{"id":361,"date":"2021-05-19T00:01:00","date_gmt":"2021-05-19T00:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=361"},"modified":"2021-06-22T20:28:42","modified_gmt":"2021-06-22T20:28:42","slug":"infantil-o-desenvolvimento-educacao-da-crianca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/infantil-o-desenvolvimento-educacao-da-crianca\/","title":{"rendered":"Infantil \u2013 O desenvolvimento Educa\u00e7\u00e3o da Crian\u00e7a"},"content":{"rendered":"\n<p>As ci\u00eancias humanas tem se dedicado, por parte de seus pesquisadores, em delinear o desenvolvimento infantil de crian\u00e7as de zero a seis anos. Novas necessidades sociais relativas \u00e0 fam\u00edlia creche e pr\u00e9-escola t\u00eam demandado investiga\u00e7\u00f5es sobre o modo de ser e de se desenvolver da crian\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o&nbsp; <\/strong><strong>\t<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Focalizaremos neste artigo para pesquisas nas \u00e1reas da pedagogia, educa\u00e7\u00e3o e psicologia para quest\u00f5es circunscritas \u00e0 intera\u00e7\u00e3o e a apropria\u00e7\u00e3o da l\u00edngua escrita pelas crian\u00e7as. Seguindo um vi\u00e9s que considera a crian\u00e7a, como sujeitos de seu pr\u00f3prio desenvolvimento se oferecer\u00e1 neste artigo uma vis\u00e3o cr\u00edtica sobre a educa\u00e7\u00e3o que v\u00ea a inf\u00e2ncia somente como um per\u00edodo de car\u00eancia n\u00e3o levando a s\u00e9rio as maneiras de agir e interagir das crian\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitas vezes n\u00e3o oferecem para as crian\u00e7as pequenas, um ambiente organizado e estruturador para que a crian\u00e7a seja coautora da situa\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<p>Veremos neste artigo as acep\u00e7\u00f5es de pesquisadores como Bakhtin e Vygotsky em torno da aquisi\u00e7\u00e3o da linguagem, e esta como produto do meio social em sua dimens\u00e3o ideol\u00f3gica. Seguindo esta trajet\u00f3ria estudaremos \u201ca ideologia do cotidiano\u201d, termo usado por Bakhtin para explicitar o dom\u00ednio da palavra interior e exterior expressa por meio de nossos atos gestos ou palavras. Por ultimo desenvolveremos o conceito de experi\u00eancia trazendo a vis\u00e3o do fil\u00f3sofo alem\u00e3o Walter Benjamin (1892-1940) no que diz respeito ao conceito de experi\u00eancia e sua rela\u00e7\u00e3o com as narrativas orais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A aquisi\u00e7\u00e3o da linguagem pelas crian\u00e7as \u2013 Bakhtin\/Vygotsky <\/strong><strong>\t<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A complementaridade das ideias de Bakhtin e Vygotsky sobre a linguagem \u00e9 a acep\u00e7\u00e3o de que ela \u00e9 o espa\u00e7o de recupera\u00e7\u00e3o do sujeito como ser hist\u00f3rico e social.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Bakhtin a linguagem precisa ser considerada como fen\u00f4meno s\u00f3cio ideol\u00f3gico se quisermos analisa-la em sua devida complexidade. A sua forma de apreens\u00e3o ser\u00e1 dialogicamente no fluxo da hist\u00f3ria, desta forma, este autor constr\u00f3i a sua concep\u00e7\u00e3o de linguagem em uma posi\u00e7\u00e3o cr\u00edtica \u00e0s correntes contempor\u00e2neas da linguagem que n\u00e3o consideram a l\u00edngua como fen\u00f4meno social (JOBIM E SOUZA 2000 p. 12).<\/p>\n\n\n\n<p>Vygotsky, em outra abordagem sobre a linguagem, elabora uma teoria s\u00f3cio psicol\u00f3gica da rela\u00e7\u00e3o entre pensamento e palavra que considera a linguagem um fator decisivo na constitui\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es psicol\u00f3gicas superiores e na constru\u00e7\u00e3o da subjetividade. Para este autor a passagem de respostas psicol\u00f3gicas primitivas a est\u00edmulos externos \u00e0s fun\u00e7\u00f5es superiores do psiquismo se da por meio da utiliza\u00e7\u00e3o de instrumentos, divis\u00e3o social do trabalho e a pr\u00f3pria necessidade de intera\u00e7\u00e3o social. O resultado do desenvolvimento hist\u00f3rico-social por meio das atividades pr\u00e1ticas \u00e9 a evolu\u00e7\u00e3o ps\u00edquica.<\/p>\n\n\n\n<p>Tanto Bakhtin como Vygotsky elaboraram uma teoria que coloca a linguagem como ponto de partida na investiga\u00e7\u00e3o das quest\u00f5es humanas e sociais se opondo aos paradigmas cientificistas de correntes positivistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para compreendermos como a crian\u00e7a constr\u00f3i a linguagem na acep\u00e7\u00e3o de Bakhtin, ser\u00e1 preciso considerar a linguagem n\u00e3o somente como um sistema de normas abstrato e sim como uma pr\u00e1tica viva que gera significa\u00e7\u00f5es de conte\u00fado \u00e9tico e ideol\u00f3gico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Este autor afirma que \u201cna realidade, n\u00e3o s\u00e3o palavras o que pronunciamos ou escutamos, mas verdades e mentiras, coisas boas ou m\u00e1s, importantes ou triviais, agrad\u00e1veis ou desagrad\u00e1veis etc.\u201d. A palavra est\u00e1 sempre carregada de um conte\u00fado ou de um sentido ideol\u00f3gico ou vivencial. (BAKHTIN, 1981),<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, o discurso verbal est\u00e1 atrelado a um conte\u00fado vivencial que reproduz ju\u00edzos de valores e crit\u00e9rios \u00e9ticos, pol\u00edticos, cognitivos e afetivo. Neste sentido, o autor se afasta de concep\u00e7\u00f5es positivistas da linguagem que focalizam somente para normas abstratas sem levar em conta o ato da fala, que carrega uma complexidade de fatores.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outro ponto importante das an\u00e1lises de Bakhtin sobre a linguagem \u00e9 a entona\u00e7\u00e3o da fala que relaciona a palavra com um contexto extra verbal, localizando-se na fronteira entre o verbal e o n\u00e3o verbal. Junto com as palavras acontecem gestos, express\u00f5es faciais, entona\u00e7\u00f5es e tonalidades.<\/p>\n\n\n\n<p>A crian\u00e7a apreende a palavra em sua condi\u00e7\u00e3o de signo, do meio social e a interioriza para posteriormente retorna-la por meio de processos interacionais em uma forma diferenciada, pois os contextos s\u00e3o tamb\u00e9m diferentes. Portanto na acep\u00e7\u00e3o de Bakhtin a aquisi\u00e7\u00e3o da linguagem pela crian\u00e7a \u00e9 mediada pelo meio social com sua multiplicidade de fatores.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Vygotsky o uso da linguagem se constitui na condi\u00e7\u00e3o mais importante do desenvolvimento das estruturas psicol\u00f3gicas superiores (a consci\u00eancia) da crian\u00e7a. Podemos dizer que para Vygotsky a fun\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica aparece primeiro no \u00e2mbito social , e, mais tarde, no \u00e2mbito individual. A fala inicialmente exerce a fun\u00e7\u00e3o de comunica\u00e7\u00e3o entre a crian\u00e7a e o meio, e, nesse processo, v\u00e3o se construindo as condi\u00e7\u00f5es para que se transforme em fala interna, quando exercer\u00e1 a fun\u00e7\u00e3o de organizar o pensamento. A fala interna se desenvolve mediante as trocas estruturais e funcionais derivadas da fala social (VYGOTSKY 1934\/2001)<\/p>\n\n\n\n<p>O autor aponta que por volta dos dois anos de idade se estabelece um nexo entre pensamento e fala resultando em um grande salto no desenvolvimento do sujeito.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A partir deste ponto a crian\u00e7a poder\u00e1 explorar a rela\u00e7\u00e3o entre signo e significado, pois a fala passa a ter uma fun\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica, a palavra ao mesmo tempo conceitua e representa o objeto. Neste sentido, a medida que a fala evolui, o pensamento tamb\u00e9m evolui, pois novas representa\u00e7\u00f5es e conceitua\u00e7\u00f5es surgir\u00e3o a cada ato comunicativo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Bakhtin e a ideologia do cotidiano<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Todo o contexto ideol\u00f3gico e cotidiano nos influencia e se expressa por meio dos nossos gestos, atos ou palavras, permitindo que os sistemas ideol\u00f3gicos constitu\u00eddos (moral, arte, religi\u00e3o, pol\u00edtica, ci\u00eancia&#8230;) cristalizem-se a partir dele.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Bakhtin utilizou o termo \u201cideologia do cotidiano\u201d, para definir a rela\u00e7\u00e3o dial\u00e9tica de uma sociedade em seu cotidiano com os sistemas ideol\u00f3gicos constitu\u00eddos. A partir desta rela\u00e7\u00e3o, cada ato comunicativo carregar\u00e1 aspectos deste sistema ideol\u00f3gico, fazendo que na fala de cada um, identifiquemos, por vezes, preconceitos raciais e de extratos sociais advindos de um sistema que possui em sua base segrega\u00e7\u00f5es deste tipo.<\/p>\n\n\n\n<p>Em um trabalho pedag\u00f3gico, que abarque a produ\u00e7\u00e3o de texto por meio da an\u00e1lise da fala das crian\u00e7as em atitudes vivenciais e cotidianas, \u00e9 importante investigar as origens de suas no\u00e7\u00f5es sobre um determinado assunto e fazer vir \u00e0 tona o campo ideol\u00f3gico a que elas est\u00e3o sujeitas, quando, por exemplo, elas reproduzem em suas falas a descrimina\u00e7\u00e3o social, o individualismo e a competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>E importante observar que algumas vezes as crian\u00e7as constroem opini\u00f5es sobre seus colegas advindas de conceitos estigmatizados que s\u00e3o criados pelo discurso dominante. Quando se prop\u00f5e atividades que v\u00e3o de encontro com a cria\u00e7\u00e3o de textos, de narrativas orais podemos vislumbrar o quanto o sistema ideol\u00f3gico constitu\u00eddo pelos discursos dominantes est\u00e3o presentes na linguagem. Neste caso, \u00e9 o papel do professor desmistificar algumas premissas etnoc\u00eantricas e moralistas por traz de algumas falas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Experi\u00eancias e narrativas orais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O conceito de experi\u00eancia e sua rela\u00e7\u00e3o com as narrativas orais, trazido pelo fil\u00f3sofo alem\u00e3o Walter Benjamin foi constru\u00eddo sob uma vis\u00e3o critica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s novas formas de sociabilidade criada pelas rela\u00e7\u00f5es modernas atreladas ao modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;A experiencia na modernidade se atrofiou, na vis\u00e3o deste autor, a experiencia comum, compartilhada pelos v\u00e1rios membros de uma sociedade, calcada na mem\u00f3ria e que garantiria a exist\u00eancia de uma experiencia coletiva e de uma hist\u00f3ria dos homens, est\u00e1 em lena crise no mundo capitalista moderno (SAWAYA,p.32).<\/p>\n\n\n\n<p>O conceito de experiencia em Walter Benjamin surge em 1913, quando tinha 21 anos primeiramente como cr\u00edtica a posicionamentos fatalistas como sin\u00f4nimo de mascara do adulto, em que frente ao esp\u00edrito de procura dos jovens, mostra-se fechado a qualquer impulso para a pesquisa e reflex\u00e3o. Benjamin mostra-nos o sentido da experiencia que possui conte\u00fado reflexivo em contraste com a alega\u00e7\u00e3o fatalista de que qualquer busca realizada em dire\u00e7\u00e3o a um posicionamento cr\u00edtico ao j\u00e1 experimentado est\u00e1 fadada ao erro. Para tal posicionamento o autor faz coro com Espinosa, onde, para o pesquisador o erro \u00e9 apenas um novo alento (BENJAMIN, 2002 p.23).<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 em 1933, em \u201cExperi\u00eancia e Pobreza\u201d denuncia o car\u00e1ter med\u00edocre da experi\u00eancia na modernidade. No sentido que a sociedade desta \u00e9poca advinda da revolu\u00e7\u00e3o industrial e dos processos decorrentes da divis\u00e3o de classe e da aliena\u00e7\u00e3o empobrece a experi\u00eancia oral veiculada por meio de hist\u00f3rias e prov\u00e9rbios populares. A sua narrativa est\u00e1 expressa nas seguintes quest\u00f5es: que moribundos dizem hoje palavras t\u00e3o dur\u00e1veis que possam ser transmitidas como um anel, de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o? Quem \u00e9 ajudado, hoje, por um prov\u00e9rbio oportuno? Quem tentar\u00e1, sequer, lidar com a juventude invocando sua experi\u00eancia? (BENJAMIN, 1987 P114-119).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Podemos vislumbrar de maneira sint\u00e9tica que acr\u00edtica de Walter Benjamin se direciona para a atrofia da experi\u00eancia, provocada pelas novas formas de sociabilidade criadas na modernidade. Com a atrofia da experi\u00eancia, \u00e9 a identidade de cada um que entra em crise, \u00e9 a constitui\u00e7\u00e3o de cada um como sujeito que se torna problem\u00e1tica, surgindo assim o terreno f\u00e9rtil para a aliena\u00e7\u00e3o a que est\u00e1 sujeito o homem contempor\u00e2neo (SAWAYA, 2000p. 33).<\/p>\n\n\n\n<p>Traduzindo esta atrofia para o mundo infantil e um mundo perif\u00e9rico representado em extratos socialmente pobres, veremos por meio de relatos e hist\u00f3rias, mostradas pela pesquisadora Sandra Maria Sawaya, que esta atrofia se revela na experi\u00eancia da precariedade de vivencias, da provisoriedade dos objetos, a amea\u00e7a do estigma, do preconceito e a ideia de fracasso reunindo todos em uma \u201ccomunidade de destino\u201d (IDEM, p.46).<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa de Sawaya feita sobre hist\u00f3rias contadas por crian\u00e7as residentes em um bairro perif\u00e9rico de S\u00e3o Paulo, nos aponta que por meio de falas fragmentadas que estas crian\u00e7as tentam reconstruir um di\u00e1logo entre v\u00e1rios mundos &#8211;&nbsp; o mundo rural dos antepassados, o mundo da pobreza urbana e o mundo da modernidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo teve o intuito de mostrar como se processa a forma\u00e7\u00e3o da linguagem em crian\u00e7as de zero a seis anos de idade. Vimos que a forma\u00e7\u00e3o da linguagem n\u00e3o se d\u00e1 por processos neutros, ou seja, separados do meio social, como afirmam algumas concep\u00e7\u00f5es positivistas. As concep\u00e7\u00f5es sobre a linguagem de Bakhtin e Vygotsky, e as concep\u00e7\u00f5es sobre experi\u00eancia e narrativa de Walter Benjamin, nos ajudam a termos um posicionamento em rela\u00e7\u00e3o a constru\u00e7\u00e3o da linguagem pela crian\u00e7a.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>BENJAMIN W. Reflex\u00f5es sobre a crian\u00e7a, o brinquedo e a educa\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo, editora 34, 2002.<\/p>\n\n\n\n<p>OLIVEIRA, Z. M. R.&nbsp; A Crian\u00e7a e seu desenvolvimento \u2013 perspectiva para se discutir a educa\u00e7\u00e3o infantil, S\u00e3o Paulo, Cortez, 2000.<br><br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As ci\u00eancias humanas tem se dedicado, por parte de seus pesquisadores, em delinear o desenvolvimento infantil de crian\u00e7as de zero a seis anos. 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