{"id":308,"date":"2020-12-11T00:10:00","date_gmt":"2020-12-11T00:10:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=308"},"modified":"2020-12-10T11:11:19","modified_gmt":"2020-12-10T11:11:19","slug":"aprendizagem-colaborativa-em-projetos-culturais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/aprendizagem-colaborativa-em-projetos-culturais\/","title":{"rendered":"Aprendizagem colaborativa em projetos culturais"},"content":{"rendered":"\n<p>Neste artigo ser\u00e3o analisadas as caracter\u00edsticas de projetos culturais no que diz respeito \u00e0 criatividade e como as propostas did\u00e1ticas e culturais, feita em processos coletivos e contributivos, podem ajudar no interesse e engajamento dos alunos. Os tr\u00eas eixos da aprendizagem colaborativa como intera\u00e7\u00e3o, colabora\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o ser\u00e3o expostos e problematizados em uma chave cultural focando para o fator, criatividade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto did\u00e1tico-cultural possui dois objetivos importantes e distintos, ele atua como uma ferramenta did\u00e1tica para a valoriza\u00e7\u00e3o da subjetividade do aluno causada pelo processo criativo e possibilita maior engajamento e interesse coletivo dos alunos em rala\u00e7\u00e3o ao ambiente e atividades escolares colaborando de forma interdisciplinar e transdisciplinar.<\/p>\n\n\n\n<p>Partindo destes dois objetivos, este artigo evidenciar\u00e1 a criatividade como principal fator atuante no desenvolvimento da aprendizagem colaborativa. Neste sentido, para se potencializar nos alunos um desejo cada vez maior de intera\u00e7\u00e3o, colabora\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o, \u00e9 preciso criar um ambiente que valorize a criatividade dos alunos. Neste vi\u00e9s da criatividade, analisaremos as propostas principais da \u201cEscola Nova\u201d e seu representante no ide\u00e1rio criativo e imaginativo, John Dewey no olhar da artista e educadora, Ana Mae Barbosa.<\/p>\n\n\n\n<p>Este texto ter\u00e1 seu desenvolvimento nos seguintes temas: a criatividade na aprendizagem colaborativa e cooperativa; projeto did\u00e1tico-cultural; a valoriza\u00e7\u00e3o da arte na perspectiva colaborativa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A criatividade na aprendizagem colaborativa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Partindo do conceito de aprendizagem colaborativa que se traduz por uma atividade coletiva onde os alunos constroem o conhecimento estabelecendo trocas de informa\u00e7\u00e3o em torno de um projeto tem\u00e1tico e pedag\u00f3gico, podemos relacionar este pressuposto com processos din\u00e2micos e criativos. A criatividade produz autonomias e, por conseguinte possibilita o pensamento art\u00edstico e cultural, levando-se em conta que o conceito de arte est\u00e1 relacionado com sua raiz etimol\u00f3gica <em>ars<\/em> \u2013 t\u00e9cnica e habilidade, significando a atividade humana que caracterizada a manifesta\u00e7\u00e3o de ordem, est\u00e9tica e comunica\u00e7\u00e3o. Nesta perspectiva o processo criativo se d\u00e1 a partir da percep\u00e7\u00e3o, no intuito de manifestar ideias e emo\u00e7\u00f5es. Portanto o conceito de arte se baseia na criatividade e na inten\u00e7\u00e3o de desenvolver os mais variados projetos e n\u00e3o somente os relacionados com as linguagens art\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n<p>A criatividade esta na base de toda proposta de aprendizagem colaborativa, pois esta est\u00e1 assentada sobre tr\u00eas eixos, intera\u00e7\u00e3o, colabora\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o. Ser\u00e1 imposs\u00edvel o desenvolvimento de cada um destes eixos sem a criatividade, recorremos a Paulo Freire quando este educador diz \u201ca educa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais aut\u00eantica quanto mais desenvolve o \u00edmpeto ontol\u00f3gico de criar. Deve ser desinibidora e n\u00e3o restritiva. Deva dar oportunidade para os educandos serem eles mesmos. A nega\u00e7\u00e3o desta educa\u00e7\u00e3o \u00e9 domestica\u00e7\u00e3o\u201d (FREIRE, 1979, p. 32). No vi\u00e9s de trabalhos com projetos did\u00e1ticos com utiliza\u00e7\u00e3o da criatividade existem duas propostas um pouco diferenciadas, a aprendizagem colaborativa e a aprendizagem cooperativa.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;A proposta colaborativa \u00e9 mais vivencial, aberta e horizontal, no sentido de existir mais um consenso do que hierarquias. N\u00e3o prop\u00f5e estruturas metodol\u00f3gicas pr\u00e9-definidas e est\u00e1 mais relacionada a uma filosofia da intera\u00e7\u00e3o. Como filosofia e forma natural de vivencia pode-se dizer que esta proposta est\u00e1 mais centrada nos alunos no sentido deste se tornar mais ativo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;A proposta cooperativa j\u00e1 aponta certa hierarquiza\u00e7\u00e3o e uma metodologia estruturada e relaciona-se mais a uma t\u00e9cnica educacional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Para Spencer Kagan (19891990), a implementa\u00e7\u00e3o da aprendizagem cooperativa deve ser baseada na cria\u00e7\u00e3o, an\u00e1lise e aplica\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica das estruturas ou formas de organiza\u00e7\u00e3o da intera\u00e7\u00e3o social em sala de aula. Estas estruturas ser\u00e3o divididas em etapas com normas bem definidas para cada uma delas. Para este autor a necessidade de definir certas estruturas tem o intuito de atingir maior intera\u00e7\u00e3o entre os alunos a fim de atingirem com mais efic\u00e1cia o entendimento do conte\u00fado. Para um melhor esclarecimento, as estruturas pedag\u00f3gicas para uma aprendizagem cooperativa se definem por divis\u00f5es de tarefas e grupos; e ordena\u00e7\u00e3o de trabalhos e prioridades. Como esta proposta carrega uma tecnicidade maior, ela, na maioria das vezes ser\u00e1 centrada no professor.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante salientar, como aponta Cord (2000) que em uma proposta colaborativa se valoriza o trabalho de equipe o que \u00e9 muito eficaz na internet, esta autora sobrep\u00f5e o termo coopera\u00e7\u00e3o a colabora\u00e7\u00e3o, no sentido que n\u00e3o pode haver colabora\u00e7\u00e3o sem coopera\u00e7\u00e3o em torno de um objetivo comum (TORRES, ALCANTARA, IRALA, p. 4). Neste sentido a internet facilitaria esta proposta por possibilitar a troca de mensagens eletr\u00f4nicas. A aprendizagem colaborativa tem um sentido filos\u00f3fico, te\u00f3rico e pol\u00edtico que se relacionam com quest\u00f5es epistemol\u00f3gicas sobre a natureza de o conhecimento ser uma constru\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Projeto did\u00e1tico-cultural<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As propostas relacionadas com projetos did\u00e1ticos de constru\u00e7\u00e3o de saber sobre determinados temas, convergem para este ide\u00e1rio colaborativo, pois nestas propostas existe muita intera\u00e7\u00e3o entre os alunos por meio de problematiza\u00e7\u00e3o e debates a fim de aprofundar conhecimentos. O professor\/a precisa contribuir em sua fun\u00e7\u00e3o de articulador para provocar a curiosidade dos alunos sobre determinada tem\u00e1tica. N\u00e3o basta definir os objetivos e expor as caracter\u00edsticas do conte\u00fado a ser trabalhado \u00e9 preciso mostrar sua face pol\u00edtica por meio das diverg\u00eancias e converg\u00eancias que est\u00e3o atreladas ao tema. Nenhum conhecimento humano \u00e9 absoluto e completo, por isso para toda afirma\u00e7\u00e3o h\u00e1 sempre uma rea\u00e7\u00e3o. Portanto os professores precisam mostrar a base dial\u00e9tica de todo conhecimento, fato que ir\u00e1 despertar com certeza esta mesma natureza na subjetividade dos alunos. Na produ\u00e7\u00e3o de um projeto did\u00e1tico os professores precisam estar atentos a mudan\u00e7as de cursos de investiga\u00e7\u00f5es a partir de sugest\u00f5es advindas dos alunos enquanto estes precisam ter autonomia para descobrirem suas pr\u00f3prias fontes de indaga\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na aprendizagem colaborativa, quando se trabalha sobre projetos pedag\u00f3gicos que despertam o interesse dos alunos, possibilita por parte do adolescente ou da crian\u00e7a a utiliza\u00e7\u00e3o de suas m\u00faltiplas linguagens simb\u00f3licas para a transmiss\u00e3o de ideias e conhecimentos para si mesmos e umas para outras.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentro das expectativas atuais de ensino hibrido, presencial e online ser\u00e1 necess\u00e1ria uma reformula\u00e7\u00e3o nas atividades escolares a fim de escolher estrat\u00e9gias que dar\u00e3o conta das demandas atuais. O educador Celestin Freinet j\u00e1 em 1943 apontava que a escola deveria ser centrada na crian\u00e7a e em sua autonomia. Este autor no livro \u201cPara uma Escola do Povo\u201d confrontava os ide\u00e1rios da escola tradicional e da escola nova quando apontou que a escola tradicional \u00e9 um audit\u00f3rio-escrit\u00f3rio, uma sala suficiente par reunir sentado o efetivo escolar, por\u00e9m n\u00e3o muito vasta, para que a voz do professor n\u00e3o se perdesse e para que seu olhar pudesse vigiar todos os cantos (FREINET p.3 1994).<\/p>\n\n\n\n<p>Para a escola nova este educador prop\u00f5e uma oficina de trabalho planejada estruturalmente para a atividade coletiva. Este novo perfil escolar defendido por este educador \u00e9 hoje cada vez mais necess\u00e1rio, onde o professor sai de seu car\u00e1ter autorit\u00e1rio para se tornar conselheiro e auxiliar.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Valoriza\u00e7\u00e3o da arte na perspectiva colaborativa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A proposta de aprendizagem colaborativa \u00e9 bastante influenciada pelos fundamentos da escola nova e alguns de seus percursores. John Dewey foi um dos principais percussores das inova\u00e7\u00f5es ocorridas no campo curricular, principalmente no que tange a valoriza\u00e7\u00e3o da arte e no desenvolvimento de um processo cooperativo e colaborativo na educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Dewey promoveu grupos de aprendizagem cooperativa como parte de seu m\u00e9todo de instru\u00e7\u00e3o e chamou de \u201cvida associada\u201d valorizando o relacionamento humano como base para o bem estar e o sucesso (TORRES, ALCANTRA, IRALA p. 8). Na busca da compreens\u00e3o dos processos din\u00e2micos da constru\u00e7\u00e3o do conhecimento Jean Piaget evidenciou as bases interacionistas, supondo o sujeito como ser ativo em rela\u00e7\u00e3o com o meio f\u00edsico e social. Para a constru\u00e7\u00e3o e valida\u00e7\u00e3o dos conceitos \u00e9 imprescind\u00edvel a intera\u00e7\u00e3o social, neste sentido, todo campo conceitual objetivado pedagogicamente demanda um processo colaborativo e criativo. A colabora\u00e7\u00e3o e a criatividade confluem para uma metodologia ativa centrada nos alunos.<\/p>\n\n\n\n<p>Seguindo o fator, criatividade, dentro do contexto da aprendizagem colaborativa ou de vida associada, Dewey evidenciou a arte como base na constru\u00e7\u00e3o do conhecimento. Na acep\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica deste autor a arte \u00e9 colocada como meio de ajuda para forma\u00e7\u00e3o do conceito. Foi muito grande a influencia desta nova perspectiva no setor educacional brasileiro. Na analise de Ana Mae Barbosa (2001), \u201cno Brasil, a contribui\u00e7\u00e3o mais significativa na propaga\u00e7\u00e3o da ideia e pr\u00e1tica da arte comum instrumento para ajudar a forma\u00e7\u00e3o do conceito foi a do grupo dos reformadores da educa\u00e7\u00e3o de Pernambuco, durante o Movimento da Escola Nova (1927-1935)\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentro desta vis\u00e3o a arte \u00e9 vista como um meio para a crian\u00e7a organizar e fixar no\u00e7\u00f5es aprendidas em outros campos de estudo e n\u00e3o somente como um veiculo de auto express\u00e3o criativa. Neste sentido, procurou-se integrar a auto-express\u00e3o com a estrutura conceitual da ci\u00eancia, hist\u00f3ria, geografia etc., numa tentativa de vencer o que Dewey denominava \u201cmera indulgencia na efus\u00e3o emocional sem referencias \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de inteligibilidade\u201d (BARBOSA p. 136).<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto a arte \u00e9 vista como um fator contributivo na forma\u00e7\u00e3o de conceitos de varias disciplinas e possibilita a forma\u00e7\u00e3o de uma aprendizagem colaborativa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Neste artigo foi apresentada uma gama de aspectos da educa\u00e7\u00e3o dentro do seu processo hist\u00f3rico de evolu\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica, que ainda cobram uma aplica\u00e7\u00e3o mais concreta. Os problemas que ainda permanecem no ambiente educacional como falta de interesse dos alunos, indisciplinas e desrespeitos e os mais novos como, aprendizagem a distancia e sua problem\u00e1tica, demandam reformula\u00e7\u00f5es em toda pr\u00e1xis educacional. Diante disso \u00e9 muito natural o sentimento de impot\u00eancia individual, pois n\u00e3o somos onipotentes nem onipresentes, mas podemos mudar uma proposta ou atividade que estamos planejando, podemos adequar melhor um conte\u00fado por meio de uma atividade mais criativa ou l\u00fadica, proporcionando um engajamento e interesse maio dos alunos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>BARBOSA, A M, John Dewey e o ensino da arte no Brasil, S\u00e3o Paulo: Cortez, 2001.<\/p>\n\n\n\n<p>CAROLYN E, LELLA G, GEORGE F. As cem Linguagens da Crian\u00e7a \u2013 A abordagem de Reggio Emillia na educa\u00e7\u00e3o de primeira inf\u00e2ncia. Porto Alegre: Artmed, 1999.<\/p>\n\n\n\n<p>FREIRE P. Educa\u00e7\u00e3o e Mudan\u00e7a, S\u00e3o Paulo: Paz e Terra, 1979.<\/p>\n\n\n\n<p>FREINET C. Para uma Escola do Povo. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 2001.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>TORRES P. L. ALCANTRA P. R. IRALA E. A. F. Grupos de Consenso: uma proposta de aprendizagem colaborativa para o processo de ensino aprendizagem. Revista Di\u00e1logo Educacional, Curitiba V.4, n 13, p 129-145, set\/dez. 2004.<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste artigo ser\u00e3o analisadas as caracter\u00edsticas de projetos culturais no que diz respeito \u00e0 criatividade e como as propostas did\u00e1ticas e culturais, feita em processos coletivos e contributivos, podem ajudar no interesse e engajamento dos&hellip;<\/p>\n<p><a class=\"readmore\" href=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/aprendizagem-colaborativa-em-projetos-culturais\/\">Read More<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-308","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-educacao-basica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/308"}],"collection":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=308"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/308\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":309,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/308\/revisions\/309"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=308"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=308"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=308"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}