{"id":304,"date":"2020-12-04T00:01:00","date_gmt":"2020-12-04T00:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=304"},"modified":"2020-12-04T02:00:02","modified_gmt":"2020-12-04T02:00:02","slug":"objetos-digitais-de-aprendizagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/objetos-digitais-de-aprendizagem\/","title":{"rendered":"Objetos digitais de aprendizagem"},"content":{"rendered":"\n<p>Neste artigo discutiremos as possibilidades das ferramentas digitais no ensino, centrando-se no conceito de objeto digital de aprendizagem, e na sua contribui\u00e7\u00e3o em uma educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o linear atravessada por uma gama complexa Inter e trans. disciplinar<strong>. <\/strong>A partir desta proposta ser\u00e1 abordado neste artigo o conceito de letramento. Desta an\u00e1lise vamos estabelecer os pontos de contato com a cultura digital&nbsp; e suas rela\u00e7\u00f5es e possibilidades no \u00e2mbito tecnol\u00f3gico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O objeto digital de aprendizagem (ODA) \u00e9 um recurso digital destinado a apoiar o aluno no processo de ensino\/aprendizagem. Ele \u00e9 formado por textos. Anima\u00e7\u00f5es, v\u00eddeos e imagens sua aplica\u00e7\u00e3o pode ser dividida em m\u00f3dulos ou apresentar-se como um conte\u00fado completo.<\/p>\n\n\n\n<p>Estes objetos podem ser utilizados n educa\u00e7\u00e3o a distancia ou presencial. Possuem possibilidades de reutiliza\u00e7\u00f5es de seus recursos em contextos diferentes. Funcionam como cursos divididos em m\u00f3dulos com acesso a links de v\u00eddeos e imagens. A constru\u00e7\u00e3o e o uso destes recursos podem possibilitar muitas sa\u00eddas para o atual momento educacional. Abordaremos a seguir as quest\u00f5es que envolvem o letramento infantil e a educa\u00e7\u00e3o no \u00e2mbito da tecnologia digital de comunica\u00e7\u00e3o e informa\u00e7\u00e3o. A partir destes fatores veremos tamb\u00e9m neste artigo, o conceito de alfabetiza\u00e7\u00e3o e letramento dentro da perspectiva tecnol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Objetos digitais e o ensino b\u00e1sico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na alfabetiza\u00e7\u00e3o, os recursos dos objetos digitais de aprendizagens s\u00e3o muitos e fornecem grande flexibilidade ao ensino em quest\u00f5es avaliativas e disciplinares. No entanto \u00e9 preciso um olhar atento do professor\/a para as quest\u00f5es demandadas pelos alunos no que tange a diferen\u00e7as cognitivas e de ordens disciplinares e emocionais. Outra quest\u00e3o que se apresenta na utiliza\u00e7\u00e3o de recursos tecnol\u00f3gicos de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o, est\u00e1 relacionada com os conhecimentos pr\u00e9vios dos alunos. Existem alunos que est\u00e3o inseridos na sociedade de informa\u00e7\u00e3o e alunos que est\u00e3o exclu\u00eddos deste circuito.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Os alunos que est\u00e3o conectados com o ambiente informativo convivem com os atributos de uma sociedade de informa\u00e7\u00e3o, que s\u00e3o aquisi\u00e7\u00e3o, armazenamento, processamento e distribui\u00e7\u00e3o. A partir destes atributos podemos concluir que vivemos em uma sociedade altamente informativa e o papel dos professores \u00e9 transformar a informa\u00e7\u00e3o em conhecimento por meio do pensamento critico e reflexivo. Passando por estes pressupostos vislumbramos o papel do professor como mediador e observador. Neste sentido o professor\/a n\u00e3o um simples monitor diante da aplica\u00e7\u00e3o de um jogo com car\u00e1ter de objeto digital de aprendizagem.<\/p>\n\n\n\n<p>Os objetos digitais de aprendizagens possuem v\u00e1rios formatos como livros digitais, anima\u00e7\u00f5es, jogos, v\u00eddeos e infogr\u00e1ficos neles os alunos podem estudar de forma aut\u00f4noma e l\u00fadica. Os professores nos papeis de media\u00e7\u00e3o e observa\u00e7\u00e3o, atuar\u00e3o na elabora\u00e7\u00e3o da aula, escolha e aplica\u00e7\u00e3o dos objetos digitais de aprendizagem, neste sentido a escolha do objeto passar\u00e1 pela reflex\u00e3o sobre as demandas presentes no cotidiano escolar. Durante o processo de aplica\u00e7\u00e3o do ODA o professor\/a se torna um observador e j\u00e1 est\u00e1 presente em um tempo avaliativo.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentro do \u00e2mbito da tecnologia digital de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o existem formas f\u00e1ceis e elucidativas de trabalho, como \u00e9 o caso das plataformas digitais de educa\u00e7\u00e3o. Neste sentido a plataforma \u201cEscola Digital\u201d \u00e9 um meio bastante \u00fatil para o trabalho com objetos digitais. Nesta plataforma, disponibilizada de forma gratuita na internet, o professor pode escolher o objeto digital que ir\u00e1 trabalhar indicando, no sistema de busca a habilidade pedag\u00f3gica relacionada com a base nacional Comum curricular (BNCC).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Objeto digital e letramento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para a escolha de instrumentos tecnol\u00f3gicos para a alfabetiza\u00e7\u00e3o \u00e9 preciso um olhar mediador, com inten\u00e7\u00e3o de buscar um melhor caminho de ensino\/aprendizagem. Neste sentido \u00e9 preciso um olhar construtivo a respeito da aquisi\u00e7\u00e3o da linguagem pela crian\u00e7a. A leitura e a escrita s\u00e3o aquisi\u00e7\u00f5es sociais e n\u00e3o t\u00e9cnicas, a crian\u00e7a se apropria da linguagem escrita por meios sociais e simb\u00f3licos como participante de um processo construtivo e n\u00e3o somente pela percep\u00e7\u00e3o de c\u00f3digos e sons. A partir deste racioc\u00ednio, o letramento deve permitir a crian\u00e7a um processo que ela se corresponda ativamente com a constru\u00e7\u00e3o da escrita e leitura. Os professores, na escolha de um jogo para aplica\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica, precisa observar se este instrumento est\u00e1 inserido em uma proposta construtiva e ativa para n\u00e3o recair em propostas que transformam a atividade de letramento em um c\u00f3digo de transcri\u00e7\u00e3o e, portanto na aquisi\u00e7\u00e3o de uma t\u00e9cnica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A escrita precisa ser concebida como um sistema de representa\u00e7\u00e3o onde a crian\u00e7a n\u00e3o est\u00e1 copiando um c\u00f3digo fechado j\u00e1 constitu\u00eddo e sim se apropriando de um novo conhecimento, neste sentido o ensino da escrita \u00e9 conceitual (FERREIRO&amp; TEBEROSKY, 1985)<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta linha de pensamento de ver a escrita como um sistema de representa\u00e7\u00e3o \u00e9 preciso atentar para os n\u00edveis de alfabetiza\u00e7\u00e3o, onde no primeiro n\u00edvel pr\u00e9-sil\u00e1bico a crian\u00e7a j\u00e1 tem o desejo de se inserir no mundo simb\u00f3lico por meios de ensaios representativos.<\/p>\n\n\n\n<p>. Neste est\u00e1gio por\u00e9m, a crian\u00e7a ainda est\u00e1 alheia ao fato que a escrita representa os sons da fala, mas j\u00e1 compreende sua natureza simb\u00f3lica. A partir deste est\u00e1gio ela alcan\u00e7ar\u00e1 o n\u00edvel sil\u00e1bico estabelecendo rela\u00e7\u00f5es entre os sons da fala e a escrita voltando sua aten\u00e7\u00e3o para a constru\u00e7\u00e3o de crit\u00e9rios de diferencia\u00e7\u00e3o entre escritas diferentes, no entanto ela conclui que os sons das letras s\u00e3o sil\u00e1bicos atribuindo a cada som vocalizado da palavra, uma s\u00edlaba. O n\u00edvel alfab\u00e9tico ser\u00e1 conquistado passando por estes est\u00e1gios e o conv\u00edvio com um ambiente e em processos ricos em utiliza\u00e7\u00e3o da escrita. Portanto a aquisi\u00e7\u00e3o da escrita pela crian\u00e7a passa por um processo cont\u00ednuo onde o papel do professor\/a \u00e9 propor um ambiente rico em ludicidade, criatividade e de conviv\u00eancia cultural.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir destes pressupostos te\u00f3ricos, a escolha de um ODA para o trabalho de letramento pode ser bastante construtiva e din\u00e2mica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Letramento digital<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O letramento digital corrobora com as ideias de Em\u00edlia Ferreiro sobre a constru\u00e7\u00e3o conceitual da escrita e com o ide\u00e1rio de Paulo Freire que se posicionava de forma cr\u00edtica a consci\u00eancia banc\u00e1ria da educa\u00e7\u00e3o. Neste sentido o professor n\u00e3o deve se colocar como um ser superior que ensina a ignorantes, pois desta forma n\u00e3o h\u00e1 est\u00edmulo para a cria\u00e7\u00e3o e a autonomia dos alunos.<\/p>\n\n\n\n<p>Na \u00f3tica do pesquisador norte-americano Dom Tapscotti o professor sabe-tudo, fornecedor de todas as informa\u00e7\u00f5es aos alunos, est\u00e1 com os dias contados. Em seu livro \u201cGera\u00e7\u00e3o Digital\u201d (1999), Tapscotti constatou muitas rejei\u00e7\u00f5es ao jeito tradicional de aprendizagem, principalmente quando os alunos buscam outros meios de informa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se limitando ao professor e aos livros did\u00e1ticos.<\/p>\n\n\n\n<p>Em uma forma de letramento digital a educa\u00e7\u00e3o se da centrada no aluno e com aprendizes ativos e com trabalho coletivo. Nesta coletividade a equipe constr\u00f3i habilidades juntamente com o professor articulador. Este novo perfil docente precisa se adequar as mudan\u00e7as do mundo, promovendo um ensino din\u00e2mico e buscando forma\u00e7\u00e3o em compet\u00eancias voltadas para a era da informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Como indica o educador e pesquisador Ant\u00f4nio Carlos Xavier, para se abordar as quest\u00f5es relacionadas com a alfabetiza\u00e7\u00e3o \u00e9 preciso distinguir alfabetiza\u00e7\u00e3o de letramento. Neste sentido temos como alfabetiza\u00e7\u00e3o o entendimento da linguagem escrita em seus fatores b\u00e1sicos a representa\u00e7\u00e3o dos sons fon\u00e9ticos e sua compreens\u00e3o escrita. O letramento est\u00e1 mais vinculado a uma compreens\u00e3o mais profunda da linguagem escrita em que o leitor se apropria dos aspectos culturais e simb\u00f3licos de uma sociedade, neste sentido ele pode se articular em rela\u00e7\u00e3o a escrita de uma forma mais profunda, compreendendo met\u00e1foras, assuntos impl\u00edcitos e contextualiza\u00e7\u00f5es de diversas ordens.<\/p>\n\n\n\n<p>Estes dois n\u00edveis de conhecimento diante da linguagem escrita &#8211; alfabetiza\u00e7\u00e3o e letramento &#8211; s\u00e3o transferidos, nos dias de hoje para a tecnologia de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o, onde em face da cultura digital, podemos estar alfabetizados ou letrados.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido, estar alfabetizado na cultura digital \u00e9 poder compreender os aparatos b\u00e1sicos da informatiza\u00e7\u00e3o como e mails, rede social e pesquisas em sites de conte\u00fados. Em um n\u00edvel mais profundo o letrado digital pressup\u00f5e assumir mudan\u00e7as nos modos de ler e escrever os c\u00f3digos e sinais verbais e n\u00e3o verbais, como imagens e desenhos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No \u00e2mbito da cultura digital e, por conseguinte, do letramento digital, os educadores precisam se ater no fato que a pr\u00e1xis da linguagem se faz em uma amplia\u00e7\u00e3o de dimens\u00f5es, no sentido que n\u00e3o passa somente pelas linguagens verbais e sim em uma amplitude que inclui as linguagens sonoras e imag\u00e9ticas. Nesta nova dimens\u00e3o lingu\u00edstica se processa a linguagem das crian\u00e7as e adolescentes que pende para atos de significa\u00e7\u00f5es. Dentro deste complexo de linguagens os professores se tornam articuladores, propondo projetos pedag\u00f3gicos que valorizem a constru\u00e7\u00e3o coletiva de textos e informa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Neste artigo vimos que a tecnologia digital da informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o transpassa o ambiente escolar e prop\u00f5e novas formas de aprendizados representadas nos objetos digitais de aprendizados, mas tamb\u00e9m refor\u00e7a olhares pedag\u00f3gicos revolucion\u00e1rios e vision\u00e1rios que j\u00e1 estavam no contexto hist\u00f3rico da educa\u00e7\u00e3o, principalmente na educa\u00e7\u00e3o voltada para a linguagem. Estes olhares, que possuem um profundo senso social, coletivo e humanista, est\u00e3o nos pressupostos te\u00f3ricos de Paulo Freire, C\u00e8lestin Freinet, Bakhtin, Vygotsky entre outros. Portanto, o \u00e2mbito educacional hoje, acima de uma esfera puramente tecnicista, demanda um olhar libert\u00e1rio e de senso social. A proposta tecnol\u00f3gica sem uma base filos\u00f3fica humanista resulta est\u00e9ril e vazia&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>FERREIRO, Em\u00edlia; TEBEROSK Ana, A Psicologia da L\u00edngua Escrita. Porto Alegre: Artes M\u00e9dicas, 1985<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>TAPSCOTTI, Don, Gera\u00e7\u00e3o Digital. S\u00e3o Paulo Macron Books, 1999<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>XAVIER A. C. S. Letramento digital e ensino \u2013 N\u00facleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologia Educacional, UFPE.<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste artigo discutiremos as possibilidades das ferramentas digitais no ensino, centrando-se no conceito de objeto digital de aprendizagem, e na sua contribui\u00e7\u00e3o em uma educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o linear atravessada por uma gama complexa Inter e trans.&hellip;<\/p>\n<p><a class=\"readmore\" href=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/objetos-digitais-de-aprendizagem\/\">Read More<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-304","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-educacao-basica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/304"}],"collection":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=304"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/304\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":305,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/304\/revisions\/305"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=304"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=304"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=304"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}