{"id":324,"date":"2021-01-20T00:17:00","date_gmt":"2021-01-20T00:17:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=324"},"modified":"2021-01-15T13:18:45","modified_gmt":"2021-01-15T13:18:45","slug":"cultura-digital-e-interdisciplinaridade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/cultura-digital-e-interdisciplinaridade\/","title":{"rendered":"Cultura digital e interdisciplinaridade"},"content":{"rendered":"\n<p>Este artigo estabelece alguns pontos de contato entre duas transforma\u00e7\u00f5es que ocorreram no \u00e2mbito educacional: a interdisciplinaridade e a cultura digital. No estabelecimento de rela\u00e7\u00f5es entre a interdisciplinaridade e a cultura digital, busca elucidar os aspectos destas transforma\u00e7\u00f5es, concernentes com a variedade de ferramentas tecnol\u00f3gicas de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o que est\u00e3o dispon\u00edveis para todos os envolvidos no processo de ensino\/aprendizagem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As transforma\u00e7\u00f5es que acontecem no ambiente educacional s\u00e3o geradoras de oportunidades e problemas. Estas duas caracter\u00edsticas \u2013 oportunidade\/problema \u2013 est\u00e3o presentes em qualquer mudan\u00e7a epistemol\u00f3gica e metodol\u00f3gica e n\u00e3o s\u00e3o excludentes em sua aparente polariza\u00e7\u00e3o, oferecem pelo contrario, uma f\u00e9rtil complementaridade. Podemos dizer que oportunidade e problema andam juntos, pois se n\u00e3o problematizarmos as oportunidades oriundas de mudan\u00e7as de vieses tecnol\u00f3gicos, filos\u00f3ficos e ideol\u00f3gicos estamos fadados a problemas futuros de inadequa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Veremos neste artigo as rela\u00e7\u00f5es entre interdisciplinaridade e cultura digital que promovem uma gama de oportunidades educacionais. Para delinear as causas e fatores que promoveram estas mudan\u00e7as \u00e9 importante percorrer um caminho cr\u00edtico problematizando a a\u00e7\u00e3o did\u00e1tica no que tange a demandas sociais e culturais.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cultura digital\/ BNCC e interdisciplinaridade&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A cultura digital que atravessa quase todas as atividades do mundo atual est\u00e1 centrada na tecnologia digital de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o (TDIC). Esta tecnologia gira em torno de sistema de busca que integra documentos, imagens e hipertextos que est\u00e3o distribu\u00eddos em p\u00e1ginas e hiperlinks. Deste sistema flui um grande e imensur\u00e1vel n\u00famero de informa\u00e7\u00e3o que est\u00e1 dispon\u00edvel para qualquer pesquisa pessoal ou acad\u00eamica. Diante disso, o que se deve problematizar \u00e9 a separa\u00e7\u00e3o entre conhecimento cient\u00edfico e o senso comum. O material dispon\u00edvel nas p\u00e1ginas da web n\u00e3o possui&nbsp; filtragem, concep\u00e7\u00f5es que passaram por m\u00e9todos cient\u00edficos est\u00e3o misturadas com opini\u00f5es e \u201cachismos\u201d provenientes do senso comum. Neste sentido, cabe a institui\u00e7\u00e3o escolar e aos professores a transforma\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o em conhecimento no trabalho de media\u00e7\u00e3o e monitoramento.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para abordar as diferen\u00e7as entre informa\u00e7\u00e3o e conhecimento \u00e9 importante distinguir conceito de senso comum e conceito cient\u00edfico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os conceitos cient\u00edficos s\u00e3o conhecimentos \u00e0 medida que s\u00e3o produtos de informa\u00e7\u00f5es obtidas e elaboradas, trabalhadas segundo uma metodologia cient\u00edfica (PENTEADO, 187).<\/p>\n\n\n\n<p>Os conceitos do senso comum resultam de informa\u00e7\u00f5es obtidas por procedimentos emp\u00edricos resultado de observa\u00e7\u00f5es e pr\u00e1ticas de vida. Portanto o senso comum n\u00e3o deixa de ser conhecimento, mas provem de uma observa\u00e7\u00e3o vivencial e localizada \u2013 fato que gera concep\u00e7\u00f5es falsas sobre fen\u00f4menos gerais. Neste sentido, quando concep\u00e7\u00f5es advindas do senso comum s\u00e3o aplicadas a fen\u00f4menos mais amplos, gera preconceitos e conclus\u00f5es distorcidas sobre a realidade.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Diante destes dois conceitos, os professores em seus papeis de mediadores precisam elaborar o conhecimento cient\u00edfico pelo processo de an\u00e1lise e interpreta\u00e7\u00e3o dos dados para chegar a um saber mais amplo dos fen\u00f4menos, transformando as ideias deturpadas e distorcidas, que muitas vezes vem expressa nas conclus\u00f5es dos alunos e tamb\u00e9m \u2013 de maneira falsamente oficializada &#8211; escrita em conte\u00fados dispon\u00edveis na internet.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A rela\u00e7\u00e3o da cultura digital com a base nacional comum curricular (BNCC), se da na compreens\u00e3o, utiliza\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o de tecnologias digitais de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o de forma cr\u00edtica, significativa, reflexiva e \u00e9tica para disseminar informa\u00e7\u00f5es, produzir conhecimento, resolver problemas dentro de um objetivo de protagonismos e autoria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido a BNCC visa a valoriza\u00e7\u00e3o dos alunos pela sua a\u00e7\u00e3o criativa diante desta tecnologia e n\u00e3o uma adapta\u00e7\u00e3o passiva a este mundo. O comportamento passivo diante das informa\u00e7\u00f5es digitais \u00e9 o principal problema que o educador precisa enfrentar porque este comportamento, que atinge muitas crian\u00e7as e jovens, leva a um olhar acr\u00edtico e falso sobre a realidade.<\/p>\n\n\n\n<p>O desenvolvimento do pensamento cr\u00edtico pela institui\u00e7\u00e3o escolar e os professores, recai sobre o fator \u00e9tico tamb\u00e9m apontado pela BNCC: \u201cutilizar tecnologias, m\u00eddias, dispositivos de comunica\u00e7\u00e3o modernos de maneira \u00e9tica, sendo capaz de comparar comportamentos adequados e inadequados\u201d (BNCC, 2017).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Este documento do MEC tamb\u00e9m leva em conta o novo cen\u00e1rio mundial que traz uma necessidade de reconhecimento dos alunos no contexto hist\u00f3rico e cultural. Para isso a utiliza\u00e7\u00e3o das tecnologias digitais deve colaborar em fazer o aluno, comunicar-se, ser criativo, anal\u00edtico-cr\u00edtico, participativo, aberto ao novo, colaborativo, produtivo e respons\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>A cultura digital faz com que o conhecimento mostre sua incompletude, o que nos alerta para a import\u00e2ncia da interdisciplinaridade e no estabelecimento de circuitos entre m\u00faltiplas abordagens, permitindo desenhar tr\u00e2nsitos variados em um modelo interdisciplinar de conhecimento em rede.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ferramentas digitais em sala de aula<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Blogs<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 um site profissional ou pessoal que se configura como um di\u00e1rio em uma organiza\u00e7\u00e3o textual e de conte\u00fado que pode ser sempre atualizado. O educador pode criar um blog sobre um projeto did\u00e1tico para a constru\u00e7\u00e3o de um conhecimento coletivo. Grupos de alunos podem criar um blog para a troca de informa\u00e7\u00f5es e produ\u00e7\u00f5es coletivas. Vale lembrar, que propostas que incluem a utiliza\u00e7\u00e3o de aparelhagem tecnol\u00f3gica, s\u00e3o por vezes excludentes por causa de condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas. Por esse motivo sempre \u00e9 melhor trabalhar de forma coletiva por gerar ajudas m\u00fatuas e socializa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Meme<\/p>\n\n\n\n<p>O termo meme foi criado pelo bi\u00f3logo Richard Dawkins em seu livro The Selfish Gene (o Gene ego\u00edsta, lan\u00e7ado em 1976) sua intens\u00e3o era nomear uma unidade de informa\u00e7\u00e3o cultural que com analogia ao gene, refere-se a uma unidade de informa\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<p>Os memes na internet se expandem com uma velocidade muito r\u00e1pida, fen\u00f4meno t\u00edpico da internet podem se apresentar como imagens legendadas, v\u00eddeos virais ou express\u00f5es difundidas por m\u00eddias sociais. Observando esta versatilidade surgiu a quest\u00e3o sobre seu uso na educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Contribui\u00e7\u00f5es dos memes em sala de aula: Desperta interesse para diferentes tipos de leituras; ati\u00e7a a criticidade; \u00e9 envolvente pela sua ironia e comicidade.<\/p>\n\n\n\n<p>V\u00eddeo-minuto<\/p>\n\n\n\n<p>V\u00eddeo curto que pode ser utilizado para trabalhar conceitos diversos por meio da criatividade, humor, sintetiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>No corpo Do texto do BNCC (2017, p.83), o v\u00eddeo-minuto \u00e9 citado como forma de express\u00e3o tanto das culturas juvenis quanto possibilidades de forma de express\u00e3o na atua\u00e7\u00e3o na vida p\u00fablica. A caracter\u00edstica curta do v\u00eddeo \u00e9 mais assimil\u00e1vel para o p\u00fablico juvenil e instiga os alunos a exercitarem suas habilidades de sintetiza\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Novas situa\u00e7\u00f5es &#8211; novos modelos de promo\u00e7\u00e3o da aprendizagem<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As situa\u00e7\u00f5es novas no \u00e2mbito social, comportamental e cultural geradas por fatores indentit\u00e1rios, pol\u00edticos, ambientais e sanit\u00e1rios causam muitas demandas. Podemos dar o adjetivo de <em>novo<\/em> a esta situa\u00e7\u00e3o da contemporaneidade, mas n\u00e3o podemos dizer que elas surgiram de repente, do nada. Estas demandas sempre estiveram presentes na sociedade com suas minorias representativas, nas opini\u00f5es e concep\u00e7\u00f5es minorit\u00e1rias e revolucion\u00e1rias, nas peti\u00e7\u00f5es por legitima\u00e7\u00e3o e oficialidade de assuntos que sempre tiveram fora de pautas pol\u00edticas e acad\u00eamicas. Quando ocorre uma cat\u00e1strofe sanit\u00e1ria e ambiental \u2013 COVID19 &#8211;&nbsp; talvez por conta de comportamentos humanos de explora\u00e7\u00e3o ambiental visando cada vez mais desenvolvimento e lucro, pensamos em novas propostas de vida de valoriza\u00e7\u00f5es e por fim colocamos todas aquelas demandas que nunca foram atendidas, em pauta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os novos modelos educacionais que estamos promovendo com todas estas novas demandas, juntamente com o aporte tecnol\u00f3gico, cobrado hoje por conta do isolamento social, n\u00e3o s\u00e3o realmente novos. Por exemplo:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&#8211; M\u00e9todos ativos. S\u00e3o da d\u00e9cada de 1940, pertencente ao ide\u00e1rio de Escola Nova.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Utiliza\u00e7\u00e3o de m\u00eddias eletr\u00f4nicas na educa\u00e7\u00e3o: s\u00e3o dos anos de 1980 \u2013 Mariazinha Fusari, Heloisa Dupas Penteado e Ismar de Oliveira Soares j\u00e1 pontuavam estas quest\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Autonomia dos alunos \u2013 transfigurado no conceito de \u201csala invertida\u201d: Um m\u00e9todo que aponta para a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento e conte\u00fado visando e somando-se com a vivencia intelectual dos alunos. Pressuposto constru\u00eddo na d\u00e9cada de 1970 com a pedagogia cr\u00edtico-social dos conte\u00fados, tendo como seu maior representante, Paulo Freire.<\/p>\n\n\n\n<p>Estes \u201cnovos modelos\u201d, retornaram hoje com uma roupagem tecnol\u00f3gica, roupagem que n\u00e3o os tornam novos, mas urgentes e necess\u00e1rios. Urgentes porque eles j\u00e1 estavam cobrando sua aplica\u00e7\u00e3o verdadeira e profunda, o que nunca foi feito na pr\u00e1xis educacional. Necess\u00e1rios porque hoje ou \u00e9 a utiliza\u00e7\u00e3o consciente e profunda destes modelos na educa\u00e7\u00e3o ou \u00e9 a total falta de fun\u00e7\u00e3o e lugar social das institui\u00e7\u00f5es educacionais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Modelos Urgentes e necess\u00e1rios para concluir<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para o entendimento destes modelos de ensino \u00e9 preciso dividir o processo de aprendizagem e ensino em tr\u00eas elementos: <em>professor\/aluno\/conhecimento<\/em>. A partir desta an\u00e1lise notamos que o ensino tradicional valorizava o controle do conhecimento depois o professor, para surgir, na base desta hierarquia, o aluno. Os novos modelos ir\u00e3o questionar esta ordem hier\u00e1rquica para propor novas \u00eanfases na tr\u00edade e novas abordagens em rela\u00e7\u00e3o ao conhecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>M\u00e9todos ativos (1940) \u2013 Modelo da \u201cEscola Nova\u201d que promove a import\u00e2ncia do aluno na tr\u00edade \u2013 professor\/aluno\/conhecimento \u2013 seu foco est\u00e1 no aluno e na import\u00e2ncia do interesse deste pelo conhecimento. Valoriza a participa\u00e7\u00e3o ativa e coletiva dos alunos na aquisi\u00e7\u00e3o do conhecimento. Destaca o potencial da sociabilidade e da troca no processo de ensino\/aprendizado.<\/p>\n\n\n\n<p>Pedagogia cr\u00edtico-social de conte\u00fado (1970) \u2013 Valoriza a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento, portanto \u00e9 centrada no terceiro elemento da tr\u00edade citada. Segundo Lib\u00e2neo (1990) \u201cA pedagogia critico-social dos conte\u00fados se apresenta ent\u00e3o como s\u00edntese superadora de tra\u00e7os significativos da pedagogia tradicional e da escola nova, atribuindo ao ensino o papel de proporcionar aos alunos o dom\u00ednio de conte\u00fado cient\u00edfico, os m\u00e9todos de estudo e habilidades e h\u00e1bitos de racioc\u00ednio cient\u00edfico, de modo a irem formando a consci\u00eancia critica em face das realidades sociais e capacitando-se a assumir a sua condi\u00e7\u00e3o de agentes ativos de transforma\u00e7\u00e3o da sociedade e de si pr\u00f3prios\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Comunica\u00e7\u00e3o Escolar \u2013 utiliza\u00e7\u00e3o das m\u00eddias eletr\u00f4nicas na educa\u00e7\u00e3o (1980) \u2013 Proposta pedag\u00f3gica que compreende a educa\u00e7\u00e3o como um processo de comunica\u00e7\u00e3o espec\u00edfico. Neste vi\u00e9s, encaminha novas pr\u00e1ticas docentes, direcionadas para a supera\u00e7\u00e3o dos problemas presentes no modelo pedag\u00f3gico tradicional. Esta proposta enfatiza a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento pelo aluno e o professor valorizando as informa\u00e7\u00f5es midi\u00e1ticas. Neste sentido o aprendizado sai de constru\u00e7\u00f5es e concep\u00e7\u00f5es lineares para sistemas em redes de a\u00e7\u00f5es pedag\u00f3gicas. Esta pedagogia compreende o conhecimento como um corpo em constante constru\u00e7\u00e3o. Desta maneira nasce uma perspectiva que valoriza todos os elementos da tr\u00edade por igual em uma rela\u00e7\u00e3o sociopedag\u00f3gica.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<p>BRASIL. Minist\u00e9rio da educa\u00e7\u00e3o. Secretaria de educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica. Base nacional comum curricular. Bras\u00edlia, DF, 2017<\/p>\n\n\n\n<p>PENTEADO H. D. P. Comunica\u00e7\u00e3o Escolar \u2013 uma metodologia de ensino. S\u00e3o Paulo: Salesiana, 2002.<\/p>\n\n\n\n<p>LIB\u00c2NEO, J. C. Did\u00e1tica. S\u00e3o Paulo, Cortez, 1991.<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este artigo estabelece alguns pontos de contato entre duas transforma\u00e7\u00f5es que ocorreram no \u00e2mbito educacional: a interdisciplinaridade e a cultura digital. 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