{"id":334,"date":"2021-02-03T00:37:00","date_gmt":"2021-02-03T00:37:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=334"},"modified":"2021-02-02T02:38:43","modified_gmt":"2021-02-02T02:38:43","slug":"modelos-hibridos-e-metodologia-ativa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/modelos-hibridos-e-metodologia-ativa\/","title":{"rendered":"Modelos h\u00edbridos e metodologia ativa"},"content":{"rendered":"\n<p>Este artigo procura propor alguns rumos para o ensino h\u00edbrido, em rela\u00e7\u00e3o a ambientes presenciais e n\u00e3o presenciais. Atualmente, os m\u00e9todos ativos s\u00e3o geradores de uma gama de possibilidades dentro do contexto h\u00edbrido, por focar na autonomia dos alunos na constru\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de conhecimento. Este fato coloca para o educador um campo de pesquisa e concep\u00e7\u00f5es aberto para novas propostas e criatividades. A proposta deste artigo \u00e9 conectar o processo h\u00edbrido que se d\u00e1 entre o \u00e2mbito presencial e o n\u00e3o presencial com a variedade de possibilidades did\u00e1ticas oferecidas pelos m\u00e9todos ativos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e3o cada vez mais vis\u00edveis e urgentes, as demandas de mudan\u00e7as no contexto escolar, estas se configuram em necessidades de modifica\u00e7\u00f5es na utiliza\u00e7\u00e3o do tempo e espa\u00e7o no processo de ensino\/aprendizagem. Sofrem tamb\u00e9m mudan\u00e7as radicais, os pap\u00e9is definidos historicamente no processo de apropria\u00e7\u00e3o do conhecimento. Ao professor\/a \u00e9 dado um papel de media\u00e7\u00e3o e monitoramento, n\u00e3o havendo mais, a situa\u00e7\u00e3o em que o professor\/a era o \u00fanico respons\u00e1vel por todas as etapas do ensino. Em rela\u00e7\u00e3o aos alunos, estas mudan\u00e7as apontam para a\u00e7\u00f5es de capacita-los para terem cada vez mais autonomia em sua busca pelo saber. Destas modifica\u00e7\u00f5es de papeis, nasce um novo tipo de busca pelo conhecimento que \u00e9 n\u00e3o possui mais a linearidade anterior: Referenciais curriculares; professores; alunos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Diante destas mudan\u00e7as que envolvem organiza\u00e7\u00f5es espaciais, temporais e funcionais, este artigo tem o intuito de delinear e pontuar os fatores que est\u00e3o influenciando as novas demandas educacionais e apontar algumas propostas que est\u00e3o sendo revisitadas e reinventadas pelos setores acad\u00eamicos da pedagogia a fim de trazer solu\u00e7\u00f5es para a problem\u00e1tica atual.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido s\u00e3o analisadas neste artigo, duas propostas did\u00e1ticas que se complementam e convergem positivamente no contexto atual. O processo educacional h\u00edbrido e a metodologia ativa. A complementaridade destas duas propostas reside na quest\u00e3o l\u00f3gica, em uma perspectiva dedutiva e aristot\u00e9lica, que s\u00f3 pode haver um processo h\u00edbrido de educa\u00e7\u00e3o &#8211; que envolve ensino presencial e n\u00e3o presencial \u2013 quando se trabalha em um contexto ativo que proporcione um alto grau de autonomia dos alunos.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir desta premissa l\u00f3gica conclu\u00edmos, concordando com as concep\u00e7\u00f5es filos\u00f3ficas de John Dewey, que a escola \u00e9 um campo que se produz conhecimento, dentro de perspectivas art\u00edsticas e criativas, voltado para a autonomia do aluno.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;Hibridismo e sala invertida<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O hibridismo do processo escolar, que envolve presen\u00e7a e n\u00e3o presen\u00e7a do alunado \u00e9 uma caracter\u00edstica contempor\u00e2nea da hist\u00f3ria educacional, podemos dizer que essa nova abordagem come\u00e7ou com a proposta de ensino virtual onde as atividades e conceitos s\u00e3o dados ao aluno em formato virtual para este elaborar um conhecimento a partir de suas conclus\u00f5es, ainda em um formato informacional. Toda esta informa\u00e7\u00e3o que os alunos recebem ser\u00e1 trabalhada posteriormente em sala de aula j\u00e1 em contexto presencial. O papel do professor\/a neste processo invertido ser\u00e1 de monitorar e mediar debates, trabalhos em grupo ou individualmente, e caminhar para construir um conhecimento cient\u00edfico junto com os alunos.<\/p>\n\n\n\n<p>A proposta h\u00edbrida de presen\u00e7a e n\u00e3o presen\u00e7a dos alunos em sala de aula surgiu juntamente com a proposta de sala de aula invertida em 2006, pelo desenvolvimento de v\u00eddeos did\u00e1ticos por Jonathan Bergman e Aarom Sams. A partir desta data os v\u00eddeos did\u00e1ticos criados para auxiliar o ensino de diversas disciplinas foram somados a muitas pr\u00e1ticas de ensino.<\/p>\n\n\n\n<p>Os v\u00eddeos explicativos podem ser constru\u00eddos pelos professores ou at\u00e9 adquiridos de forma gratuita em plataformas educacionais. S\u00e3o v\u00eddeos que colaboram na aproxima\u00e7\u00e3o dos alunos coma a mat\u00e9ria a ser trabalhada em momentos presenciais.<\/p>\n\n\n\n<p>O nome \u201csala de aula invertida\u201d se origina do procedimento invertido que elimina o conceito de aula expositiva, onde o professor\/a exp\u00f5e primeiro o conte\u00fado a ser trabalhado para depois propor pesquisas e trabalhos sobre o assunto. Na proposta invertida coligada com o ensino h\u00edbrido, primeiro ocorre o contato do aluno com o conte\u00fado por meio do v\u00eddeo para depois o professor\/a sugerir uma s\u00e9rie de atividades na inten\u00e7\u00e3o de aprofundar este conte\u00fado e problematiza-lo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Para a compreens\u00e3o das etapas que envolvem a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento \u00e9 sempre importante rever alguns componentes do saber escolar, pois s\u00e3o quest\u00f5es que ser\u00e3o readaptadas na proposta h\u00edbrida de ensino.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&#8211; Planejamento<\/p>\n\n\n\n<p>Reside na pergunta \u201cO que fazer?\u201d est\u00e1 conectado com o conte\u00fado, programas oficias e pr\u00e9-requisitos dos alunos. Na proposta h\u00edbrida de ensino \u00e9 preciso que as etapas decis\u00f3rias que envolvem o que ser\u00e1 feito e apreendido, sejam discutidas e conversadas com os alunos, porque do contr\u00e1rio recai na proposta tradicional de ensino em que as decis\u00f5es ficam a cargo somente do professor.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Objetivos<\/p>\n\n\n\n<p>Os objetivos s\u00e3o gerados por duas perguntas \u201cPor que fazer\u201d? e \u201c para que fazer?\u201d. A partir destas perguntas, estabelecem rela\u00e7\u00f5es com os programas oficiais de ensino, com a perspectiva do professor\/a e com a necessidade e interesse dos alunos.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&#8211; O conte\u00fado:<\/p>\n\n\n\n<p>As ci\u00eancias de refer\u00eancia de cada disciplina s\u00e3o a fonte que alimenta as orienta\u00e7\u00f5es program\u00e1ticas oficias e as decis\u00f5es de recortes que o professor precisa efetuar para ajustar os conte\u00fados a serem trabalhados \u00e1s situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas de ensino de sua realidade escolar (PENTEADO, 2002,182). Na proposta de ensino h\u00edbrido os professores podem dividir este conte\u00fado em v\u00eddeos e disponibilizar para os alunos, de forma que estes desenvolvam concep\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias sobre este conte\u00fado para posteriormente serem problematizadas nas aulas presenciais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Procedimentos<\/p>\n\n\n\n<p>Os procedimentos envolvem as quest\u00f5es de como fazer e recursos que ser\u00e3o utilizados no campo virtual e presencial.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&#8211; Avalia\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o se circunscreve nas reflex\u00f5es sobre os processos, nos resultados comportamentais consubstanciado nas atitudes e habilidades e nos resultados intelectuais representadas nas compet\u00eancias adquiridas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Todo este processo n\u00e3o se da sem conflitos e problemas, um destes problemas que precisamos evidenciar \u00e9 o choque ou discord\u00e2ncia entre a abordagem did\u00e1tica do professor e as sugest\u00f5es program\u00e1ticas oficiais de ensino. A discord\u00e2ncia entre programas oficiais de ensino e a proposta did\u00e1tica de cada professor\/a reside muitas vezes na falta de pr\u00e9-requisitos dos alunos, caracter\u00edsticas acad\u00eamicas e estruturalmente l\u00f3gicas dos programas oficiais, conte\u00fados que n\u00e3o levam em conta a realidade dos alunos e outras discord\u00e2ncias atreladas as inadequa\u00e7\u00f5es entre obrigatoriedade e representatividade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Converg\u00eancia entre metodologia ativa e tecnologia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente o ensino presencial e a dist\u00e2ncia envolvem tecnologia e autonomia. Para a utiliza\u00e7\u00e3o das tecnologias digitais de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o e necess\u00e1rio acima de tudo o desenvolvimento da autonomia dos alunos. A metodologia ativa dentro da filosofia da escola nova se fundamenta na mudan\u00e7a radical do papel do professor\/a, face ao ensino tradicional. O professor\/a n\u00e3o \u00e9 mais a figura centralizadora de onde sai o conhecimento para ser transmitido ao aluno. \u00c8 preciso enfatizar os alunos no processo de constru\u00e7\u00e3o do conhecimento e tamb\u00e9m a sua comunidade para chegar a um processo realmente inclusivo de apropria\u00e7\u00e3o do saber.&nbsp; Nas palavras de Celestin Freinet, um dos expoentes da escola nova e dos m\u00e9todos ativos \u201cA escola do amanh\u00e3 ser\u00e1 centrada na crian\u00e7a enquanto membro da comunidade. De suas necessidades essenciais, em fun\u00e7\u00e3o das necessidades da sociedade a que pertence, \u00e9 que decorrer\u00e3o as t\u00e9cnicas \u2013 manuais e intelectuais \u2013 a dominar, a mat\u00e9ria a ensinar, o sistema de aquisi\u00e7\u00e3o, as modalidades da educa\u00e7\u00e3o\u201d (FREINET, P. 8 1996).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A metodologia ativa converge em dire\u00e7\u00e3o ao ide\u00e1rio que soma tecnologia e ensino quando prop\u00f5e formas coletivas de apropria\u00e7\u00e3o do conhecimento. Uma destas formas \u00e9 proposta de projetos pedag\u00f3gicos que est\u00e1 no centro do ide\u00e1rio da escola nova onde um tema did\u00e1tico pode ser trabalhado em grupo para melhorar a apropria\u00e7\u00e3o e vivencia dos conceitos do conte\u00fado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Arte e m\u00e9todos ativos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na metodologia ativa est\u00e1 configurada a import\u00e2ncia do pensamento art\u00edstico para o trabalho em qualquer disciplina. Esta perspectiva pode ser ampliada com a utiliza\u00e7\u00e3o das v\u00e1rias linguagens midi\u00e1ticas que est\u00e3o inseridas na internet. No ide\u00e1rio da escola nova, j\u00e1 formado na d\u00e9cada de quarenta e na acep\u00e7\u00e3o de John Dewey \u2013 filosofo e educador &#8211; a arte pode ser utilizada na constru\u00e7\u00e3o do saber em todas as disciplinas no sentido de aclarar os conceitos abstratos. A arte pode ser um instrumento para ajudar a forma\u00e7\u00e3o do conceito, fixar no\u00e7\u00f5es aprendidas em v\u00e1rios campos do conhecimento. Neste sentido preocupou-se inicialmente, na escola nova, a integrar a auto-express\u00e3o com a estrutura conceitual da ci\u00eancia, geografia, hist\u00f3ria etc.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, na proposta contempor\u00e2nea pedag\u00f3gica, que envolve tecnologia, autonomia dos alunos e hibridismo em situa\u00e7\u00f5es presenciais e n\u00e3o presenciais, a arte em suas v\u00e1rias linguagens expressivas (pintura, m\u00fasica, teatro dan\u00e7a e cinema) exerce um papel fundamental na constru\u00e7\u00e3o de um projeto aut\u00f4nomo e criativo de aprendizado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Vimos neste artigo, como a escola e os professores podem se adaptar diante de todas mudan\u00e7as sociais, culturais e comportamentais que sofre o cen\u00e1rio pedag\u00f3gico. A import\u00e2ncia de um novo olhar para a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento \u00e9 urgente e esta embasada na releitura de propostas educacionais que foram inovadoras e transcenderam o seu tempo. Fil\u00f3sofos e educadores como John Dewey, Celestin Freinet e Paulo freire, continuam sendo refer\u00eancia quase obrigat\u00f3ria para esse novo cen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Sempre \u00e9 importante lembrar que o pensamento puramente tecnol\u00f3gico no seu pragmatismo e positivismo sem a inclus\u00e3o de um embasamento \u00e9tico e filos\u00f3fico n\u00e3o solucionar\u00e1 os problemas vigentes e vindouros, pois ir\u00e1 com certeza recair na vis\u00e3o tradicional de ensino somado a aparatos tecnol\u00f3gicos. Neste sentido continuaremos com os mesmos problemas de homogeneiza\u00e7\u00e3o da sala de aula com a exclus\u00e3o de tudo que \u00e9 considerado diferente para uma acep\u00e7\u00e3o tradicionalista, terreno f\u00e9rtil para todo tipo de sele\u00e7\u00e3o e preconceito.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a verdadeira e profunda mudan\u00e7a educacional recorrendo sempre a Paulo Freire \u201cn\u00e3o h\u00e1 educa\u00e7\u00e3o sem amor. O amor implica luta contra o ego\u00edsmo. Quem n\u00e3o \u00e9 capaz de amar os seres inacabados n\u00e3o pode educar ( p.29)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>BARBOSA A. M.&nbsp; John Dewey e o Ensino da Arte no Brasil, S\u00e3o Paulo. Cortez, 2001.<\/p>\n\n\n\n<p>FREINET C. Para Uma Escola do Povo, S\u00e3o Paulo. Martins Fontes, 1996.<\/p>\n\n\n\n<p>FREIRE P. Educa\u00e7\u00e3o e Mudan\u00e7a, Rio de Janeiro. Paz e Terra, 1979.<\/p>\n\n\n\n<p>PENTEADO H. D. Comunica\u00e7\u00e3o Escolar \u2013 Uma Metodologia de Ensino, S\u00e3o Paulo. Salesiana, 2002.<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este artigo procura propor alguns rumos para o ensino h\u00edbrido, em rela\u00e7\u00e3o a ambientes presenciais e n\u00e3o presenciais. 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