{"id":355,"date":"2021-02-24T01:52:00","date_gmt":"2021-02-24T01:52:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=355"},"modified":"2021-02-15T19:53:54","modified_gmt":"2021-02-15T19:53:54","slug":"producao-de-texto-na-educacao-narrativa-imaginacao-fantasia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/producao-de-texto-na-educacao-narrativa-imaginacao-fantasia\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o de texto na educa\u00e7\u00e3o \u2013 narrativa\/ imagina\u00e7\u00e3o\/fantasia"},"content":{"rendered":"\n<p>Para abordar a produ\u00e7\u00e3o de texto como proposta did\u00e1tica \u00e9 preciso uma an\u00e1lise de alguns fundamentos da criatividade liter\u00e1ria como: a fun\u00e7\u00e3o da narrativa oral; a imagina\u00e7\u00e3o e a fantasia.<\/p>\n\n\n\n<p>A crian\u00e7a j\u00e1 possui naturalmente uma afinidade com estes fundamentos, quando conta uma hist\u00f3ria de seu cotidiano, pois nessa <em>conta\u00e7\u00e3o <\/em>ela ilustra sua hist\u00f3ria com alus\u00f5es imagin\u00e1rias e at\u00e9 fant\u00e1sticas, principalmente quando os fatos narrados, fogem um pouco de seu campo de no\u00e7\u00e3o l\u00f3gica, por apresentarem conte\u00fados abstratos como emo\u00e7\u00f5es sentimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Na sociedade, a fun\u00e7\u00e3o narrativa da linguagem foi, de certo modo, decentralizada da comunica\u00e7\u00e3o pelo modo de produ\u00e7\u00e3o industrial e capitalista. Esta fun\u00e7\u00e3o se diluiu no cotidiano das pessoas, de forma fragmentada, pois a narra\u00e7\u00e3o oral \u00e9 ao mesmo tempo um relato do cotidiano como tamb\u00e9m uma apropria\u00e7\u00e3o ativa da hist\u00f3ria do sujeito&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O narrador, somente se efetiva quando se apropria de sua hist\u00f3ria, tornando-se um sujeito consciente e cr\u00edtico de todo fen\u00f4meno social que lhe afeta. Nos dia de hoje a comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 utilit\u00e1ria e informativa seu conte\u00fado \u00e9 superficial, trazendo apenas o necess\u00e1rio para qualquer a\u00e7\u00e3o humana dentro de um mundo que valoriza somente o utilitarismo e a produ\u00e7\u00e3o material.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O escritor e fil\u00f3sofo, Walter Benjamin, vislumbrou a dificuldade e o empobrecimento da narrativa revelando que a modernidade reduz as chances de cada indiv\u00edduo integrar a sua experi\u00eancia, pois a narra\u00e7\u00e3o do que vivenciou tornam-se fragmentos. Para Adorno (1978), neste mesmo racioc\u00ednio, o campo imagin\u00e1rio que proporciona narrativas pessoais, \u00e9 preenchido com fatos externos \u00e0 suas vidas, como, imprensa, fotografia e imprensa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOs fatos exteriores, englobados que est\u00e3o nos produtos da chamada cultura de massa e, mais propriamente, da ind\u00fastria cultural, s\u00e3o eles produtos \u201cadaptados ao consumo de massas\u201d, e por elas determinados, passando a constituir um sistema que produz bens a serem consumidos por um determinado p\u00fablico\u201d (ADORNO, 1978).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Portanto, segundo Walter Benjamin e Adorno, as caracter\u00edsticas b\u00e1sicas da cultura de massa s\u00e3o a persuas\u00e3o e o conformismo substituindo a autonomia e a consci\u00eancia do sujeito. A partir destas premissas, tentarei tra\u00e7ar uma trajet\u00f3ria que possibilite para os professores, trabalharem, produ\u00e7\u00e3o de texto com seus alunos, partindo de algumas fun\u00e7\u00f5es e fundamentos da atividade criativa e liter\u00e1ria como: a narrativa, a imagina\u00e7\u00e3o e a fantasia, todas estas fun\u00e7\u00f5es e fundamentos, obviamente, orbitam em torno da palavra.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A fun\u00e7\u00e3o Narrativa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para abordar a narrativa, primeiro trago as quest\u00f5es colocadas pela professora e psic\u00f3loga Sandra Maria Sawaya sobre historicidade.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Ser\u00e1 poss\u00edvel reencontrar o sujeito na sua historicidade?<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Seria poss\u00edvel reconstituir, tamb\u00e9m a escola como espa\u00e7o de redescoberta desse sujeito em suas experi\u00eancias em sua historicidade?<\/p>\n\n\n\n<p>Podemos responder a estas perguntas com a pr\u00e1tica pedag\u00f3gica de centralizar a crian\u00e7a em um ensino\/aprendizagem que valorize sua autonomia e sua subjetividade. No sentido de trabalhar constru\u00e7\u00f5es textuais, a partir das narrativas que estas crian\u00e7as trazem sobre uma variedade de assuntos. As crian\u00e7as vivem em grupos brincam, conversam, perguntam contam hist\u00f3rias e intercambiam suas experi\u00eancias (SAWAYA). As narrativas infantis s\u00e3o carregadas de mem\u00f3rias do cotidiano e dos espa\u00e7\u00f5es de conviv\u00eancias. A forma narrativa da linguagem \u00e9 caracter\u00edstica do discurso infantil, quando descrevem situa\u00e7\u00f5es cotidianas, revestem ordena\u00e7\u00f5es temporais e espaciais, com mist\u00e9rios e fantasias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na pesquisa de Sandra Maria Sawaya feita sobre um grupo de crian\u00e7as de zero a nove anos e suas fam\u00edlias em um bairro da periferia de S\u00e3o Paulo (SAWYA, 1992) ela descreve como as crian\u00e7as categorizam os eventos:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Lugares de circula\u00e7\u00e3o de carros, bicicletas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Lugares onde n\u00e3o se pode ir, perigosos, revestidos de mist\u00e9rios, alvo de fantasias (onde desce o lobisomem, na vis\u00e3o destas crian\u00e7as pesquisadas).<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; lugares Proibidos, onde se deu o assassinato de algu\u00e9m.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nestas categorias de lugares feitas por estas crian\u00e7as podemos ver como elas organizam suas narrativas em dimens\u00f5es espaciais e temporais e como poder\u00edamos trabalhar em produ\u00e7\u00f5es textuais que proporcionariam a elas uma constru\u00e7\u00e3o subjetiva, hist\u00f3rica e de apropria\u00e7\u00e3o de saber lingu\u00edstico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Imagina\u00e7\u00e3o\/fantasia e criatividade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A imagina\u00e7\u00e3o e fantasia integram junto com a narrativa as fun\u00e7\u00f5es da escrita criativa. Existe uma diferencia\u00e7\u00e3o um pouco arbitr\u00e1ria entre imagina\u00e7\u00e3o e fantasia em que coloca a imagina\u00e7\u00e3o como uma a\u00e7\u00e3o reprodutora da realidade e a fantasia como uma a\u00e7\u00e3o criativa em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 realidade. Para o escritor Gianni Rodari, imagina\u00e7\u00e3o e fantasia pertenceram por muito tempo, exclusivamente \u00e0 hist\u00f3ria da filosofia e posterirormente bem mais recente ao campo da psicologia.<\/p>\n\n\n\n<p>Os antigos, de Arist\u00f3teles a Santo Agostinho, n\u00e3o dispunham em suas l\u00ednguas de dus palavras para distinguir entre imagina\u00e7\u00e3o e fantasia. Enem assinalar a suas diferentes fun\u00e7\u00f5es. Foi com Wolff no s\u00e9culo XVII que se iniciou uma primeira distin\u00e7\u00e3o entre a faculdade de produzir percep\u00e7\u00f5es das coisas sens\u00edveis e a <em>facultas fingendei, <\/em>que consiste em produzir mediante a divis\u00e3o e a composi\u00e7\u00e3o das imagens, a imagem de uma coisa nunca percept\u00edvel ao sentido (RODARI, p. 161, 1982).<\/p>\n\n\n\n<p>Hegel em uma concep\u00e7\u00e3o um tanto classista e segregativa definiu a imagina\u00e7\u00e3o como reprodutiva e a fantasia como criativa, no sentido que os poetas podem fantasiar e o homem comum s\u00f3 pode imaginar com objetivos pr\u00e1ticos.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, na filosofia, a diferen\u00e7a colocada entre imagina\u00e7\u00e3o e fantasia ia de encontro a um sistema funcional de classes, uns pode fantasiar e outros somente imaginar, neste sentido era atribu\u00eddo um ju\u00edzo de valor sobre tais fun\u00e7\u00f5es, como, se imaginar fosse atribu\u00eddo a setores pr\u00e1ticos da sociedade como os trabalhadores e fantasiar, aos setores criativos da sociedade. Neste movimento complexo de discuss\u00f5es e conceitos concluiu-se que tanto a imagina\u00e7\u00e3o como a fantasia est\u00e1 no campo da criatividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando setores da psicologia tomaram parte nesta discuss\u00e3o estes conceitos tornaram-se mais compreendidos para aproxima-los do homem comum e da educa\u00e7\u00e3o, principalmente nas acep\u00e7\u00f5es de Vygotsky. Para Vygotsky a imagina\u00e7\u00e3o \u00e9 descrita como modo de operar da mente humana, este autor reconhece a todos os homens, e n\u00e3o poucos privilegiados, uma comum atitude criativa.<\/p>\n\n\n\n<p>A diferen\u00e7a destas criatividades s\u00e3 produtos de fatores sociais e culturais. Na crian\u00e7a, a brincadeira e o jogo n\u00e3o s\u00e3o simples recorda\u00e7\u00e3o de impress\u00f5es vividas, mas uma reelabora\u00e7\u00e3o criativa delas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para o trabalho com cria\u00e7\u00e3o textual o professor precisa desenvolver em si mesmo os h\u00e1bitos da cria\u00e7\u00e3o de imagina\u00e7\u00e3o do empenho construtivo em uma s\u00e9rie de atividades que s\u00e3o enfim consideradas semelhantes a produ\u00e7\u00e3o pict\u00f3rica, pl\u00e1stica, dram\u00e1tica, musical, afetiva, moral (valores, normas de conviv\u00eancia) cognoscitiva ( cient\u00edfica, lingu\u00edstica e sociol\u00f3gica) e l\u00fadica (RODARI,p.127 1982)&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Palavra na criatividade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O centro de toda cria\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria \u00e9 a palavra, colocada na narrativa, na imagina\u00e7\u00e3o e na fantasia \u00e9 ve\u00edculo de sentidos e sons. Uma palavra pode se desdobrar em muitos significantes e significa\u00e7\u00f5es que s\u00e3o transmitidos na oralidade de uma narrativa como em uma constru\u00e7\u00e3o especificamente escrita. A palavra pode ser analisada em duas articula\u00e7\u00f5es da l\u00edngua, a primeira articula\u00e7\u00e3o, que compreende a palavra em si como unidade de sentido dentro de um texto, e a segunda articula\u00e7\u00e3o, onde a palavra \u00e9 analis\u00e1vel em uma sucess\u00e3o de unidades em que cada uma contribui para distingui-la das outras. Quando analisamos palavras pr\u00f3ximas em seus sons, podemos entender melhor esta teoria lingu\u00edstica.<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo: casa e caso \u2013 s\u00e3o diferentes porque uma unidade de segunda articula\u00e7\u00e3o foi trocada, o \u201cA\u201d foi trocado pelo \u201cO\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste exemplo podemos ver que o som, ou a dimens\u00e3o fon\u00e9tica da linguagem foi respons\u00e1vel pela mudan\u00e7a de sentido da palavra. Portanto sentido e fon\u00e9tica fazem parte das palavras.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para Rodari, \u201cuma palavra escolhida ao acaso e lan\u00e7ada \u00e0 mente, produz ondas de superf\u00edcie e de profundidade, provoca uma s\u00e9rie infinita de rea\u00e7\u00f5es em cadeia, agitando em sua queda sons e imagens, analogias e recorda\u00e7\u00f5es, significados e sonhos, em um movimento que toca a experi\u00eancia e a mem\u00f3ria, a fantasia e o inconsciente\u201d (RODARI, 1982 P.12).<\/p>\n\n\n\n<p>Para finalizar, podemos dizer, que quando trabalhamos a escrita criativa com as crian\u00e7as, onde elas podem descrever seu cotidiano desde uma forma oral, a princ\u00edpio, at\u00e9 chegar a um trabalho textual, estamos trabalhando dentro da complexidade das rela\u00e7\u00f5es sociais, culturais e ambientais, pois a palavra tem o poder de recordar, imaginar, fantasiar e a nossa mente, diante do est\u00edmulo da palavra interage, aceita, rejeita, relaciona, censura, destr\u00f3i e constr\u00f3i.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo teve o intuito de contribuir um pouco com as propostas did\u00e1ticas que se direcionam para a produ\u00e7\u00e3o de texto dos alunos. A abordagem hist\u00f3rica, social e filos\u00f3fica colabora para termos uma ideia mais clara de alguns pressupostos da linguagem, mesmo que seja ainda em uma forma panor\u00e2mica e introdut\u00f3ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outra colabora\u00e7\u00e3o que traz uma abordagem deste tipo \u00e9 o conhecimento hist\u00f3rico das dificuldades e problemas que ocorrem no \u00e2mbito da linguagem, como os que s\u00e3o revelados nas produ\u00e7\u00f5es e interpreta\u00e7\u00f5es de texto, tanto de crian\u00e7as como de adolescentes. Podemos concluir, junto a hist\u00f3ria dos fatos sociais, que as dificuldades tanto produtivas quanto interpretativas nascem de uma cultura alienante, que aparta o sujeito de sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria, substituindo-a por um imagin\u00e1rio ideal criado pelas grandes ind\u00fastrias de informa\u00e7\u00e3o e entretenimento.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>SAWAYA S. M. Narrativas orais e experi\u00eancia: as crian\u00e7as de Jardim Piratininga. In OLIVEIRA, Z M R A crian\u00e7a e se desenvolvimento \u2013 Perspectiva para de discutir a educa\u00e7\u00e3o infantil. S\u00e3o Paulo: Cortez 2000.<\/p>\n\n\n\n<p>RODARI G. Gram\u00e1tica da Fantasia. S\u00e3o Paulo. Summus, 1982.<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para abordar a produ\u00e7\u00e3o de texto como proposta did\u00e1tica \u00e9 preciso uma an\u00e1lise de alguns fundamentos da criatividade liter\u00e1ria como: a fun\u00e7\u00e3o da narrativa oral; a imagina\u00e7\u00e3o e a fantasia. 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