{"id":339,"date":"2021-02-10T01:40:00","date_gmt":"2021-02-10T01:40:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=339"},"modified":"2021-02-09T15:41:52","modified_gmt":"2021-02-09T15:41:52","slug":"interatividade-coletividade-e-projeto-de-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/interatividade-coletividade-e-projeto-de-vida\/","title":{"rendered":"Interatividade coletividade e projeto de vida"},"content":{"rendered":"\n<p>O projeto pedag\u00f3gico para o s\u00e9culo XXI p\u00f5e o aluno no centro de qualquer proposta did\u00e1tica, ou seja, a sua autonomia e toda modifica\u00e7\u00e3o epistemol\u00f3gica decorrente. A partir deste pressuposto, e lembrando que o conceito de autonomia converge para a\u00e7\u00f5es coletivas, conclui-se que ser\u00e1 preciso desenvolver uma trajet\u00f3ria em tr\u00eas eixos: interatividade, coletividade e o desenvolvimento de um projeto de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Este \u00faltimo precisa estar alicer\u00e7ado em um embasamento que problematiza as rela\u00e7\u00f5es sociais e culturais, tornando vis\u00edveis as contradi\u00e7\u00f5es do campo social. A proposta pedag\u00f3gica de desenvolvimento de \u201cprojetos de vida\u201d tem algumas bases fr\u00e1geis, do ponto de vista cr\u00edtico e social, pois est\u00e1 relacionada cientificamente com o campo da neuropsicopedagogia que v\u00ea o ser humano como um ser adapt\u00e1vel a qualquer ambiente por meio de sua criatividade e pr\u00f3-atividade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Conceitua-se, no vi\u00e9s da neuropsicopedagogia, o reconhecimento das fun\u00e7\u00f5es essenciais do sistema nervoso humano em ajustar o organismo ao ambiente, em perceber e identificar as condi\u00e7\u00f5es ambientais externas, bem como as condi\u00e7\u00f5es reinantes dentro do pr\u00f3prio corpo, em elaborar respostas que adaptem a essas condi\u00e7\u00f5es, em integrar as fun\u00e7\u00f5es sensoriais, integrativas e motoras.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste ponto de vista n\u00e3o se visualiza o espa\u00e7o de debate cr\u00edtico ao ambiente, ou seja, a sociedade n\u00e3o \u00e9 um ambiente natural onde o ser humano precisa se \u201cadaptar\u201d, ela \u00e9 uma estrutura organizada, e devido a sua constru\u00e7\u00e3o n\u00e3o ser natural, \u00e9 pass\u00edvel de muitas cr\u00edticas sociais. Ser\u00e1 preciso acrescentar a uma proposta adaptativa, uma proposta que est\u00e1 mais atrelada \u00e0 perspectiva de Vygotsky, &#8211; o homem transforma seu meio, ao mesmo tempo, transforma-se a si mesmo.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, o que se discute neste artigo \u00e9 a falta de an\u00e1lise de causalidade hist\u00f3rica e social de algumas propostas pedag\u00f3gicas que est\u00e3o sendo oferecidas como solu\u00e7\u00e3o futura para todos os males e d\u00e9ficits do cen\u00e1rio educativo brasileiro.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto de pedagogia centrada no aluno e que tem uma verdadeira efetividade, vai em dire\u00e7\u00e3o da autonomia do aluno e na investiga\u00e7\u00e3o de sua personalidade no sentido de saber o que este aluno deseja, no jogo de interatividades com o mundo. Vai ao encontro das singularidades dos alunos a partir do estudo de sua comunidade e coletividade e suas potencialidades de compet\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Esta investiga\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 de maneira alguma, objetiva, transformando os alunos em objetos ou dados de uma pesquisa, e sim \u00e9 um processo em que o professor prop\u00f5e atividades de autoaprendizagem, onde os alunos conhe\u00e7am e constroem suas subjetividades a partir de propostas que desenvolvam a consci\u00eancia cr\u00edtica. Tudo isso em um processo de constru\u00e7\u00e3o do conhecimento onde convergem conhecimentos pr\u00e9vios; experi\u00eancias individuais; e o conhecimento cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p>Os tr\u00eas eixos citados acima: interatividade, coletividade e desenvolvimento de um projeto de vida, trabalham na perspectiva de constru\u00e7\u00e3o deste conhecimento amplo e v\u00e3o de encontro com os quatro pilares da educa\u00e7\u00e3o, considerados por Delors (1996) quais s\u00e3o: Aprender a conhecer; aprender a fazer; aprender a ser; aprender a conviver.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Os dois primeiros pilares \u2013 aprender a conhecer e aprender a fazer &#8211; enfatiza a rela\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia com a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento escolar, que hoje se acrescenta o conhecimento tecnol\u00f3gico. A rela\u00e7\u00e3o com o conhecimento em uma proposta condizente com o s\u00e9culo XXI demandar\u00e1 um processo de interatividade e coletividade onde o ensino\/aprendizagem envolve aluno, professor, fam\u00edlia e comunidade.&nbsp; Os outros dois pilares \u2013 aprender a ser e aprender a conviver &#8211; enfatiza o autoconhecimento, configurado em um projeto de vida. A proposta did\u00e1tica que focaliza para o projeto de vida visa construir um roteiro de autoaprendizagem onde se constr\u00f3i com o aluno um campo de possibilidades somando suas potencialidades, autonomia, integra\u00e7\u00e3o social e valoriza\u00e7\u00e3o pessoal.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir destas premissas, o que se prop\u00f5e discutir s\u00e3o as bases epistemol\u00f3gicas que est\u00e3o no conceito de ci\u00eancia e no conceito de indiv\u00edduo. Bases que geram muitos enganos quando s\u00e3o colocadas em vis\u00f5es desprovidas de cr\u00edticas sociais.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ci\u00eancia e interatividade \u2013 Aprender a conhecer<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O conhecimento cient\u00edfico est\u00e1 bastante relacionado com o Pilar educacional \u201caprender a conhecer\u201d que implica em garantir uma cultura human\u00edstica que se da no processo permanente de interatividade. Entende-se por esta perspectiva um conhecimento fundado na vivencia dos conceitos cient\u00edficos e n\u00e3o em uma proposta enciclop\u00e9dica onde os alunos decoram defini\u00e7\u00f5es, f\u00f3rmulas, datas hist\u00f3ricas, transformando o conhecimento em dados informativos<strong>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quando se prop\u00f5e, nas novas propostas pedag\u00f3gicas, um desenvolvimento de compet\u00eancia e habilidades que est\u00e3o relacionadas com o conhecimento cient\u00edfico, ser\u00e1 preciso primeiro ter uma ideia global sobre o que \u00e9 o conhecimento cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido, conhecer as dimens\u00f5es da ci\u00eancia \u00e9 imprescind\u00edvel. A ci\u00eancia est\u00e1 presente nos campos exatos e humanos do conhecimento; mensur\u00e1veis e imensur\u00e1veis; abstratos e concretos.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Umberto Eco, (2002, p.21), um estudo \u00e9 cient\u00edfico quando responde aos seguintes requisitos:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>O objeto do estudo precisa ser reconhec\u00edvel de tal maneira que seja reconhecido pelos outros: definir as condi\u00e7\u00f5es sob as quais podemos falar, com bases em certas regras que estabelecemos ou que outros estabeleceram antes de n\u00f3s.<\/li><li>Deve dizer do objeto, algo que ainda n\u00e3o foi dito, ou rever de uma forma diferente o que j\u00e1 se disse.<\/li><li>O estudo deve ser \u00fatil aos demais<\/li><li>O estudo deve fornecer elementos para a verifica\u00e7\u00e3o e a contesta\u00e7\u00e3o das hip\u00f3teses apresentadas e, portanto para uma continuidade p\u00fablica. Neste sentido devo oferecer algumas provas de minha hip\u00f3tese; metodologias e indica\u00e7\u00f5es de procedimentos de pesquisa.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Uma qualidade que transpassa estes requisitos e define o conhecimento cient\u00edfico \u00e9 que ele precisa ser amplamente coletivo e universal. Neste sentido, transforma o que \u00e9 uma opini\u00e3o pessoal, ou at\u00e9 de um determinado grupo social em um conhecimento provindo de uma metodologia cient\u00edfica, livre de qualquer preconceito. Para se conseguir um processo abrangente de constru\u00e7\u00e3o do conhecimento, \u00e9 fundamental a experiencia trazida pelo aluno e sua perspectiva sobre um determinado assunto, seja ela , vinda de experi\u00eancias pessoais, t\u00e9cnicas, informativas ou adquiridas por leituras de iniciativas pr\u00f3prias.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Tamb\u00e9m \u00e9 igualmente fundamental, a media\u00e7\u00e3o do professor na transforma\u00e7\u00e3o de opini\u00f5es individuais em um conhecimento problematizado e livre de ingenuidades e preconceitos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ci\u00eancia e coletividade \u2013 Aprender a fazer<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;A ci\u00eancia quando colocada em um objetivo de a\u00e7\u00e3o coletiva est\u00e1 centrada no pilar \u201caprender a fazer\u201d para a educa\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XXI.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Isto configura um desenvolvimento de compet\u00eancia para lidar com o novo, com o diferente, com a transforma\u00e7\u00e3o e com a mudan\u00e7a. Pr\u00e1ticas de atividades de cunho social em um mundo que n\u00e3o \u00e9 est\u00e1tico. Centrada em atitudes viabilizadoras e criadora de novas habilidades (PENTEADO, 27, 2002). Estas premissas apontadas pela pesquisadora e educadora, Helo\u00edsa Penteado tem como principal foco, a vis\u00e3o de um mundo n\u00e3o est\u00e1tico, e por isso pass\u00edvel de cria\u00e7\u00e3o de novas estrat\u00e9gias educacionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido, \u201caprender a fazer\u201d \u00e9 um conceito formado pelos desafios de novas demandas e a import\u00e2ncia do trabalho coletivo para o conhecimento e a solu\u00e7\u00e3o dos novos problemas. Vai de encontro com a metodologia comunicacional de ensino, onde prev\u00ea para os sujeitos de educa\u00e7\u00e3o, professor e aluno, uma atua\u00e7\u00e3o em parceria. Prepara o aluno para tomar decis\u00f5es conjuntas e promove a aquisi\u00e7\u00e3o de valores, desenvolvimentos de compet\u00eancias, habilidades e atitudes. Todas estas a\u00e7\u00f5es do conhecimento precisam estar alicer\u00e7adas na vivencia das rela\u00e7\u00f5es sociais, no exerc\u00edcio da cidadania e por fim na capacidade do racioc\u00ednio cr\u00edtico\/construtivo\/colaborativo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Projetos de vida \u2013 Aprender a ser\/ aprender a conviver<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na proposta did\u00e1tica de projetos de vida est\u00e1 inserida a constru\u00e7\u00e3o de um roteiro personalizado de autoaprendizagem. Para termos uma vis\u00e3o multidimensional desta proposta temos que submete-la a um cen\u00e1rio comparativo de concep\u00e7\u00f5es que versam sobre a interatividade dos indiv\u00edduos e o mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Jos\u00e9 Moran, educador e pesquisador, um roteiro de autoaprendizagem se desenvolve em m\u00faltiplas dimens\u00f5es e est\u00e1 em cont\u00ednua constru\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o (MORAN, 2017). Neste sentido est\u00e1 em constante modifica\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o.&nbsp; A autoaprendizagem sup\u00f5e reflex\u00e3o sobre perceber-se, avaliar-se e transformar-se, o trabalho educacional neste sentido precisa estar inserido em uma perspectiva ampla, livres de nichos ideol\u00f3gicos restritivos, preconceituosos e limitadores. Na tr\u00edade formadora desta proposta, est\u00e3o: valores, desenvolvimento de compet\u00eancias e aprendizagem por projetos.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta perspectiva de Moran \u00e9 preciso lan\u00e7ar um olhar cr\u00edtico, quando considera que para se alcan\u00e7ar uma autoaprendizagem \u00e9 preciso livrar-se de nichos ideol\u00f3gicos. Quando se fala em nichos ideol\u00f3gicos, estamos em um terreno que tanto pende para vis\u00f5es conservadoras como para vis\u00f5es transformadoras. Quando consideramos que a ideologia \u00e9 uma ilus\u00e3o criada por uma classe, para manter a aparente legitimidade de um sistema de domina\u00e7\u00e3o, estamos em uma posi\u00e7\u00e3o cr\u00edtica e, portanto, verdadeiramente, transformadora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, quando consideramos que toda luta de classes e de minoria sociais s\u00e3o nichos ideol\u00f3gicos, estamos em uma posi\u00e7\u00e3o conservadora, que alude e prescreve a adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s rela\u00e7\u00f5es de explora\u00e7\u00e3o e domina\u00e7\u00e3o vigentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Para termos um projeto de vida para os alunos, projeto este, que seja cr\u00edtico e construtivo do ponto de vista social e que trabalhe na forma\u00e7\u00e3o de valores e no desenvolvimento de compet\u00eancias, \u00e9 preciso livrar-se de ideologias plantadas pelos sistemas de domina\u00e7\u00e3o, como por exemplo, a ideologia de m\u00e9rito (meritocracia), que prega que todos t\u00eam oportunidades iguais no plano social, e que precisamos transformarmos e adaptar-nos, e nesta conforma\u00e7\u00e3o, aceitar a fun\u00e7\u00e3o social que nos \u00e9 dada, sem discutir nossos direitos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No contraste desta vis\u00e3o de um projeto de vida para adaptar os jovens com o mundo das rela\u00e7\u00f5es de trabalho, est\u00e3o as acep\u00e7\u00f5es de Paulo Freire, onde afirma que a aprendizagem, como uma autoaprendizagem, deve ir no encontro da assun\u00e7\u00e3o do sujeito. Neste sentido, a verdadeira aprendizagem \u00e9 incompat\u00edvel com o treinamento pragm\u00e1tico ou com o elitismo autorit\u00e1rio dos que se pensam donos da verdade e do saber articulado. (1979, p,42)<\/p>\n\n\n\n<p>Pontos positivos da proposta de projetos de vida:<\/p>\n\n\n\n<p>Valorizar a diversidade de saberes e vivencias culturais, autonomia, consci\u00eancia cr\u00edtica e responsabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Pontos negativos de proposta de projetos de vida:<\/p>\n\n\n\n<p>Criar um novo conceito de projeto de vida, com intuito de tornar o cidad\u00e3o, um indiv\u00edduo adapt\u00e1vel a um mundo cheio de contradi\u00e7\u00f5es, transformando alunos em pessoas acr\u00edticas e alienadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Concluo com Foucault, quando mostra o pragmatismo das sociedades capitalistas prescrevendo a din\u00e2mica educacional: \u201ca centralidade dos corpos como objeto de poder, a import\u00e2ncia que adquire o manejo, qualifica\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o, d\u00e3o o tom da fun\u00e7\u00e3o educativa na sociedade moderna, um tom com inusitada caracter\u00edstica de se destinar a todos os corpos e todos os segmentos sociais, calcado em \u00fanico valor, O trabalho\u201d. (FOUCAULT, 1999)<\/p>\n\n\n\n<p>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>ECO U. Como se faz uma Tese. S\u00e3o Paulo. Perspectiva, 2002<\/p>\n\n\n\n<p>FOUCAULT M. Em Defesa da Sociedade. S\u00e3o Paulo, Livraria Martins Fontes, 1999<strong>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>FREIRE P. Educa\u00e7\u00e3o e mudan\u00e7a. Rio de janeiro. Paz e Terra, 1979.<\/p>\n\n\n\n<p>PENTEADO, H.D. Comunica\u00e7\u00e3o Escolar \u2013 uma metodologia de ensino, S\u00e3o Paulo Salesiana. 2002.<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O projeto pedag\u00f3gico para o s\u00e9culo XXI p\u00f5e o aluno no centro de qualquer proposta did\u00e1tica, ou seja, a sua autonomia e toda modifica\u00e7\u00e3o epistemol\u00f3gica decorrente. 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