{"id":313,"date":"2020-12-18T00:13:00","date_gmt":"2020-12-18T00:13:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=313"},"modified":"2020-12-15T13:15:36","modified_gmt":"2020-12-15T13:15:36","slug":"metodologias-ativas-e-autonomia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/metodologias-ativas-e-autonomia\/","title":{"rendered":"Metodologias ativas e autonomia"},"content":{"rendered":"\n<p>O intuito deste artigo \u00e9 tra\u00e7ar uma trajet\u00f3ria das metodologias ativas junto com a elucida\u00e7\u00e3o das principais conceitua\u00e7\u00f5es existentes nesta proposta. Mostrar as bases filos\u00f3ficas, psicol\u00f3gicas e pedag\u00f3gicas que transpassam esta nova perspectiva did\u00e1tica e como o cen\u00e1rio atual cobram do corpo docente e dos pedagogos uma modifica\u00e7\u00e3o acelerada nos procedimentos educacionais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo prop\u00f5e um panorama hist\u00f3rico e conceitual para elucidar os fundamentos das metodologias ativas. A ideia de analisar este panorama traz o objetivo de entender, porque a demanda pela proposta ativa de ensino cresceu nos dias atuais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Desta forma, este artigo traz uma analise dos fatores da crise educacional em torno de problemas como: indisciplina dos alunos, inclus\u00e3o e exclus\u00e3o, heterogeneidade e utiliza\u00e7\u00e3o das tecnologias da comunica\u00e7\u00e3o (mais cobrado ultimamente<strong>). <\/strong>Secundando estes fatores, este texto se direciona para as origens hist\u00f3rico\/filos\u00f3ficas das metodologias ativas que integram a escola nova.<\/p>\n\n\n\n<p>Em um terceiro momento a abordagem ser\u00e1 centrada na autonomia, um fator fundamental para a&nbsp; metodologia ativa e tamb\u00e9m muito presente nas propostas<strong> <\/strong>de Paulo Freire. Na quarta e \u00faltima parte o foco deste texto ser\u00e1 centrado nas quest\u00f5es relativas \u00e0 linguagem e tecnologia em uma tentativa de absorver o contexto atual da educa\u00e7\u00e3o e ao mesmo tempo trazer a tona conceitos da constru\u00e7\u00e3o social da linguagem nas abordagens de Bakhtin e Vygotsky.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>M\u00e9todos ativos e crise educacional &#8211; indisciplina<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A crise educacional tem muitas faces, vai desde a indisciplina, passando por dificuldades cognitivas, sistema de ensino defasado at\u00e9 a viol\u00eancia concretamente manifestada. Falo de viol\u00eancia manifestada porque a viol\u00eancia sem ser manifesta est\u00e1 nas subjetividades advindas da exclus\u00e3o social, econ\u00f4mica e cultural.&nbsp; Para uma an\u00e1lise da crise educacional cada vez mais completa \u00e9 preciso come\u00e7ar pelo papel funcional da escola, como aponta J\u00falio Groppa Aquino quando descreve algumas vis\u00f5es sobre a escola, primeiro a escola estaria basicamente a servi\u00e7o da (re)apropria\u00e7\u00e3o, por parte da crian\u00e7a e do adolescente, dos conhecimentos acumulados pela humanidade. Outros remeteriam-se \u00e0 dimens\u00e3o socializante da escola, definindo-a como ensaio, prepara\u00e7\u00e3o do jovem cidad\u00e3o para o conv\u00edvio em grupo e em sociedade. Outros destacariam a dimens\u00e3o profissionalizante da escolariza\u00e7\u00e3o. Diante desta tr\u00edplice fun\u00e7\u00e3o da escola recai a dificuldade de justificar e refletir sobre a indisciplina escolar.<\/p>\n\n\n\n<p>Inimigo n\u00famero um do educador, a indisciplina \u00e9 um fen\u00f4meno que ultrapassa o \u00e2mbito did\u00e1tico-metodol\u00f3gico (AQUINO p.83). Para nos inteirarmos dos fatores que est\u00e3o presentes em uma situa\u00e7\u00e3o de indisciplina ser\u00e1 necess\u00e1rio ter uma ideia abrangente do conceito de disciplina e o que o est\u00e1 subjacente. A disciplina escolar est\u00e1 atrelada a um pensamento da escola tradicional e muito relacionada com os controles de corpo e fala, circunscritos nas disposi\u00e7\u00f5es e estrutura\u00e7\u00f5es do espa\u00e7o e do tempo que os alunos podiam&nbsp; falar. Fora esta ideia e em uma \u00e9poca pos-militarisada, temos os alunos como adolescentes e crian\u00e7as que se expressam de forma muito mais livre. Aquino aponta que \u201ccom a crescente democratiza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es sociais, uma nova gera\u00e7\u00e3o se criou. Temos diante de n\u00f3s outro aluno, um novo sujeito hist\u00f3rico, mas, em certa medida, guardamos como padr\u00e3o pedag\u00f3gico a imagem daquele aluno, submisso e temeroso\u201d (AQUINOp.86). Portanto a indisciplina vista como um fator que est\u00e1 relacionado com o n\u00e3o cumprimento de normas de controle moral pode n\u00e3o ser um ato de indisciplina e sim um ato criativo do aluno frente a um contexto n\u00e3o democr\u00e1tico e n\u00e3o representativo que algumas escolas ainda oferecem.<\/p>\n\n\n\n<p>No centro das metodologias ativas est\u00e1 o aluno e por causalidade a sua autonomia, portanto em uma escola em que este est\u00e1 submetido a regras r\u00edgidas para falar e se expressar de forma natural e livre, \u00e9 imposs\u00edvel o trabalho com quaisquer procedimentos ativos. Freinet, professor e pesquisador da escola nova, em 1944 indicava \u201cque a escola tradicional era centrada na mat\u00e9ria a ser ensinada a nos programas que definiam essa mat\u00e9ria, precisavam-na e hierarquizavam-na. Cabia \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o escolar, os professores e os alunos , que se submetessem \u00e0s suas exig\u00eancias (FREINET,p.9). Em seu livro \u201cPara uma Escola do Povo\u201d, Freinet j\u00e1 fala sobre quest\u00f5es relativas a liberdade e autonomia dos alunos quando afirma que a escola deve ser centrada na crian\u00e7a enquanto membro da comunidade. Este autor coloca como um fator importante para o desenvolvimento dos alunos,&nbsp; a \u00eanfase nas necessidades essenciais dos alunos em fun\u00e7\u00e3o das necessidades da sociedade a que pertence. Deste olhar para o perfil do aluno, que decorrer\u00e3o as t\u00e9cnicas \u2013 manuais e intelectuais \u2013 a dominar.&nbsp; Desta an\u00e1lise ambiental e subjetiva dos alunos&nbsp; tamb\u00e9m decorrer\u00e3o a organiza\u00e7\u00e3o do conte\u00fado, o sistema de aquisi\u00e7\u00e3o e as modalidades da educa\u00e7\u00e3o.&nbsp; Podemos ver em Freinet a perspectiva da escola nova fundamentada na subjetividade do aluno e em seu ambiente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exclus\u00e3o e inclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da indisciplina outro fator que contribui para a crise educacional, \u00e9 a quest\u00e3o da inclus\u00e3o que se relaciona com seu oposto, a exclus\u00e3o. A inclus\u00e3o de crian\u00e7as diagnosticada e classificadas como portadoras de dist\u00farbios emocionais e cognitivos em escolas regulares, causadora de outra crise educacional est\u00e1 relacionada intrinsicamente com seu rev\u00e9s, que \u00e9 a exclus\u00e3o, em uma dimens\u00e3o psicol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Um dos pontos fr\u00e1geis e discut\u00edveis da escola nova que passou por muitas reformula\u00e7\u00f5es \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de um padr\u00e3o intelectual homog\u00eaneo. Neste sentido, olhando para o desenvolvimento cognitivo aut\u00f4nomo da crian\u00e7a, estabeleceu-se um padr\u00e3o desse desenvolvimento, provocando in\u00fameras an\u00e1lises de comportamento e medi\u00e7\u00f5es de intelig\u00eancias. Portanto uma das bases da escola nova e da metodologia ativa foi a padroniza\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia. Como aponta Maria Helena Patto (1999, p. 64), al\u00e9m de Binet, autor da primeira escala m\u00e9trica da intelig\u00eancia para crian\u00e7as, Edouard Clapar\u00e8d, contempor\u00e2neo de Piaget, tornou-se autor obrigat\u00f3rio entre as obras de referencia de psic\u00f3logos e pedagogos, voltados para o estudo de mensura\u00e7\u00e3o das diferen\u00e7as individuais de rendimento escolar em todo mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso, mesmo na escola nova com sua metodologia centrada na crian\u00e7a, ficou patente a homogeneidade na sala de aula, fato que consequentemente se traduziu em uma grande exclus\u00e3o e evas\u00e3o escolar.<\/p>\n\n\n\n<p>A escola nova e sua proposta de metodologia ativa, que respeitam a autonomia de crian\u00e7a veio se adequar com mais efic\u00e1cia no cen\u00e1rio educacional brasileiro, quando se somou ao construtivismo baseado na psicologia do desenvolvimento, a perspectiva e concep\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a como um ser de linguagem e um ser social. Esta nova concep\u00e7\u00e3o possibilitou a forma\u00e7\u00e3o de salas mais heterog\u00eaneas e concretizou leis educacionais que possibilitaram a inclus\u00e3o de jovens e crian\u00e7as que n\u00e3o se adequavam a padr\u00f5es eleitos por uma psicologia diferencial.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A proposta de uma escola inclusiva nos aspectos de comportamento, cognitivos, emocionais e culturais que leve em conta representatividades e identidades t\u00eam que estra inserida na metodologia ativa, pois do contr\u00e1rio os problemas de indisciplinas e exclus\u00e3o voltam para uma sala de aula que conserva padr\u00f5es morais de cerceamentos e homogeneiza\u00e7\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido, o construtivismo da escola nova fundamentado nas metodologias ativas, s\u00f3 se reformulou&nbsp; com as concep\u00e7\u00f5es de Bakhtin e Vygotsky. Estes dois autores, tirando suas diverg\u00eancias conceituais, centraram suas pesquisas na linguagem, tomando-a como um fator social. O professor precisa levar as subjetividades presentes em uma sala de aula, e n\u00e3o somente adequar uma metodologia que segue padr\u00f5es universais de desenvolvimento.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Tanto Bakhtin como Vygotsky elaboraram uma teoria que coloca a linguagem como ponto de partida na investiga\u00e7\u00e3o das quest\u00f5es humanas e sociais e tamb\u00e9m como desvio que permite que as ci\u00eancias humanas transitem para fora dos paradigmas cientificistas, priorizando uma abordagem \u00e9tico-est\u00e9tica da realidade (SOUZA p.13).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Metodologias ativas e autonomia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As quest\u00f5es de autonomia em sala de aula nos cobra uma an\u00e1lise sobre este conceito, a fim de situar a pr\u00e1xis de sua utiliza\u00e7\u00e3o. No vi\u00e9s da psicologia desenvolvimentista, que sustenta as metodologias ativas, a autonomia est\u00e1 atrelada a um desenvolvimento psicogen\u00e9tico. Este desenvolvimento \u00e9 suposto aprioristicamente e nele a crian\u00e7a ir\u00e1 evoluir de forma aut\u00f4noma quase sem a participa\u00e7\u00e3o do educador. Portanto, a base psicol\u00f3gica do construtivismo e consequentemente da escola nova \u00e9 um desenvolvimento gen\u00e9tico que prev\u00ea a evolu\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a, quando esta evolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o ocorre se conclui que a crian\u00e7a n\u00e3o se adequa a um ensino aut\u00f4nomo com perspectiva construtivista. Neste pressuposto se encontra a grande contradi\u00e7\u00e3o da escola nova, onde a autonomia proposta nesta dimens\u00e3o psicol\u00f3gica se transforma em um fator de exclus\u00e3o e segrega\u00e7\u00e3o. Isto ocorre porque na raiz do construtivismo existe uma proposta uniformizante que preconiza uma sala de aula homog\u00eanea sem espa\u00e7o para diferen\u00e7as, sejam elas de ordem, cognitivas ou emocionais. Este fato explica a grande crise da educa\u00e7\u00e3o atual, mesmo com a implanta\u00e7\u00e3o do construtivismo como metodologia pedag\u00f3gica hegem\u00f4nica nos quadros dos programas governamentais de educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante desta crise em torno do conceito de autonomia \u00e9 preciso fazer um desvio conceitual para chegarmos a um entendimento de autonomia mais relacionado com as subjetividades presente em uma sala de aula. Desta maneira \u00e9 preciso entender autonomia como um fator de constru\u00e7\u00e3o de sujeitos e n\u00e3o considerar os alunos objetos de uma psicologia ou de uma educa\u00e7\u00e3o tradicional funcional e positivista. Nas palavras de Paulo freire \u201co homem deve ser o sujeito de sua pr\u00f3pria educa\u00e7\u00e3o N\u00e3o pode ser o objeto dela. Por isso, ningu\u00e9m educa ningu\u00e9m\u201d (FREIRE p. 28).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;Tratando dos m\u00e9todos ativos, uma das bases do construtivismo, vimos no momento atual, uma educa\u00e7\u00e3o centrada nos alunos \u00e9 uma sa\u00edda para resolver parte da crise educacional eu se instaurou no ambiente escolar. Mas ser\u00e1 preciso analisar com cuidado, os aspectos que foram reformulados no construtivismo, principalmente os que tangenciam as formas de controle e uniformiza\u00e7\u00e3o presentes na base da psicologia de desenvolvimento gen\u00e9tico. Os problemas que transpassam a educa\u00e7\u00e3o nos dias de hoje s\u00e3o os que foram provocados por uma vis\u00e3o que uniformiza as subjetividades. Portanto a ado\u00e7\u00e3o de metodologias ativas, centradas nos alunos, precisa vir junto com a constru\u00e7\u00e3o de um olhar que assimile a heterogeneidade de uma sala de aula e trabalhe em fun\u00e7\u00e3o das representatividades.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;<strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>AQUINO, J. G. Do Cotidiano escolar \u2013 Ensaios sobre a \u00e9tica e seus avessos. S\u00e3o Paulo: Summus, 2000.<\/p>\n\n\n\n<p>FREINET C.&nbsp; Para uma Escola do Povo. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 2001.<\/p>\n\n\n\n<p>FREIRE P. Educa\u00e7\u00e3o e Mudan\u00e7a. Rio de janeiro: Paz e terra, 1979.<\/p>\n\n\n\n<p>PATTO M. H. S. A Produ\u00e7\u00e3o do Fracasso escolar \u2013 Hist\u00f3rias de submiss\u00e3o e rebeldia. S\u00e3o Paulo: Casa do Psic\u00f3logo. 1999.<\/p>\n\n\n\n<p>SOUZA S. J. In OLIVEIRA Z. M. R. (org.) A crian\u00e7a e seu desenvolvimento \u2013 Perspectivas para se discutir a educa\u00e7\u00e3o infantil. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2000.<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O intuito deste artigo \u00e9 tra\u00e7ar uma trajet\u00f3ria das metodologias ativas junto com a elucida\u00e7\u00e3o das principais conceitua\u00e7\u00f5es existentes nesta proposta. 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