{"id":343,"date":"2021-02-17T01:45:00","date_gmt":"2021-02-17T01:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=343"},"modified":"2021-02-09T15:46:09","modified_gmt":"2021-02-09T15:46:09","slug":"relacao-entre-educacao-e-psicologia-pesquisa-participante","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/relacao-entre-educacao-e-psicologia-pesquisa-participante\/","title":{"rendered":"Rela\u00e7\u00e3o entre educa\u00e7\u00e3o e psicologia &#8211; pesquisa participante"},"content":{"rendered":"\n<p>Este texto tem como eixo: O professor pesquisador de seu meio, frente aos problemas enraizados no \u00e2mbito educacional. A pesquisa docente se adequa ao modelo participante e traz por meio de conte\u00fados quantitativos e qualitativos, o delineamento de um problema.&nbsp; Os dois pontos basilares para uma pesquisa s\u00e3o: o problema e a hip\u00f3tese.<\/p>\n\n\n\n<p>O descobrimento de um problema acontece quando h\u00e1 um olhar cr\u00edtico atrelado a uma pesquisa primeiramente bibliogr\u00e1fica e posteriormente historiogr\u00e1fica. A an\u00e1lise bibliogr\u00e1fica e historiogr\u00e1fica ter\u00e1 que ser regida por uma curiosidade sem\u00e2ntica, ou seja, correr a traz do sentido de um fato hist\u00f3rico ou teoria.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No contexto atual da educa\u00e7\u00e3o e diante dos problemas sociais que hoje a transpassam, a pesquisa e a produ\u00e7\u00e3o de um conte\u00fado vivencial necessitam de estrat\u00e9gias metodol\u00f3gicas. Estas estrat\u00e9gias ir\u00e3o permitir a supera\u00e7\u00e3o das dicotomias sujeito-objeto, teoria-pr\u00e1tica, presentes nos processos de pesquisas educacionais. Fundando uma vis\u00e3o inovadora para a aproxima\u00e7\u00e3o desta atualidade (BRAND\u00c3O 1999 p18). Isto ir\u00e1 possibilitar uma produ\u00e7\u00e3o coletiva de conhecimentos em torno de vivencias, interesses e necessidades dos grupos situados de maneira hist\u00f3rica e socialmente.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir destas premissas, este artigo ir\u00e1 abordar a cr\u00edtica ao pragmatismo educacional que acontece na atualidade, quando este pragmatismo se fundamenta em teorias cient\u00edficas de cunho mais psicol\u00f3gicos e biol\u00f3gicos do que social.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Focalizaremos neste artigo para sugest\u00f5es de&nbsp; trabalho de pesquisa docente, em torno de tem\u00e1ticas que envolve a rela\u00e7\u00e3o de duas bases epistemol\u00f3gicas que est\u00e3o presentes no \u00e2mbito escolar; a educa\u00e7\u00e3o e a psicologia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para visualizar os pontos de intersec\u00e7\u00e3o entra psicologia e educa\u00e7\u00e3o ser\u00e1 preciso uma an\u00e1lise hist\u00f3rica e social, de forma panor\u00e2mica, sobre o novo paradigma pol\u00edtico e cultural p\u00f3s-revolu\u00e7\u00e3o francesa. A nova ordem burguesa vendeu a tese de exist\u00eancia de igualdade de oportunidades na ordem social, que substituiu a sociedade de castas anterior \u00e0 revolu\u00e7\u00e3o, tida como absolutamente injusta. Havia antes uma igualdade separada por castas, plebeus e nobres iguais em suas classes separadas. A partir da revolu\u00e7\u00e3o ouve a passagem da igualdade formal (de castas) do modo absolutista para a desigualdade social real do modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista. Obviamente os dois modos \u2013 absolutista e capitalista \u2013 nunca resolveram os problemas sociais at\u00e9 nossos dias.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Justificativas das desigualdades: modelo absolutista\/modelo capitalista<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Diante do problema da desigualdade, te\u00f3ricos defensores da nova ordem social, precisaram desenvolver o ide\u00e1rio de igualdade de oportunidades calcado na meritocracia e sustentado pelo pensamento filos\u00f3fico, sociol\u00f3gico e psicol\u00f3gico. A principal defesa da nova ordem para justificar as desigualdades foi transformar ou traduzir as desigualdades sociais em desigualdades raciais, pessoais ou culturais (PATTO, p. 50).<\/p>\n\n\n\n<p>No antigo modo absolutista, a nobreza era sustentada e justificada por valores divinos formulados pelo clero, o rei para demostrar a natureza divina do seu poder se cercara de formas ritualizadas e comportamentos distintivos para sacralizar sua pr\u00f3pria imagem. (SOUZA)<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;A partir da instaura\u00e7\u00e3o da nova ordem burguesa, segundo Helena Patto (1999) , as interpreta\u00e7\u00f5es teol\u00f3gicas do mundo, transformaram-se em interpreta\u00e7\u00f5es cient\u00edficas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A providencia foi substitu\u00edda pela fisiologia, ci\u00eancia experimental e positiva que, antes da psicologia, voltou-se para a quest\u00e3o das diferen\u00e7as raciais e individuais (PALIAKOV IN PATTO 1999).<\/p>\n\n\n\n<p>Em um cen\u00e1rio de pesquisas cient\u00edficas sobre diferen\u00e7as raciais advindas da fisiologia, antropologia e biologia, que alegavam a superioridade da ra\u00e7a branca europeia, juntamente com a sociologia funcionalista de Durkheim, nasce \u00e0 psicologia diferencial.<\/p>\n\n\n\n<p>A psicologia diferencial prop\u00f5e a investiga\u00e7\u00e3o quantitativa e objetiva das diferen\u00e7as existentes entre indiv\u00edduos e grupos. O percursor deste modo psicol\u00f3gico e investigativo foi Francis Galton (1822-1911), modo que \u00e9 preconizado at\u00e9 nossos dias por meio de testes e entrevistas, no \u00e2mbito educacional. Galton foi o criador dos testes psicol\u00f3gicos, criando v\u00e1rios testes e medidas de processos sensoriais, anteriores aos testes de intelig\u00eancias (PATTO, P, 58). A hip\u00f3tese principal de Galton era provar que a capacidade intelectual era determinada hereditariamente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A psicologia diferencial viria justificar as diferen\u00e7as sociais diante da \u201cigualdade de oportunidades\u201d preconizada pelo modo capitalista burgu\u00eas. Nas palavras de Hobsbawn (1979) \u201co mundo da classe m\u00e9dia estava livremente aberto a todos. Portanto, os que n\u00e3o conseguiam cruzar seus umbrais demonstravam uma falta de intelig\u00eancia pessoal, de for\u00e7a moral ou de energia que automaticamente os condenava ou, na melhor das hip\u00f3teses, uma heran\u00e7a racial ou hist\u00f3rica que deveria invalida-los eternamente, como se j\u00e1 tivessem feito uso, para sempre, de suas oportunidades\u201d (p. 219-220).<\/p>\n\n\n\n<p>O ingresso da psicologia no campo escolar se da, influenciado pela psicologia diferencial, fundada por Galton. As pesquisas heredit\u00e1rias de Galton desembocaram na <em>eugenia,<\/em> uma das maiores aberra\u00e7\u00f5es cient\u00edficas do s\u00e9culo XX. A palavra eugenia foi varrida de seu livro nas revis\u00f5es de 1949 e 1958 devido a utiliza\u00e7\u00e3o do conceito pelos nazistas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A psicologia diferencial de Galton ser\u00e1 a percursora dos testes de intelig\u00eancias, t\u00e3o preconizados no&nbsp; incremento da escola&nbsp; nova.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;A diferen\u00e7a entre os escolanivistas e Galton, reside na cren\u00e7a dos fundadores da escola nova, em identificar os mais aptos e promove-los socialmente. Em torno desta cren\u00e7a congregaram psic\u00f3logos e pedagogos que, na virada do s\u00e9culo, sonharam com uma psicometria e uma pedagogia a servi\u00e7o de uma sociedade (de classes), igualit\u00e1ria (PATTO, P.62)<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Portanto, com essas premissas comprovadas historicamente, existem dois discursos que perpassam a defesa da nova ordem burguesa, com intuitos de justificar o problema da desigualdade social criado pelo novo modelo de produ\u00e7\u00e3o industrial.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro discurso vem surgir com as teorias racistas entre 1850 e 1930 \u2013 doutrinas antropol\u00f3gicas formuladas pelos fisi\u00f3logos tendo Cabanis como seu principal influenciador desta ideia. M\u00e9dico e fil\u00f3sofo franc\u00eas que defendia teses poligenistas, segundo as quis a origem da esp\u00e9cie humana era m\u00faltipla, concluindo que existiam ra\u00e7as anat\u00f4micas e fisiologicamente distintas e psiquicamente desiguais. Estas ideias ir\u00e3o desembocar em teses altamente racistas sobre heran\u00e7a de caracteres adquiridos e rela\u00e7\u00e3o entra clima e temperamento. Vale lembrar que este arcabou\u00e7o te\u00f3rico tamb\u00e9m \u00e9 abra\u00e7ado pela psic\u00f3loga diferencial com Galton, como j\u00e1 vimos.<\/p>\n\n\n\n<p>O segundo, atrelado ao ide\u00e1rio da escola nova e difundido por psic\u00f3logos e pedagogos at\u00e9 nossos dias, est\u00e1 embasado no m\u00e9rito pessoal. Este discurso ir\u00e1 dar origem a procedimentos de psicometrias de toda ordem \u2013 da mensura\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia at\u00e9 a mensura\u00e7\u00e3o da personalidade, muito em voga nos dias de hoje.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sugest\u00f5es de pesquisa sobre as novas propostas pedag\u00f3gicas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A partir destas informa\u00e7\u00f5es que vimos, sobre a rela\u00e7\u00e3o da psicologia, sociologia e educa\u00e7\u00e3o, proponho agora, elucidar o conceito de pesquisa participante para um posterior trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa participante \u00e9 o modelo metodol\u00f3gico que faz com que as fronteiras dicot\u00f4micas entre sujeito e objeto, colocadas pelas perspectivas positivistas, se diluam, dando lugar a uma concep\u00e7\u00e3o unificada do problema a ser abordado. Isto acontece, quando o professor, na pesquisa de seu campo, constr\u00f3i um conhecimento juntamente com todos os atores envolvidos no processo educacional. Com este conhecimento constru\u00eddo pela pesquisa bibliogr\u00e1fica e por meio de vivencia e trocas interativas ele busca dimensionar os problemas e formular uma hip\u00f3tese abrangente para soluciona-los.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O eixo basilar, para o pesquisador unificar a pesquisa bibliogr\u00e1fica, e o conhecimento vivenciado no cotidiano educacional, \u00e9 a transforma\u00e7\u00e3o do conte\u00fado gerado em conhecimento cient\u00edfico. Para Kosik (1969), o m\u00e9todo cient\u00edfico \u00e9 o meio pelo qual se pode decifrar os fatos revelando sua estrutura oculta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Veremos agora algumas sugest\u00f5es de pesquisas educacionais a partir do que se est\u00e1 sendo colocado como novidade no cen\u00e1rio educacional. Os nossos objetos de pesquisa ser\u00e3o, ent\u00e3o estas novidades.<\/p>\n\n\n\n<p>Gamifica\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>Conceito criado pelo programador brit\u00e2nico Nick Pelling em 2002 e propagado entre os anos de 2010 e 2012. Ser\u00e1 importante para a pesquisa delimitar as diferen\u00e7as que existem entre o conceito de jogo e de gamifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Conceito de jogo na acep\u00e7\u00e3o do pesquisador Johan Huizinga: O jogo se processa dentro de limites temporais; possui regras comuns; se realiza fora da esfera de necessidade ou utilidade material; se realiza em um ambiente de arrebatamento e entusiasmo; torna-se sagrado e festivo de acordo com as circunstancias (HUIZINGA, 1980.p.147).<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Conceito de gamifica\u00e7\u00e3o na acep\u00e7\u00e3o da desenvolvedora de jogos, Jane Macgonical: metas, regras, sistemas de feedback (resultado e estrat\u00e9gias) e participa\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Caracter\u00edsticas b\u00e1sicas da gamifica\u00e7\u00e3o aplicada nas escolas: autonomia, engajamento, metacogni\u00e7\u00e3o, estrat\u00e9gia.<\/p>\n\n\n\n<p>Para delimitar este objeto de pesquisa, a fim de tornar um conhecimento cient\u00edfico, ser\u00e1 preciso, de acordo com as indica\u00e7\u00f5es de Umberto Eco (2002, p.21), problematizar as informa\u00e7\u00f5es sobre o conceito de gamifica\u00e7\u00e3o, para tira-las do senso comum, no sentido de promover a ingenuidade a criticidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Procedimentos anal\u00edticos sobre o objeto de pesquisa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>O objeto do estudo precisa ser reconhec\u00edvel de tal maneira que seja reconhecido pelos outros: definir as condi\u00e7\u00f5es sob as quais podemos falar, com bases em certas regras que estabelecemos ou que outros estabeleceram antes de n\u00f3s. Neste ponto precisaremos investigar os objetivos e caracter\u00edsticas das propostas de gamifica\u00e7\u00e3o, sua origem hist\u00f3rica e em que campo de a\u00e7\u00e3o humana este conceito surgiu e porque este conceito est\u00e1 sendo utilizado como uma novidade did\u00e1tica.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>Deve dizer do objeto, algo que ainda n\u00e3o foi dito, ou rever de uma forma diferente o que j\u00e1 se disse. Neste sentido, devemos problematizar, pois a problematiza\u00e7\u00e3o \u00e9 o ato intelectual de trazer a tona, as bases sociais e filos\u00f3ficas de um conceito, determinada pelo cen\u00e1rio hist\u00f3rico e pol\u00edtico para vislumbrar os verdadeiros objetivos de um novo paradigma.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>&nbsp;Posso investigar, por exemplo, as bases da ci\u00eancia e psicologia que residem na proposta de gamifica\u00e7\u00e3o advindas do funcionalismo e da psicologiza\u00e7\u00e3o da sociologia e que buscam ver na educa\u00e7\u00e3o um campo utilitarista para preparar crian\u00e7as e jovens para o trabalho sem desenvolver a subjetividade cr\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m posso formar um ju\u00edzo cr\u00edtico de uma proposta que valoriza bastante a autonomia das crian\u00e7as, o que \u00e9 uma caracter\u00edstica muito positiva, mas que, sem o trabalho que valorize tamb\u00e9m a heteronomia, a proposta pode estar fadada ao desenvolvimento do individualismo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u00c9 importante lembrar que a heteronomia foi um conceito criado por Kant indicando que o sujeito deve ter responsabilidades com a coletividade, neste sentido, pode-se estabelecer diferen\u00e7as entre games &#8211; causador de muitos problemas relacionados ao individualismo infantil &#8211; e jogos ou brincadeiras tradicionais mais atreladas ao campo l\u00fadico e, portanto mais coletivos.<br><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>O estudo deve ser \u00fatil aos demais. A utilidade de uma pesquisa se mede pela sua relev\u00e2ncia, pois esta qualidade a far\u00e1 indispens\u00e1vel para outras pesquisas futuras. Portanto, outras pesquisas que discorrer\u00e3o sobre o tema da gamifica\u00e7\u00e3o nas escolas, ter\u00e3o como base critica e cient\u00edfica, pesquisas que se debru\u00e7aram em problematiza\u00e7\u00f5es de impacto social, cultural e cient\u00edfico.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>O estudo deve fornecer elementos para a verifica\u00e7\u00e3o e a contesta\u00e7\u00e3o das hip\u00f3teses apresentadas e, portanto para uma continuidade p\u00fablica. Neste sentido devo oferecer algumas provas de minha hip\u00f3tese; metodologias e indica\u00e7\u00f5es de procedimentos de pesquisa. Cabe lembrar que um campo social, como a escola cobra uma elucida\u00e7\u00e3o sobre os objetivos de uma proposta pedag\u00f3gica. No caso da proposta de gamifica\u00e7\u00e3o, saber se est\u00e1 voltada somente para o desenvolvimento de habilidades utilitaristas; para o campo da psicologia social e experimental com objetivo de categorizar os indiv\u00edduos; ou, no seu aspecto positivo, contribuir para a valoriza\u00e7\u00e3o subjetiva do individuo, principalmente no sua caracter\u00edstica cr\u00edtica.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>BRAND\u00c3O C. R. Repensando a Pesquisa Participante. S\u00e3o Paulo: Brasiliense, 2001.<\/p>\n\n\n\n<p>ECO U. Como se Faz Uma Tese, S\u00e3o Paulo: Editora Perspectiva, 2002.<\/p>\n\n\n\n<p>KOSIK, K. Dial\u00e9tica do Concreto. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1969.<\/p>\n\n\n\n<p>PATTO, M.H.S. A Produ\u00e7\u00e3o do Fracasso Escolar \u2013 Hist\u00f3rias de submiss\u00e3o e rebeldia. S\u00e3o Paulo: Casa do Psic\u00f3logo, 1999.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este texto tem como eixo: O professor pesquisador de seu meio, frente aos problemas enraizados no \u00e2mbito educacional. 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