{"id":291,"date":"2020-11-18T00:01:00","date_gmt":"2020-11-18T00:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=291"},"modified":"2020-11-06T12:37:14","modified_gmt":"2020-11-06T12:37:14","slug":"como-melhorar-sua-proposta-didatica-por-meio-da-musica-e-arte-em-geral","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/como-melhorar-sua-proposta-didatica-por-meio-da-musica-e-arte-em-geral\/","title":{"rendered":"Como melhorar sua proposta did\u00e1tica por meio da m\u00fasica e arte em geral"},"content":{"rendered":"\n<p>Este artigo ir\u00e1 tratar das linguagens art\u00edsticas enquanto m\u00eddias comunicativas, com fun\u00e7\u00f5es de contribuir para melhoria das propostas did\u00e1tica em que se reveste a pr\u00e1xis escolar.<\/p>\n\n\n\n<p>A arte, neste artigo, ser\u00e1 focalizada na sua fun\u00e7\u00e3o comunicativa e consequentemente expressiva. Neste foco, abra-se um rol de possibilidades de trabalho com arte, principalmente no apoio de outros projetos disciplinares.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A m\u00fasica como linguagem expressiva e art\u00edstica faz parte, juntamente com as outras artes, da comunica\u00e7\u00e3o humana e, portanto ela \u00e9 um meio de comunica\u00e7\u00e3o, podendo ser designada como m\u00eddia. No \u00e2mbito geral das artes as m\u00eddias se dividem em imag\u00e9ticas e sonoras e escritas. A m\u00fasica na sociedade pode ser designada de m\u00eddia escrito-sonora por ter a partitura escrita que age com fun\u00e7\u00e3o comunicativa; a fotografia a pintura e escultura podem ser designadas como m\u00eddias imag\u00e9ticas; o teatro, o cinema, o audiovisual e a dan\u00e7a, podem ser designados como multim\u00eddias, por haver nestas propostas art\u00edsticas v\u00e1rias formas de express\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o, guardadas suas especificidades. Nas m\u00eddias puramente escritas abordaremos mensagens po\u00e9ticas, liter\u00e1rias e jornal\u00edsticas em uma analise da criatividade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Falaremos de uma maneira panor\u00e2mica de todas estas m\u00eddias com intuito de criar um rol de instrumentos pedag\u00f3gicos para o trabalho em sala de aula. Abordaremos o sentido l\u00fadico, criativo e interdisciplinar destes conte\u00fados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>M\u00eddia sonora<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nesta m\u00eddia, o foco ser\u00e1 dado sobre a m\u00fasica, pois \u00e9 a arte que tem como sua principal mat\u00e9ria prima, o som, e \u00e9 por meio do som que os compositores buscam refinar cada vez mais sua express\u00e3o comunicativa. O teatro, o cinema, a dan\u00e7a e os demais audiovisuais tamb\u00e9m se utilizam do som, mais muitas vezes se utilizam do som como um fator expressivo espec\u00edfico, para isso recorrem a m\u00fasica composta especialmente para um projeto multim\u00eddia. Neste sentido o m\u00fasico que comp\u00f5e para uma apresenta\u00e7\u00e3o musical utiliza os mesmos princ\u00edpios t\u00e9cnicos que um m\u00fasico que comp\u00f5es para teatro, dan\u00e7a ou cinema, o que muda \u00e9 a proposta comunicativa.<\/p>\n\n\n\n<p>A m\u00fasica \u00e9 uma express\u00e3o art\u00edstica de quadros da vida cotidiana e das paix\u00f5es humanas, tanto na m\u00fasica popular e erudita. No trabalho com m\u00fasica \u00e9 preciso ir um pouco mais al\u00e9m da percep\u00e7\u00e3o das letras, pois a letra \u00e9 o suporte po\u00e9tico do material musical. O material estritamente musical se revela no sons e seus elementos: melodia, ritmo e harmonia. Estes elementos s\u00e3o comunicados e expressos somente por meio de sons sem a utiliza\u00e7\u00e3o das palavras.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, \u201cao trabalhar com m\u00fasica nas escolas \u00e9 preciso lidar com elas enquanto tal, o que implica em primeiro lugar ouvi-la, fru\u00ed-la at\u00e9 cant\u00e1-la para apossar-se dela enquanto m\u00fasica\u201d (PENTEADO, 2002 P.168).&nbsp; Todas estas a\u00e7\u00f5es do perceber e fazer musical s\u00e3o importantes para que o envolvimento com esse tipo de linguagem possa acontecer para al\u00e9m do envolvimento espont\u00e2neo que acontece nas experi\u00eancias cotidianas.<\/p>\n\n\n\n<p>Posteriormente a esta experi\u00eancia sonora ser\u00e1 preciso verificar sentimentos, emo\u00e7\u00f5es, ideias que foram provocadas pelo conte\u00fado musical. E preciso estar atento para as diferen\u00e7as de resultados subjetivos provocados pela m\u00fasica entre os alunos e a troca que pode ser feita destes sentimentos em uma conversa que pode ser feita posteriormente a audi\u00e7\u00e3o musical ou at\u00e9 textos que podem ser produzidos ap\u00f3s ou durante a audi\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O efeito musical provocado por uma m\u00fasica difere de pessoa para pessoa, pois o ouvinte traz suas experi\u00eancias de vida para somar com a atividade perceptiva, o que resulta em uma polissemia, pluralidade de significados. Toda a arte \u00e9 poliss\u00eamica por conter muita informa\u00e7\u00e3o, mas existem significados que est\u00e3o nos fundamentos de uma obra, neste caso \u00e9 preciso que o professor\/a no papel de mediador, conduzir os alunos a compreens\u00e3o do significado inserido na obra.&nbsp;<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Proposta contempor\u00e2nea de educa\u00e7\u00e3o musical<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Hans Joachim koellreutter foi um dos principais educadores dentro de um espectro contempor\u00e2neo e atuante no Brasil. Este &#8211; m\u00fasico, pensador e educador alem\u00e3o radicado no Brasil &#8211; desenvolveu muitas concep\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias em torno da educa\u00e7\u00e3o musical e que muito se enquadra para a utiliza\u00e7\u00e3o nos espa\u00e7os escolares. Koellreutter jamais considerou a educa\u00e7\u00e3o musical apenas como meio para a aquisi\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas e procedimentos necess\u00e1rios a realiza\u00e7\u00e3o musical. Sua abordagem \u00e9 focada para o porque da m\u00fasica e sua import\u00e2ncia na vida humana.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta vis\u00e3o a m\u00fasica \u00e9 vista como um instrumento para uma educa\u00e7\u00e3o interior, da subjetividade, dos sentimentos, da singularidade e da consci\u00eancia do eu. Nas palavras deste educador as culturas de massa constitu\u00eddas por uma pluralidade de indiv\u00edduos cuja consci\u00eancia do eu e cujo senso de responsabilidade individual vem sendo reduzido ao m\u00ednimo, \u00e9 preciso uma educa\u00e7\u00e3o musical que desenvolva a personalidade do jovem como um todo. No sentido de despertar as faculdades de percep\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o, concentra\u00e7\u00e3o, de trabalho em equipe, discernimento anal\u00edtico e cr\u00edtica (H-J, Koellreutter, 1998, p. 43). Para este educador a arte musical possibilita um dinamismo de trabalho em sala de aula que envolve os aspectos l\u00fadico, criativo e expressivo.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Proposta pr\u00e1tica multimidi\u00e1tica para realizar em sala de aula &#8211; composi\u00e7\u00e3o de uma trilha sonora.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Prazo de realiza\u00e7\u00e3o: de vinte a trinta dias<\/p>\n\n\n\n<p>Quantidade de alunos que pode ser atendido: de vinte a cinquenta alunos.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Primeiro passo<\/strong>: Conceitua\u00e7\u00e3o de trilha sonora. M\u00fasica e sons especialmente compostos para uma narrativa seja cinema, teatro ou at\u00e9 conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias. Esta m\u00fasica e sons precisam levar em conta as demandas sonoras da hist\u00f3ria, sua ambienta\u00e7\u00e3o e seu contexto de \u00e9poca.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Segundo passo<\/strong>: Escolha um conto liter\u00e1rio que n\u00e3o seja muito longo e conte para os alunos.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Terceiro passo<\/strong>: proponha com os alunos uma discuss\u00e3o sobre o contexto hist\u00f3rico do conto para descobrir que m\u00fasica poderia entrar como tema deste conto, considerando. \u00c9poca: ano, costumes, cultura;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ambienta\u00e7\u00e3o: meio urbano, campo, floresta.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;G\u00eanero: Suspense terror, com\u00e9dia, aventura, romance.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quarto passo<\/strong>: Divis\u00e3o de tarefas por grupos<\/p>\n\n\n\n<p>Grupo 1 &#8211; Narra\u00e7\u00e3o e realiza\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria: Escolher que vai fazer a fala da narra\u00e7\u00e3o e dos personagens. Se a hist\u00f3ria tiver muita narra\u00e7\u00e3o, neste caso, escolha v\u00e1rios narradores. Um aspecto que deve ser lembrado \u00e9 que a narra\u00e7\u00e3o e as falas devem ser pausadas para sincronizar e n\u00e3o misturar com a m\u00fasica e os efeitos sonoros.<\/p>\n\n\n\n<p>Grupo 2 \u2013 Respons\u00e1vel pelos temas musicais: Dentro da narra\u00e7\u00e3o e realiza\u00e7\u00e3o de hist\u00f3ria pode haver v\u00e1rias m\u00fasicas, cada um pode ficar encarregado da entrada de uma m\u00fasica. Cada aluno pode emitir a m\u00fasica por meio de um celular ou outro dispositivo sonoro. Ser\u00e1 preciso orientar os alunos que a m\u00fasica n\u00e3o pode ser alta de volume para n\u00e3o atrapalhar a fala dos colegas.<\/p>\n\n\n\n<p>Grupo 3 \u2013 Respons\u00e1vel pelos efeitos sonoros: Os efeitos sonoros n\u00e3o s\u00e3o m\u00fasicas, s\u00e3o efeitos que imitam alguma demanda sonora do conto. Por exemplo, se no conto houver uma cena com chuva, ser\u00e1 preciso que entre algum efeito que imite a chuva. Pode ser utilizados chocalhos, folhas de papel ou de Raios-X que possam imitar os sons de uma chuva ou trov\u00e3o. Neste caso entra a criatividade dos professores e alunos.<\/p>\n\n\n\n<p>Se a sala de aula for muito numerosa os professores podem propor tr\u00eas ou quatro projetos de trilhas sonoras com contos diferentes e de diferentes g\u00eaneros. Neste caso esta estrutura dividida em tr\u00eas grupos ser\u00e1 composta para cada projeto.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quinto passo<\/strong>: Estipular um prazo para o desenvolvimento. Durante este prazo a cada encontro pode-se ouvir dos alunos sobre o andamento das tarefas e realizar mais debates sobre o conto e seus desdobramentos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sexto passo: <\/strong>Apresenta\u00e7\u00e3o do projeto. Esta apresenta\u00e7\u00e3o pode ser gravada, colocada em um blog e outros recursos que o professor\/a achar necess\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta proposta pode ser realizada presencialmente ou online. No caso de um processo online ser\u00e1 preciso verificar os recursos de tela e sons das plataformas de ensino a distancia e pensar se ser\u00e1 preciso utilizara grupos menores para cada projeto e propor um n\u00famero maior de projetos. Estipular tamb\u00e9m datas diferentes para a apresenta\u00e7\u00e3o de cada projeto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo abordou temas musicais e art\u00edsticos que podem contribuir na elabora\u00e7\u00e3o de uma atividade por meio do desenvolvimento do conceito de m\u00eddia. O foco principal tratado neste texto foi dado \u00e0 m\u00eddia sonora, mas que se desdobra em outras m\u00eddias em uma abordagem mais ampla. Posteriormente, abordaremos as especificidades de outras m\u00eddias e as possibilidades de outros projetos coletivos.&nbsp;<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>BRITO T. A. Koellreutter Educador \u2013 O Humano Como Objetivo da Educa\u00e7\u00e3o Musical. S\u00e3o Paulo: Peir\u00f3polis, 2001.<\/p>\n\n\n\n<p>KOELLREUTTER, H. J. \u201cEduca\u00e7\u00e3o musical hoje, qui\u00e7\u00e1, amanh\u00e3\u201d, in: LIMA, Sonia A. (org.) Educadores Musicais de S\u00e3o Paulo: Encontros e reflex\u00f5es. S\u00e3o Paulo: Nacional, 1998, pp 39-45.<\/p>\n\n\n\n<p>LANGER Susanne K. Ensaios Filos\u00f3ficos. S\u00e3o Paulo: Cultrix, 1962.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PENTEADO H. D. Comunica\u00e7\u00e3o Escolar \u2013 Uma Metodologia de Ensino. S\u00e3o Paulo: Salesiana, 2002.<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este artigo ir\u00e1 tratar das linguagens art\u00edsticas enquanto m\u00eddias comunicativas, com fun\u00e7\u00f5es de contribuir para melhoria das propostas did\u00e1tica em que se reveste a pr\u00e1xis escolar. 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