{"id":289,"date":"2020-11-13T00:01:00","date_gmt":"2020-11-13T00:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=289"},"modified":"2020-11-06T12:34:38","modified_gmt":"2020-11-06T12:34:38","slug":"educacao-e-cultura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/educacao-e-cultura\/","title":{"rendered":"Educa\u00e7\u00e3o e Cultura"},"content":{"rendered":"\n<p>Este artigo visa \u00e0 discuss\u00e3o do tema, Cultura, e seus desdobramentos no \u00e2mbito pedag\u00f3gico. Muitas das dificuldades que atravessam o campo escolar s\u00e3o sociais e culturais, analisando fatores da rela\u00e7\u00e3o humana e comunicacional chegaremos a algumas conclus\u00f5es que est\u00e3o relacionadas com o choque e troca cultural. Analisando concep\u00e7\u00f5es de autores como, Umberto Eco, Mart\u00edn Barbero e Nestor Cancline, este artigo pretende propor para os professores um campo de trabalho que pode se tornar eficaz no entendimento de quest\u00f5es cognitivas e disciplinares.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para se ter um entendimento dos aspecto culturais que atravessam a sociedade atual \u00e9 importante mapear um caminho de an\u00e1lises. Primeiro se aproximar das discuss\u00f5es geradas por concep\u00e7\u00f5es em torno do tema \u201ccultura de massas\u201d o que \u00e9 demonstrado por Umberto Eco em seu livro \u201cApocal\u00edpticos e Integrados\u201d. Segundo analisar um fen\u00f4meno cultural que \u00e9 discutido tamb\u00e9m, que \u00e9 o surgimento do conceito de \u201ccultura hibrida\u201d analisado por Nestor Cancline e Mart\u00edn Barbero. A partir destes dois grandes eixos gerados pelas discuss\u00f5es da tem\u00e1tica cultural, compreender a din\u00e2mica cultural que \u00e9 vivenciada pelas crian\u00e7as e adolescentes, os fatores simb\u00f3licos que se deslocam a todo momento por fronteiras espaciais, virtuais e sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje pode se dizer que existe uma cultura mutante e esta muta\u00e7\u00e3o \u00e9 muito r\u00e1pida, os apelos simb\u00f3licos de uma m\u00fasica referente a uma determinada classe social ou grupo cultural s\u00e3o a todo o momento, transmutados. As m\u00fasicas, as imagens que representavam uma determinada causa social de um determinado segmento da sociedade em certo ano, em outro n\u00e3o representa mais.<\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo pretende esbo\u00e7ar algum caminho para a abordagem deste fen\u00f4meno din\u00e2mico da cultura.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;Cr\u00edtica \u00e0 cultura de massa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Umberto eco coloca na discuss\u00e3o sobre cultura de massa, primeiro focalizando para o progresso informativo que surgiu desde a inven\u00e7\u00e3o da imprensa depois para a revolu\u00e7\u00e3o industrial e o surgimento da cultura de massa. Posteriormente ele nos mostra dois grupos diferentes que acusam esse vi\u00e9s cultural. O primeiro grupo defende que a amplia\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o e conhecimento cultural em grande escala faz<strong> <\/strong>surgir<strong> <\/strong>uma cultura pobre e simpl\u00f3ria, neste caso o conhecimento n\u00e3o devia ser difundido, correndo o risco de se diluir em algo imitativo e sem valor. Existe nesta cr\u00edtica um vis\u00edvel elitismo aristocr\u00e1tico, revertendo-se a uma cr\u00edtica as massas e n\u00e3o somente a sua cultura. O segundo grupo com uma intens\u00e3o mais progressista desconfiam da cultura de massa, no sentido que nela se insere uma forma de poder intelectual capaz de levar os cidad\u00e3os a um estado de sujei\u00e7\u00e3o greg\u00e1ria, terreno f\u00e9rtil para qualquer aventura autorit\u00e1ria (ECO, 2011 p.37).<\/p>\n\n\n\n<p>A cr\u00edtica \u00e0 cultura de massas se refere por vezes mais especificamente aos meios midi\u00e1ticos como r\u00e1dio, TV, revistas e jornais. Alguma cr\u00edtica que se pode elencar para trabalhar na sala de aula seria:<\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8211; <\/em><em>Os Mass media (m\u00eddias) dirigem-se a um p\u00fablico heterog\u00eaneo, e especificam-se segundas \u201cm\u00e9dias de gosto\u201d evitando solu\u00e7\u00f5es originais<\/em><em>.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Nesta critica \u00e9 vis\u00edvel o que acontece em parte na atualidade. O p\u00fablico \u00e9 tomado como uma massa sem identidade ou representatividade. Neste sentido, podemos arriscar uma hip\u00f3tese que esta atua\u00e7\u00e3o de uma cultura massificada \u00e9 inicial e parcial porque existe um primeiro momento em que o p\u00fablico aceita passivamente uma moda, um programa televisivo ou uma m\u00fasica que tenha certo apelo forte. S\u00f3 que em um segundo momento, pode existir uma contrapartida do p\u00fablico, criticando esta proposta massificada e algumas vezes a proposta inicial veiculada pela m\u00eddia \u00e9 reformulada, estabelecendo uma esp\u00e9cie de um amplo di\u00e1logo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Defesa da cultura de massas&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na defesa da cultura de massas tamb\u00e9m existem dois grupos. Uns que se atem a um discurso simplista elucubrando o consumo, criando falsas no\u00e7\u00f5es filos\u00f3ficas do incremento das experi\u00eancias. Em contrapartida existem grupos que defendem a cultura de massas avaliando-a como uma cultura do povo, no sentido que se uma na\u00e7\u00e3o, seguindo ideais educacionais e libert\u00e1rios, prop\u00f5e democratizar o conhecimento, a cultura ser\u00e1 produzida e difundida em maior escala, portanto ser\u00e1 mais acess\u00edvel a todos e n\u00e3o a poucos.&nbsp;<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pontos de contato \u2013 Cultura H\u00edbrida<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Tanto na cr\u00edtica como na defesa da cultura de massas existem falhas que s\u00e3o importantes para uma an\u00e1lise. O erro dos discursos cr\u00edticos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cultura de massas est\u00e1 em afirmar que toda ind\u00fastria cultural estaria na contra m\u00e3o dos valores culturais, ou seja, a difus\u00e3o de qualquer produto cultural a uma escala industrial estaria fadada a um efeito massificador. A radicalidade desta afirma\u00e7\u00e3o vai de encontro com uma postura elitista, pois todo o produto cultural quem tem a intens\u00e3o de atingir um grande n\u00famero de pessoas passa por um processo de produ\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o em escala industrial. Quando esta cr\u00edtica toma este vi\u00e9s, se alia a discursos que defendem que os valores culturais s\u00e3o para poucos.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto \u00e9 preciso um olhar atento aos apologistas da cultura de massa, quando defendem que os produtos industrializados s\u00e3o positivos por proporcionarem um livre mercado. Nesta perspectiva errada o discurso dos defensores da massifica\u00e7\u00e3o ir\u00e1 desembocar em uma postura acr\u00edtica e vedada a qualquer reformula\u00e7\u00e3o, onde a cultura de massa \u00e9 v\u00e1lida por si s\u00f3.<\/p>\n\n\n\n<p>Vimos at\u00e9 aqui que o conceito cultural carrega uma grande complexidade, isso acontece por se tratar de um fen\u00f4meno humano que est\u00e1 condicionado as quest\u00f5es da comunica\u00e7\u00e3o humana, portanto com infinitas possibilidades e complexidades.<\/p>\n\n\n\n<p>A sa\u00edda desse labirinto conceitual n\u00e3o ser\u00e1 pela oposi\u00e7\u00e3o de ideias e sim pelo estabelecimento de pontos de contato. Neste sentido, podemos afirmar que o valor cultural n\u00e3o \u00e9 ditado ou dado pro algum grupo que det\u00e9m o poder do conhecimento e dos par\u00e2metros expressivos e art\u00edsticos, o valor cultural \u00e9 din\u00e2mico e coletivo. Neste caso, uma an\u00e1lise mais verdadeira sobre a cultura recai sobre os reveses do poder: A cultura n\u00e3o deve ser manipulada nem pelo poder midi\u00e1tico e nem pelo poder de uma hegemonia intelectual.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A cultura \u00e9 h\u00edbrida por ter uma din\u00e2mica intercambi\u00e1vel e pr\u00f3pria, ela produz novas linguagens, novos modos de falar, novos esquemas perceptivos. Artur Cancline adverte que as transforma\u00e7\u00f5es culturais n\u00e3o s\u00e3o decorrentes dos meios de comunica\u00e7\u00e3o e sim da urbaniza\u00e7\u00e3o, ele aponta o crescimento urbano como fator de um hibridismo cultural pelo fato de trazer popula\u00e7\u00f5es que anteriormente eram de regi\u00f5es rurais. Neste sentido vai existir nos grandes centros urbanos uma representatividade m\u00faltipla de etnias e grupos de v\u00e1rios segmentos, ampliando a oferta simb\u00f3lica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A cultura hibrida no dinamismo escolar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A hibridiza\u00e7\u00e3o da cultura pode ser analisada em sala de aula por meio do principal meio de comunica\u00e7\u00e3o, hoje, o celular. Como este meio pode fazer uma pessoa viva e aprenda culturas diversas proporciona a um morador rural, vivenciar acontecimentos urbanos e vice versa. Existe um v\u00ednculo cada vez mais estreito entre o p\u00fablico e o privado neste meio imaterial de comunica\u00e7\u00e3o. O espa\u00e7o p\u00fablico cedeu lugar \u00e0s tecnologias eletr\u00f4nicas fragmentando as representa\u00e7\u00f5es e simbolismos culturais. \u201cO uso das redes e m\u00eddias eletr\u00f4nicas facilitam a obten\u00e7\u00e3o de dados, visualizar gr\u00e1ficos e inova-los, simular o uso de pe\u00e7as e informa\u00e7\u00f5es, reduz a distancia entre concep\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o, conhecimento e aplica\u00e7\u00e3o informa\u00e7\u00e3o e decis\u00e3o\u201d (CANCLINE). O hibridismo cultural nos remete a dois fatores importantes para serem trabalhados em sala de aula:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8211; A perda de certas inst\u00e2ncias da aquisi\u00e7\u00e3o do conhecimento, no sentido que o caminho para o conhecimento se torna m\u00faltiplo<\/em>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Frente a um mosaico de acep\u00e7\u00f5es e ideais que circulam na internet o jovem pode elaborar seu sistema de valores de maneira aut\u00f4noma. O papel do professor diante desse aporte de hibridismo cultural ser\u00e1 o de mediador e orientador \u00e9tico no sentido de legitimar, juntamente com os alunos, as informa\u00e7\u00f5es e ideias que circulam nos meios atuais de comunica\u00e7\u00e3o, fundamentando em bases \u00e9ticas de valores humanistas.<\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8211; A perda da rela\u00e7\u00e3o da cultura com os territ\u00f3rios geogr\u00e1ficos e sociais e o resultado de uma nova produ\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A cultura din\u00e2mica e h\u00edbrida traz consigo uma descaracteriza\u00e7\u00e3o das representa\u00e7\u00f5es simb\u00f3licas de etnias, de grupos migrat\u00f3rios e tamb\u00e9m de segmentos sociais interferindo na constru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica dos sujeitos, tornando-o vulner\u00e1vel a uma objetiva\u00e7\u00e3o dos poderes de grandes grupos midi\u00e1ticos. Diante desse problema, o professor precisa trabalhar com seus alunos, atividades que visem a um mapeamento cultural por meio de trabalhos que valorizem suas origens culturais, estabelecendo rela\u00e7\u00f5es com familiares e comunidades. Projetos de saraus culturais e sociais s\u00e3o muito eficazes para estes objetivos.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este trabalho teve como meta estabelecer pontos de contato entre posicionamentos antag\u00f4nicos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cultura. A partir deste olhar construir propostas pedag\u00f3gicas baseada no cen\u00e1rio cultural atual. A complexidade do campo cultural traz a baila fatores da complexidade do campo social e que perpassam o \u00e2mbito escolar. \u00c9 preciso um olhar atento, da parte dos respons\u00e1veis pela educa\u00e7\u00e3o para um estabelecimento de um papel de orienta\u00e7\u00e3o \u00e9tica no intuito de conduzir os alunos em dire\u00e7\u00e3o a pr\u00e1ticas construtivas e humanistas.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>BILIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>CANCLINI, N\u00e9stor Garc\u00eda. Culturas H\u00edbridas &#8211; estrat\u00e9gias para entrar e sair da modernidade. Tradu\u00e7\u00e3o de Ana Regina Lessa e Helo\u00edsa Pezza Cintr\u00e3o. S\u00e3o Paulo: EDUSP, 1997. p.283-350: Culturas h\u00edbridas, poderes obl\u00edquos.<\/p>\n\n\n\n<p>ECO. U. Apocal\u00edpticos e Integrados. S\u00e3o Paulo: Perspectiva, 2011.<\/p>\n\n\n\n<p>MART\u00cdN-BARBERO, Jes\u00fas. Dos meios \u00e0s media\u00e7\u00f5es: comunica\u00e7\u00e3o, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2. Ed., 2003.<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este artigo visa \u00e0 discuss\u00e3o do tema, Cultura, e seus desdobramentos no \u00e2mbito pedag\u00f3gico. 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