{"id":328,"date":"2021-01-27T00:20:00","date_gmt":"2021-01-27T00:20:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=328"},"modified":"2021-01-15T13:21:28","modified_gmt":"2021-01-15T13:21:28","slug":"a-experiencia-educativa-pode-ser-conteudo-cientifico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/a-experiencia-educativa-pode-ser-conteudo-cientifico\/","title":{"rendered":"A experi\u00eancia educativa pode ser conte\u00fado cient\u00edfico?"},"content":{"rendered":"\n<p>Este artigo focaliza para as formas de pesquisa que podem transformar a experi\u00eancia docente em conte\u00fado cient\u00edfico seja pelo vi\u00e9s mais quantitativo ou qualitativo. Neste sentido este texto procura delinear os procedimentos fundamentais para a produ\u00e7\u00e3o de pesquisas sociais e cient\u00edficas no \u00e2mbito educacional. A partir desta proposta aos professores de tornar-se um produtor de conte\u00fado, a partir de sua hist\u00f3ria, este texto parte da hip\u00f3tese que a contribui\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias e vivencias do \u00e2mbito docente, podem ser transformadas em documentos cient\u00edficos que se aproximam com precis\u00e3o, da realidade cotidiana escolar. Neste sentido, agrega mais verdade do que muitos textos de an\u00e1lises puramente te\u00f3ricas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo parte da premissa de que o conhecimento cient\u00edfico n\u00e3o \u00e9 algo fixo e quantific\u00e1vel, podendo est\u00e1 articulado em \u00e2mbitos qualitativos e vivenciais. O conhecimento tamb\u00e9m se delineia nas no\u00e7\u00f5es abstratas e dificilmente quantific\u00e1veis. Para entendermos de produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado e conhecimento, primeiro temos nos aproximar do conceito de ci\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Para alguns a ci\u00eancia se identifica com as ci\u00eancias naturais ou com a pesquisa em bases quantitativas. Neste caso, para ser cient\u00edfica uma pesquisa deveria estar fundamentada em f\u00f3rmula e diagramas. Nesta acep\u00e7\u00e3o limitada e reducionista, uma pesquisa sobre aspectos abstratos da sociedade n\u00e3o seria cient\u00edfica, como por exemplo, estudos sobre subjetividades no cotidiano escolar. Evidentemente n\u00e3o \u00e9 esse o sentido do termo cient\u00edfico, ele \u00e9 bem mais amplo e abrange desde elementos quantific\u00e1veis a fatores que s\u00e3o expostos somente por uma pesquisa altamente qualitativa.<\/p>\n\n\n\n<p>As pesquisas que possuem demandas mais prementes nos dias de hoje, no setor educacional, s\u00e3o a que est\u00e3o no \u00e2mbito qualitativo, sem deixar de fora algumas an\u00e1lises quantitativas.&nbsp; A escola hoje est\u00e1 no centro das quest\u00f5es da sociedade seja na sua organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, ambiental ou cultural.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento advinda do setor educacional \u00e9 urgente e necess\u00e1ria para lan\u00e7ar luz ao nosso meio social.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Vale lembrar que, consubstanciados na produ\u00e7\u00e3o de um conhecimento cient\u00edfico, est\u00e3o o criticismo e a problematiza\u00e7\u00e3o, sem eles, n\u00e3o sa\u00edmos do senso comum. Neste sentido, procuraremos seguir Paulo Freire, quando alega que \u201cna forma\u00e7\u00e3o permanente dos professores, o momento fundamental \u00e9 o da reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre a pr\u00e1tica\u201d (1979, p. 39).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O pesquisador, al\u00e9m de superar o senso comum, precisa fazer an\u00e1lises que v\u00e3o tamb\u00e9m al\u00e9m do pensamento extremamente positivista, pois este modelo produz resultados que n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o d\u00e3o conta da complexidade do que quer que se proponha elucidar a respeito da vida humana, como resulta em conhecimentos que se det\u00eam na apar\u00eancia, que ocultam a ess\u00eancia dos fen\u00f4menos que examina e que, por isso mesmo, n\u00e3o passam de pseudoconhecimentos (PATTO, 1990, p. 183).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A atualidade pode ser um tema cient\u00edfico?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Diante de uma realidade escolar da atualidade como, por exemplo, \u201co problema da exclus\u00e3o digital,\u201d eu posso me propor a tornar este fato que pode estar ligado a uma narrativa jornal\u00edstica em tema cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p>Sabemos que o n\u00famero grande de crian\u00e7as e jovens pertencente \u00e0 rede p\u00fablica escolar, n\u00e3o possuem o equipamento necess\u00e1rio para cumprir o programa escolar de suas casas.<\/p>\n\n\n\n<p>Este fato dentro da situa\u00e7\u00e3o de pandemia em que vivemos, \u00e9 gerador de problemas presentes e futuros e tamb\u00e9m \u00e9 din\u00e2mico, ou seja, a situa\u00e7\u00e3o pode mudar pra pior, ou melhor. A melhoria da situa\u00e7\u00e3o \u00e9 dependente quase por completo, da vontade pol\u00edtica das esferas administrativas, federais, estaduais e municipais. Porque s\u00e3o estas esferas que determinam as a\u00e7\u00f5es para resolu\u00e7\u00f5es dos problemas do ensino p\u00fablico. Existem a\u00e7\u00f5es menores que podem amenizar a situa\u00e7\u00e3o como a\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias, sindicais de professores e familiares.<\/p>\n\n\n\n<p>Para que estes conhecimentos do fato ou problema apresentado tenha valor cient\u00edfico e se torne um documento de referencia hist\u00f3rica e que possa ser veiculada por meio da internet ser\u00e1 necess\u00e1rio a metodologia da pesquisa participante. A quest\u00e3o da utiliza\u00e7\u00e3o de um m\u00e9todo cient\u00edfico vai de encontro com a necessidade de analisar profundamente a realidade, a fim de decifrar os fatos na revela\u00e7\u00e3o de sua estrutura oculta (KOSIK,1969).<\/p>\n\n\n\n<p>O problema da exclus\u00e3o digital na atualidade se revela como um problema social que tem como fundo a desigualdade entre os estratos sociais. Quando transferimos este problema, para o campo escolar, ele se revela como um problema cotidiano que se soma a todos os aspectos da exclus\u00e3o social como um todo. Portanto, para explicar a exclus\u00e3o digital, precisamos ir mais al\u00e9m do reducionismo emp\u00edrico que trabalha somente sobre os dados restritos desta exclus\u00e3o e caminhar na dire\u00e7\u00e3o de uma exclus\u00e3o delineada em campos mais amplos. Por exemplo: exclus\u00f5es econ\u00f4micas, de representatividade, de campo interesses e identifica\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Para sair da ingenuidade do senso e do reducionismo positivista, os professores atuantes s\u00e3o os pesquisadores mais instrumentalizados, pois eles s\u00e3o os atores deste cotidiano e participam do campo de pesquisa.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pesquisa participante no \u00e2mbito escolar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No contexto atual da educa\u00e7\u00e3o e diante dos problemas sociais que hoje a transpassam, a pesquisa e a produ\u00e7\u00e3o de um conte\u00fado vivencial necessitam de estrat\u00e9gias metodol\u00f3gicas. Estas estrat\u00e9gias ir\u00e3o permitir a supera\u00e7\u00e3o das dicotomias sujeito-objeto, teoria-pr\u00e1tica, presentes nos processos de pesquisas educacionais. Fundando uma vis\u00e3o inovadora para a aproxima\u00e7\u00e3o desta atualidade (BRAND\u00c3O 1999 p18). Isto ir\u00e1 possibilitar uma produ\u00e7\u00e3o coletiva de conhecimentos em torno de vivencias, interesses e necessidades dos grupos situados de maneira hist\u00f3rica e socialmente.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa tem que estabelecer primeiro uma quantifica\u00e7\u00e3o do problema, por exemplo, o n\u00famero de crian\u00e7as em uma determinada escola, que n\u00e3o conseguem cumprir o programa escolar por dificuldades de acesso aos recursos tecnol\u00f3gicos demandados. Ser\u00e1 importante tamb\u00e9m delinear os fatores e processos sociais que est\u00e3o inseridos no problema com suas referencias e contradi\u00e7\u00f5es, como fatores de classe, fatores raciais. As contradi\u00e7\u00f5es que espelham nesta problem\u00e1tica econ\u00f4mica s\u00e3o muitas, para come\u00e7ar, vemos, nestas situa\u00e7\u00f5es, inclus\u00e3o digital versos pobreza.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir deste levantamento, fazer um levantamento dos tipos de problemas e definir a\u00e7\u00f5es coletivas. Estas a\u00e7\u00f5es coletivas dever\u00e3o levar em conta, fam\u00edlia, comunidade, escola e esferas p\u00fablicas. Esta fase da a\u00e7\u00e3o, j\u00e1 define a pesquisa como <em>pesquisa-a\u00e7\u00e3o<\/em>, e pode-se escolher em optar ou n\u00e3o optar por esta metodologia.<\/p>\n\n\n\n<p>No n\u00edvel da pesquisa participante, na an\u00e1lise dos sujeitos do campo de pesquisa e sendo um participante deste campo, o professor pode produzir pesquisas com aprofundamentos e problematiza\u00e7\u00f5es bastante incisivas e diversas.<\/p>\n\n\n\n<p>Na tem\u00e1tica da exclus\u00e3o digital podemos ir a v\u00e1rias dire\u00e7\u00f5es, como quest\u00f5es raciais que est\u00e3o relacionadas com esta exclus\u00e3o, pautas identit\u00e1rias, quest\u00f5es econ\u00f4micas, quest\u00f5es de letramento estrutural, quest\u00f5es de letramento digital e muitas outras que transpassam o \u00e2mbito escolar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;Sugest\u00e3o de procedimentos para uma pesquisa educacional relacionada a exclus\u00e3o digital<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Objetivos:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Contribuir para a compreens\u00e3o da exclus\u00e3o digital como parte integrante da vida na escola<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Contribuir para a compreens\u00e3o da escola como express\u00e3o das formas que a vida assume na sociedade que a cont\u00e9m<\/p>\n\n\n\n<p><em>Metodologia:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Observa\u00e7\u00e3o da realidade material e humana da escola, participando de seu dia-a-dia<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Extrair impress\u00f5es sobre os participantes da comunidade escolar por meio de observa\u00e7\u00e3o e entrevistas envolvendo: professores, administradores, t\u00e9cnicos, alunos e pais.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Levantamento bibliogr\u00e1fico sobre cultura digital, para termos uma ideia hist\u00f3rica e epistemol\u00f3gica sobre o saber tecnol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir deste esbo\u00e7o para se come\u00e7ar uma pesquisa e uma produ\u00e7\u00e3o textual, pode-se ter uma ideia da diversidade de elementos presentes em uma s\u00f3 tem\u00e1tica. Se acrescentarmos novos focos de pesquisa atrelados a esta tem\u00e1tica, novas dimens\u00f5es do conhecimento se somar\u00e3o com a tem\u00e1tica da exclus\u00e3o digital indo para esferas da psicologia, sociologia, filosofia e muitas outras.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Vimos neste artigo que a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento, no \u00e2mbito educacional, passa por uma an\u00e1lise cr\u00edtica e r\u00edgida da realidade. O conhecimento demanda procedimentos que transforme fatos da realidade em conclus\u00f5es cient\u00edficas de vi\u00e9s social, neste sentido uma pesquisa depende de pressupostos te\u00f3ricos e a rela\u00e7\u00e3o do pesquisador na constru\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica do outro que investiga.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, tamb\u00e9m conclu\u00edmos que a produ\u00e7\u00e3o do conhecimento, apesar de ser um trabalho \u00e1rduo, \u00e9 realizador e significativo para o produtor e para os leitores. A produ\u00e7\u00e3o de conhecimentos sobre a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 legitimamente o campo de pesquisa dos professores, pois \u00e9 o profissional atuante deste campo. Existe um problema hist\u00f3rico no campo educacional em que profissionais de diversas disciplinas como psicologia, sociologia, filosofia, hist\u00f3ria e outras, produzem teorias sobre a pr\u00e1xis educacional sem estar envolvido com o campo de a\u00e7\u00e3o desta \u00e1rea.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Este problema causa disparidades entre teoria e pr\u00e1tica produzindo modelos pedag\u00f3gicos enrijecidos e supostamente universais que n\u00e3o focalizam as situa\u00e7\u00f5es cotidianas e singulares de uma sala de aula. Neste v\u00e3o entre teoria e pr\u00e1tica surge o efeito do anacronismo de certas teorias que n\u00e3o acompanharam as mudan\u00e7as tecnol\u00f3gicas, comportamentais e sociais, juntamente com os problemas que nascem destas novas demandas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Diante destes fatores, podemos concluir que a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento advinda do setor docente \u00e9 muito esperada, pois quanto mais produ\u00e7\u00e3o desta \u00e1rea, mais se preencher\u00e1 o vazio epist\u00eamico deste setor social. Uma no\u00e7\u00e3o que tamb\u00e9m podemos extrair desta problem\u00e1tica educacional \u00e9 que as solu\u00e7\u00f5es de problemas que est\u00e3o relacionados com o ensino sair\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o intelectual dos professores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>BRAND\u00c3O C. R. Repensando a Pesquisa Participante. S\u00e3o Paulo: Brasiliense, 2001.<\/p>\n\n\n\n<p>ECO U. Como se Faz Uma Tese, S\u00e3o Paulo: Editora Perspectiva, 2002.<\/p>\n\n\n\n<p>KOSIK, K. Dial\u00e9tica do Concreto. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1969.<\/p>\n\n\n\n<p>PATTO,M.H.S. A Produ\u00e7\u00e3o do Fracasso Escolar \u2013 Hist\u00f3rias de submiss\u00e3o e rebeldia. S\u00e3o Paulo: Casa do Psic\u00f3logo, 1999.\u00a0<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este artigo focaliza para as formas de pesquisa que podem transformar a experi\u00eancia docente em conte\u00fado cient\u00edfico seja pelo vi\u00e9s mais quantitativo ou qualitativo. 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