escolas e educadores: A necessidade de explicar a diferen\u00e7a de rendimento escolar, entre os alunos; e a justifica\u00e7\u00e3o do acesso desigual a graus escolares mais elevados do ensino.<\/p>\n\n\n\n<p>Tanto para a diferen\u00e7a de acesso \u00e1 uma continuidade de ensino al\u00e7ando graus mais altos de escolaridade, como para a diferen\u00e7a de aptid\u00f5es intelectuais, buscou-se explica\u00e7\u00e3o na ci\u00eancia que se dividia entre psicologia, biologia e medicina. Esta cientificidade foi fundamentada basicamente, em testes de mensura\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia. Os primeiros especialistas que se dedicaram a apurar as causas das dificuldades de aprendizagem foram os m\u00e9dicos.<\/p>\n\n\n\n<p>Por meio de abordagens m\u00e9dicas advindas da psiquiatria, neurologia, neurofisiologia e neuropsiquiatria, construiu-se laborat\u00f3rios destinados ao estudo das diferen\u00e7as intelectuais: as crian\u00e7as que n\u00e3o acompanhavam seus colegas na aprendizagem escolar, foram designadas como anormais escolares e procurou-se as causas de anormalidades em algumas defici\u00eancias org\u00e2nicas.<\/p>\n\n\n\n<p>Alfred Binet e Edouard Clapar\u00e8de se dedicaram a mensura\u00e7\u00f5es e an\u00e1lises destas crian\u00e7as em laborat\u00f3rios de psicologia muitas vezes anexos a estabelecimentos de ensino.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Todo este desenvolvimento da ci\u00eancia em torno do ensino teve um desfecho social no sentido de mensura\u00e7\u00f5es de aptid\u00f5es, de orienta\u00e7\u00e3o e de sele\u00e7\u00e3o profissional. Seguindo os ditames da sociologia funcionalista, influenciada pelas concep\u00e7\u00f5es de Durkheim, a sociedade deveria ser igualit\u00e1ria, mas com divis\u00f5es de fun\u00e7\u00f5es e papeis.<\/p>\n\n\n\n<p>Atrav\u00e9s da especificidade de seu trabalho, prop\u00f5e-se a destinar os mais aptos, e n\u00e3o necessariamente os mais ricos, aos n\u00edveis mais altos da pir\u00e2mide social. Aqui, voltamos ao principal conceito inserido na escola desde o advento da burguesia, A meritocracia.<\/p>\n\n\n\n<p>Aparentemente, em uma sociedade com grande crescimento populacional, pode parecer justo que os mais aptos, por m\u00e9rito, alcance o topo da pir\u00e2mide social, s\u00f3 que a hist\u00f3ria provou a impossibilidade deste acontecimento. Neste sentido, Helena Patto nos mostra que \u201ca hist\u00f3ria tem mostrado imposs\u00edvel: o sonho de justi\u00e7a numa ordem social estruturalmente injusta\u201d (PATTO, 1999, p.6).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para concluir, esta pequena an\u00e1lise hist\u00f3rica e epistemol\u00f3gica da escola \u00e9 importante atentar para dois discursos que transpassam o \u00e2mbito do ensino. O discurso de defesa de uma ideologia burguesa advinda dos meios capitalista de produ\u00e7\u00e3o, que v\u00ea na escola um meio de mostrar e provar, que a ideologia capitalista \u00e9 justa porque oferece meios para o individuo ter mobilidade social. Ele conseguir\u00e1 esta mobilidade por meio de seu m\u00e9rito individual, configurado em suas aptid\u00f5es cognitivas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A critica que se faz a este primeiro discurso, \u00e9 que na corrida para atingir pontos mais altos na pir\u00e2mide social, os indiv\u00edduos partem do mesmo ponto, mais com ve\u00edculos deferentes, uns partem, mais aparelhados e outros menos, por virem de classes sociais diversas.<\/p>\n\n\n\n<p>O segundo discurso, reside no discurso cient\u00edfico que veio para provar cientificamente que os indiv\u00edduos n\u00e3o s\u00e3o iguais em suas aptid\u00f5es, portanto, \u00e9 destinado aos mais aptos os melhores lugares sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido, colocamos um olhar cr\u00edtico, na constru\u00e7\u00e3o do ide\u00e1rio cient\u00edfico de aptid\u00e3o, que sup\u00f5e crian\u00e7as que possuem velocidade no racioc\u00ednio l\u00f3gico, desenvoltura lingu\u00edstica e informa\u00e7\u00e3o cultural. Todo aparato que inclui l\u00f3gica, l\u00edngua e cultura foi e \u00e9 mais bem desenvolvido em fam\u00edlias que possuem melhores condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, neste sentido todas as defici\u00eancias e inaptid\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o ao ensino, ir\u00e3o recair nas classes mais desfavorecidas.<\/p>\n\n\n\n<p>BIBLIOGRAFIA<\/p>\n\n\n\n<p>HOBSBAWM, E. A Era das Revolu\u00e7\u00f5es. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1982.<\/p>\n\n\n\n<p>PATTO, M. H S. A Produ\u00e7\u00e3o do Fracasso Escolar \u2013 Hist\u00f3ria de Submiss\u00e3o e rebeldia, S\u00e3o Paulo, Casa do Psic\u00f3logo, 1999<\/p>\n\n\n\n<p>ZANOTTI, L. J. Etapas Hist\u00f3ricas de La Pol\u00edtica Educativa, Buenos Aires, Eudeba, 1972.\u00a0<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Veremos neste texto a centraliza\u00e7\u00e3o da escola por v\u00e1rios campos epist\u00eamicos que transpassam o discurso educativo como: Pedagogia, filosofia, sociologia, psicologia, biologia medicina e seus seguimentos. 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