{"id":363,"date":"2021-05-14T00:01:00","date_gmt":"2021-05-14T00:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=363"},"modified":"2021-06-22T20:28:42","modified_gmt":"2021-06-22T20:28:42","slug":"o-faz-de-conta-no-desenvolvimento-psicologico-infantil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/o-faz-de-conta-no-desenvolvimento-psicologico-infantil\/","title":{"rendered":"O Faz-de-conta no desenvolvimento psicol\u00f3gico infantil"},"content":{"rendered":"\n<p>Este artigo traz a import\u00e2ncia do faz-de-conta na forma\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a em seu aspecto social, psicol\u00f3gico e cultural. A import\u00e2ncia desta abordagem reside em compreender como a crian\u00e7a se apropria da linguagem em toda sua dimens\u00e3o simb\u00f3lica, para elaborarmos propostas did\u00e1ticas que se adequem aos campos de interesses infantis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A forma\u00e7\u00e3o cultural das crian\u00e7as come\u00e7a pelas brincadeiras que ela estabelece com seu meio social no sentido de representa-lo e apropriar-se. A rela\u00e7\u00e3o individuo\/meio dependem das rela\u00e7\u00f5es interindividuais e \u00e9 portanto, mediada pelo grupo social. O psic\u00f3logo e fil\u00f3sofo Henri Wallon, afirma que o meio social tem duplo valor para a crian\u00e7a: \u00e9 seu meio ambiente e \u00e9 ao mesmo tempo, o meio de a\u00e7\u00e3o sobre outros meios ambientes. No sentido que um meio ambiente traz configura\u00e7\u00f5es de um meio social mais amplo, que possui os mesmos sistemas de valores deste pequeno meio onde a crian\u00e7a atua.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Veremos neste artigo, as possibilidades que o conhecimento das rela\u00e7\u00f5es entre as crian\u00e7as e o meio social, traz para a educa\u00e7\u00e3o infantil. Tentaremos abordar esta rela\u00e7\u00e3o por meio da an\u00e1lise das brincadeiras infantis. Alguns temas ser\u00e3o delineados a partir desta perspectiva como: caracter\u00edsticas do faz-de-conta; faz-de-conta na perspectiva do desenvolvimento infantil; perspectiva l\u00fadica do faz de conta;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Caracter\u00edsticas do faz-de-conta&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; No faz-de-conta a crian\u00e7a transforma os objetos presentes na sala em alguma outra coisa que n\u00e3o corresponde a sua realidade concreta.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Transformam o ambiente f\u00edsico em outros espa\u00e7os imagin\u00e1rios<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Representam personagens familiares, segundo um script com regras para serem respeitadas pelos participantes.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Representam animais, com utiliza\u00e7\u00e3o de gestos e express\u00f5es corporais.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Tratam objetos inanimados como animados<\/p>\n\n\n\n<p>Os meios que a crian\u00e7a disp\u00f5e para realizar estas transforma\u00e7\u00f5es da realidade s\u00e3o: gestos, posturas, som e palavras.<\/p>\n\n\n\n<p>Em todas estas a\u00e7\u00f5es e com utiliza\u00e7\u00f5es destes recursos as crian\u00e7as reproduzem significados j\u00e1 experimentados, e tamb\u00e9m constroem novos significados que fazem sentido em seu processo interacional com outras crian\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>No faz-de-conta subsiste a a\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a de substituir um objeto real por outro objeto, uma a\u00e7\u00e3o real por outra a\u00e7\u00e3o. A\u00e7\u00f5es e objetos do cotidiano e intera\u00e7\u00f5es sociais fazem parte do referencial da crian\u00e7a: a\u00e7\u00f5es de trabalho e intera\u00e7\u00f5es dos adultos que fazem parte do mundo socioambiental da crian\u00e7a s\u00e3o representadas por estas em suas brincadeiras. Portanto, a brincadeira de faz-de-conta \u00e9 um ato de constru\u00e7\u00e3o de linguagem, de significado e significa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Os objetos e a\u00e7\u00f5es reais s\u00e3o subordinados ao campo de significado pela crian\u00e7a. Por esta raz\u00e3o, os temas mais comuns das brincadeiras s\u00e3o temas vinculados ao seu cotidiano (COELHO e PEDROSA, 2000).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O faz-de-conta na perspectiva do desenvolvimento infantil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em uma brincadeira de faz-de-conta as crian\u00e7as, em espa\u00e7os coletivos, est\u00e3o engajadas umas as outras, construindo e compartilhando significados que s\u00e3o relacionados a situa\u00e7\u00f5es reais de seus cotidianos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante dimensionar a import\u00e2ncia do compartilhamento de significados que ocorre em uma brincadeira de faz-de-conta. No sentido de saber como a partilha de significados influi no desenvolvimento infantil.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Wallon (1986), a crian\u00e7a de dois a tr\u00eas anos passa por uma etapa em que ainda n\u00e3o consegue \u201cdissociar-se suficientemente\u201d das situa\u00e7\u00f5es das quais participa, subordinando tamb\u00e9m a \u201cidentidade\u201d das pessoas \u00e0s circunst\u00e2ncias e \u00e0 sua pr\u00f3pria identidade (COELHO e PEDROSA 2000 p.57).<\/p>\n\n\n\n<p>A crian\u00e7a experimenta representa\u00e7\u00f5es que tem das coisas e dos outros que a cercam e nessa forma de brincar, ela possui v\u00e1rios papeis que s\u00e3o componentes de uma dada situa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A brincadeira de faz-de-conta, principalmente em espa\u00e7os coletivos, em que exista uma troca interativa entre as crian\u00e7as ir\u00e3o servir para fazer com que as crian\u00e7as passem a discriminar cada representa\u00e7\u00e3o transformando-as em significados partilhados.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses significados expressos por elas s\u00e3o, muitas vezes, de dif\u00edcil apreens\u00e3o pelo adulto e parecem compor redes, apontando representa\u00e7\u00f5es que as crian\u00e7as t\u00eam do mundo (objetos, pessoas) que as cerca (idem, p.61).<\/p>\n\n\n\n<p>A dificuldade que wallon aponta, de crian\u00e7as desta faixa et\u00e1ria, demonstrada na falta de dissocia\u00e7\u00e3o ou separa\u00e7\u00e3o entre ela e o referencial externo que representa \u00e9 superada gradativamente, no processo evolutivo de seu desenvolvimento, e quando ela participa de brincadeiras compartilhadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Na brincadeira de faz-de-conta as crian\u00e7as expressam, umas para as outras, os diversos significados que t\u00eam das coisas e do outro, o que proporciona uma diferencia\u00e7\u00e3o entre esses significados, constituindo assim delimita\u00e7\u00f5es entre representa\u00e7\u00f5es mentais para as quais estes significados apontam (ibidem, p.64)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O l\u00fadico e o faz-de-conta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;O historiador, Johan Huizinga (1996), quando em Homo Ludens, pesquisou o significado do jogo em uma amplitude universal, apontou dois aspectos fundamentais relacionados com a fun\u00e7\u00e3o do jogo: Uma luta por alguma coisa ou a representa\u00e7\u00e3o de alguma coisa. Quando o jogo se caracteriza mais em uma fun\u00e7\u00e3o representativa da realidade ele se iguala com as brincadeiras de faz-de-conta, n\u00e3o havendo no principio estrutural de tal brincadeira, uma disputa.<\/p>\n\n\n\n<p>A representa\u00e7\u00e3o da realidade n\u00e3o \u00e9 uma realidade falsa, e sim uma imagina\u00e7\u00e3o em seu sentido criativo. A crian\u00e7a quando brinca, cria novas realidades e imagens em um mundo simb\u00f3lico. Um mundo plasmado com coisas de seu cotidiano concreto e tamb\u00e9m com coisas de um universo fant\u00e1stico que ela constr\u00f3i com que vivencia em seu cotidiano e com hist\u00f3rias que ouve e v\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Para Huizinga \u201ca crian\u00e7a representa alguma coisa diferente, ou mais bela, ou mais nobre, ou mais perigosa do que habitualmente \u00e9. Finge ser um pr\u00edncipe, um pai, uma bruxa malvada ou um tigre. A crian\u00e7a fica literalmente \u201ctransportada\u201d de prazer, superando-se a si mesma a tal ponto que quase chega a acreditar que realmente \u00e9 esta ou aquela coisa, sem, contudo perder inteiramente o sentido da \u201crealidade habitual\u201d. Mais do que uma realidade falsa, sua representa\u00e7\u00e3o \u00e9 a realiza\u00e7\u00e3o de uma apar\u00eancia: \u00e9 \u201cimagina\u00e7\u00e3o\u201d, no sentido original do termo\u201d (HUIZINGA, 1996, P.16).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Na subjetividade da crian\u00e7a, o faz-de-conta est\u00e1 relacionado fortemente com suas experi\u00eancias. A crian\u00e7a transporta a situa\u00e7\u00e3o real para situa\u00e7\u00e3o imaginaria, submete a realidade a sua a\u00e7\u00e3o. Em um espa\u00e7o e tempo l\u00fadico, a crian\u00e7a parece ser capaz de resumir em seus gestos, fala e postura, os modelos que conheceu da realidade. A crian\u00e7a transfere uma vivencia pontual e concreta para uma representa\u00e7\u00e3o mais geral sobre esta vivencia do real.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Para Vygotsky, a crian\u00e7a at\u00e9 os tr\u00eas anos de idade,&nbsp; reproduz uma pr\u00e1tica em que ela mesma est\u00e1 inserida, ao fazer isso, ela passa a compreender as regras impl\u00edcitas naquela situa\u00e7\u00e3o e que regulam sua a\u00e7\u00e3o. Desta forma, cria uma representa\u00e7\u00e3o do evento ao mesmo tempo multifacetada e sincr\u00e9tica, pois ainda n\u00e3o se separa dos eventos externos como objetos, situa\u00e7\u00f5es e pessoas. Neste sentido, a crian\u00e7a confunde as rela\u00e7\u00f5es entre suas pr\u00f3prias impress\u00f5es com as rela\u00e7\u00f5es entre as coisas (Gon\u00e7alves).<\/p>\n\n\n\n<p>Esta an\u00e1lise sobre a crian\u00e7a desta faixa et\u00e1ria est\u00e1 como vimos nas acep\u00e7\u00f5es de Wallon, quando afirma que a crian\u00e7a n\u00e3o consegue dissociar-se suficientemente das situa\u00e7\u00f5es que participa, esta situa\u00e7\u00e3o tende a evoluir no desenvolvimento da crian\u00e7a para o pensamento objetivo pr\u00e9-escolar, j\u00e1 em uma faixa et\u00e1ria entre cinco e quatro anos. A brincadeira de faz-de-conta compartilhada, ajuda nesta evolu\u00e7\u00e3o, por meio dos processos s\u00f3cio interacionistas.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Retomando ao conceito de ludicidade de Huizinga, a crian\u00e7a n\u00e3o est\u00e1 apenas simbolizando o real, ela cria um espa\u00e7o l\u00fadico de realiza\u00e7\u00e3o e de inven\u00e7\u00e3o de prazer e desejo. Por\u00e9m, quando este espa\u00e7o \u00e9 compartilhado com outras crian\u00e7as ele se torna um terreno l\u00fadico, demarcado de maneira temporal e espacial e que produz instrumentos mediadores entre sujeito e realidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Vygotsky (1984), uma crian\u00e7a n\u00e3o se comporta de forma puramente simb\u00f3lica no brinquedo; ao inv\u00e9s disso ela quer e realiza seus desejos, permitindo que as categorias b\u00e1sicas da realidade passem atrav\u00e9s de sua experi\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>As brincadeiras de faz-de-conta quando motivadas na pr\u00e9-escola &#8211; por meio de est\u00edmulos ambientais como espa\u00e7os devidamente estruturados e est\u00edmulos emocionais como conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias, teatro e livros \u2013 facilitam o desenvolvimento infantil, no que diz respeito a passagem da fase sincr\u00e9tica para o pensamento objetivo, privilegiando as fun\u00e7\u00f5es mentais como mem\u00f3ria, aten\u00e7\u00e3o e imagina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A import\u00e2ncia de disponibilizar espa\u00e7os l\u00fadicos nas escolas em que as crian\u00e7as interajam em suas brincadeiras n\u00e3o reside apenas em recrea\u00e7\u00e3o, mas em um espa\u00e7o de constru\u00e7\u00e3o e apropria\u00e7\u00e3o da linguagem no que ela traz dentro de seu campo como: significados, significa\u00e7\u00f5es, referentes, representa\u00e7\u00f5es e simboliza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Sem este espa\u00e7o e sem este momento, a crian\u00e7a \u00e9 prejudicada em seu desenvolvimento natural e por vezes a escola pode ser o \u00fanico aparato para tais momentos. De acordo coma semi\u00f3loga Cristina Corea e o Historiador Ign\u00e1cio Lewkowicz, devido a muta\u00e7\u00f5es culturais, as crian\u00e7as j\u00e1 n\u00e3o se diferenciam dos adultos, fundamentalmente por duas raz\u00f5es: a rela\u00e7\u00e3o com o consumo e o acesso a informa\u00e7\u00e3o por meio da tecnologia.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Em rela\u00e7\u00e3o as mudan\u00e7as estruturais que vivemos, em uma sociedade que valoriza a competi\u00e7\u00e3o expressa nos jogos eletr\u00f4nicos, quando n\u00e3o proporcionamos \u00e0 crian\u00e7a, um espa\u00e7o em que ela crie significa\u00e7\u00f5es na intera\u00e7\u00e3o com os outros e com a linguagem e oferecemos somente o mundo individualistas dos jogos eletr\u00f4nicos que est\u00e1 intrinsicamente, ligado ao mercado de consumo, estamos criando um futuro de individualismo e viol\u00eancia. Al\u00e9m disso, poderemos ver a configura\u00e7\u00e3o de novos dist\u00farbios de aprendizagem com novos r\u00f3tulos.<\/p>\n\n\n\n<p>A hiperatividade e os transtornos de aten\u00e7\u00e3o decorrem do tempo escasso de concentra\u00e7\u00e3o em um objeto mental, onde a mente, de maneira imediata, tenta se deslocar&nbsp; e encontrar outro objeto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O excesso nas atividades, em torno de jogos eletr\u00f4nicos causa este deslocamento mental cada vez mais r\u00e1pido, tornando a pessoa menos capaz em se concentrar, por exemplo, em uma interpreta\u00e7\u00e3o de texto e mais capaz na competitividade.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Quais capacidades, que vamos preferir para o futuro dos jovens.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>GON\u00c7ALVES, M.F.C. Representa\u00e7\u00e3o e faz-de-conta na educa\u00e7\u00e3o infantil: entendendo os processos de desenvolvimento da crian\u00e7a in: UTSUMI;M.C. (org.) Entrela\u00e7ando saberes \u2013 Contribui\u00e7\u00f5es para a forma\u00e7\u00e3o de professores e as pr\u00e1ticas escolares. Florian\u00f3polis: Insular, 2002, p.71-91.<\/p>\n\n\n\n<p>HUIZINGA J. H.&nbsp; Homo Ludens. S\u00e3o Paulo: Perspectiva, 1996.<\/p>\n\n\n\n<p>L\u00d2PEZ M.E.&nbsp; Um mundo aberto \u2013 Cultura a primeira inf\u00e2ncia. S\u00e3o Paulo: Selo Em\u00edlia. 2018.<\/p>\n\n\n\n<p>OLIVEIRA Z.M.R.&nbsp; Acrian\u00e7a e seu desenvolvimento \u2013 perspectiva para se discutir a educa\u00e7\u00e3o infantil. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2000.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este artigo traz a import\u00e2ncia do faz-de-conta na forma\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a em seu aspecto social, psicol\u00f3gico e cultural. 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