{"id":279,"date":"2020-10-30T00:01:00","date_gmt":"2020-10-30T00:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=279"},"modified":"2020-10-09T14:32:17","modified_gmt":"2020-10-09T14:32:17","slug":"professor-escritor-e-produtor-cultural","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/professor-escritor-e-produtor-cultural\/","title":{"rendered":"Professor Escritor e Produtor Cultural"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo tem o objetivo de tornar mais vis\u00edveis os problemas que permeiam o cotidiano escolar, para auxiliar os professores na escrita de textos que se revestem de urg\u00eancia e prem\u00eancia, pois o ato de escrever est\u00e1 circunscrito na fala que ousa dizer o que ainda n\u00e3o est\u00e1 institucionalizado. Sublinho a fala antes da escrita, pois esta a\u00e7\u00e3o parte de significa\u00e7\u00f5es da linguagem, n\u00e3o cristalizadas em conceitos fechados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na escrita de um texto de qualquer segmento e g\u00eanero tem que haver algo desta fala uma pouco at\u00e9 idiossincr\u00e1tica, que alude e se insere em uma a\u00e7\u00e3o singular de trabalhar em prol das subjetividades.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, a partir de situa\u00e7\u00f5es de ensino, professores\/escritores precisam estar atentos em ao vi\u00e9s s\u00f3cio ideol\u00f3gico da linguagem (BAKHTIN). Neste sentido, ser um pesquisador de sujeitos que est\u00e1 envolvido na constru\u00e7\u00e3o de subjetividades e em suas hist\u00f3rias.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O foco principal deste artigo \u00e9 sugerir um caminho tem\u00e1tico para professores que desejam relatar suas experi\u00eancias e vivencias em artigos, livros e at\u00e9 em formas po\u00e9ticas e liter\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>A base que se instaura nesta proposta \u00e9 a problematiza\u00e7\u00e3o das situa\u00e7\u00f5es pedag\u00f3gicas, em uma linha de pensamento que se desenvolve, vinculada ao problema social.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste vi\u00e9s \u00e9 imprescind\u00edvel se desprender de objetos e conceitos prontos e centrar-se no individuo e sua singulariza\u00e7\u00e3o. Os temas que ser\u00e3o abordados funcionam como esp\u00e9cies de sugest\u00f5es para professores que querem desenvolve-los. Estes temas foram escolhidos mediante a uma an\u00e1lise de profundidade dos problemas que permeiam o ambiente escolar. Neste sentido a abordagem deste texto ser\u00e1 direcionada para a \u00e9tica na escola; autoridade e autonomia; rela\u00e7\u00e3o professor\/aluno; indisciplina; escola e diferen\u00e7a; como pensar a escolaridade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c9tica na escola&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para se come\u00e7ar a falar no conceito de \u00e9tica ser\u00e1 preciso uma pequena an\u00e1lise sobre a diferen\u00e7a entre singularidade e particularidade, pela urg\u00eancia de sublinhar estes fatores nas quest\u00f5es atuais. A diferen\u00e7a inserida entre estes dois polos nos remeter\u00e1 a quest\u00f5es de conforto e aliena\u00e7\u00e3o da sociedade atual.<\/p>\n\n\n\n<p>Na perspectiva de Richard Sennett (1988) \u201cmultid\u00f5es de pessoas est\u00e3o agora preocupadas, mais do que nunca, apenas com as hist\u00f3rias de suas pr\u00f3prias vidas e com suas emo\u00e7\u00f5es particulares; essa preocupa\u00e7\u00e3o tem demonstrado ser mais uma armadilha do que uma liberta\u00e7\u00e3o\u201d (p.17).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Podemos entender esta alega\u00e7\u00e3o, pelo fato de que a apreens\u00e3o da realidade n\u00e3o \u00e9 particular, ela depende de como as coisas do mundo s\u00e3o compartilhadas na sua profundidade e significa\u00e7\u00e3o. Compartilhar um aspecto ou a\u00e7\u00e3o de minha vida particular n\u00e3o \u00e9 significativo para uma tomada de consci\u00eancia coletiva sobre um determinado problema.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A particulariza\u00e7\u00e3o do nosso cotidiano \u00e9 uma das a\u00e7\u00f5es mais sutis do sistema capitalista e liberal em nossas vidas, pois ser particular nos transforma em pessoas individualistas com perspectivas estreitas, vendo qualquer apelo coletivo e comunit\u00e1rio com desaprova\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A particularidade suplanta a individualidade. Engolido pelos pap\u00e9is e pela imita\u00e7\u00e3o o individuo vive de estereotipias. A grande maioria dos homens modernos n\u00e3o \u00e9, portanto, individualidade, na medida em que acaba por tornar-se muda unidade vital de particularidade e genericidade (PATTO, 1999 p 174).<br><\/p>\n\n\n\n<p>Os professores que se prop\u00f5e a escrever e pesquisar sobre o cotidiano escolar, s\u00e3o colocados em um terreno que n\u00e3o propicia a intensa particulariza\u00e7\u00e3o da sociedade. Neste sentido n\u00e3o podem se deixar levar por quest\u00f5es particulares inscritas em contextos alienantes, pois precisam assumir um posicionamento cr\u00edtico diante do fato da vida privada ser um conte\u00fado bastante utilizado na mercantiliza\u00e7\u00e3o das redes sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Quanto a este estado de coisas do mundo atual, conclu\u00edmos com J\u00falio Groppa Aquino, \u201cque \u00e9 s\u00f3 a partir da a a\u00e7\u00e3o escolar org\u00e2nica (aquela voltada explicitamente aos conhecimentos historicamente acumulados, aos legados da ci\u00eancia, humanidades , artes e esportes) que o acesso \u00e0s informa\u00e7\u00f5es pode ter alguma utilidade, validade ou sentido\u201d (AQUINO 2000, p.46).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A escrita e a pesquisa escolar ou que parte de uma experi\u00eancia tem sempre estar relacionado com um cotidiano e com as singularidades dos sujeitos. Neste sentido, \u201ca sala de aula pode ser este lugar onde o pensamento se demora por um instante a fim de deglutir, ruminar e tomar coragem para rasgar experi\u00eancias repetidas, \u00c9 necess\u00e1rio fazer de tudo isso um campo de experimenta\u00e7\u00e3o e explicita\u00e7\u00e3o de humanidade que nos habita, e leva-las ao seu limite m\u00e1ximo, criando novas configura\u00e7\u00f5es humanas. Habitando, hoje, um mundo marcado pela velocidade e por uma vertiginosa exposi\u00e7\u00e3o de imagens, precisamos de um espa\u00e7o comum entre homens para nos relacionar (FRAN\u00c7A, 1996, p. 147).<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Aspecto social e ideol\u00f3gico da linguagem<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<p>A linguagem e a comunica\u00e7\u00e3o configuram-se como temas prop\u00edcios para muitos debates e alega\u00e7\u00f5es, pois&nbsp; est\u00e3o sempre presentes nas indaga\u00e7\u00f5es sobre as rela\u00e7\u00f5es sociais. Por meio da linguagem o ser humano evoluiu comunicando suas descobertas, suas afli\u00e7\u00f5es, seus desejos e sua hist\u00f3ria. O fundamento da linguagem que \u00e9 mais urgente para compreender as rela\u00e7\u00f5es que se instauram em um ambiente escolar \u00e9 seu aspecto hist\u00f3rico inserido no sujeito. A linguagem no \u00e2mbito escolar precisa ser analisada como uma troca entre sujeitos hist\u00f3ricos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quando professores precisam relatar uma situa\u00e7\u00e3o de ensino que versa sobre falas e textos dos alunos sobre algum assunto de fundo social, e estas coloca\u00e7\u00f5es dos alunos os chocam &#8211; ora por serem agressivas, ora por serem preconceituosas e destorcerem a realidade \u2013 ser\u00e1 preciso fazer uma an\u00e1lise social e ideol\u00f3gica do fato. No sentido de levantar os fatores ideol\u00f3gicos e sociais que perpassam estes textos e falas para delinear as motiva\u00e7\u00f5es que contribu\u00edram para seus posicionamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Na pesquisa educacional \u00e9 problem\u00e1tico quando se produz textos sem o dimensionamento social, pois parece que um evento ocorrido em uma situa\u00e7\u00e3o de ensino est\u00e1 desconectado do mundo, sem rela\u00e7\u00e3o com entornos sociais e econ\u00f4micos, sem rela\u00e7\u00e3o com lugares e sua cultura, ou seja, o evento se gere por si s\u00f3, o que \u00e9 imposs\u00edvel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em uma situa\u00e7\u00e3o onde se revela algum preconceito \u00e9 preciso saber que a maioria dos nossos preconceitos, tem na verdade um car\u00e1ter mediata ou imediatamente social: os assimilamos e os aplicamos atrav\u00e9s de media\u00e7\u00f5es a casos concretos. A particularidade do homem est\u00e1 vinculada a sistemas de preconceitos pelo fato de que na sociedade predominam \u201csistemas de preconceitos sociais estereotipados e estere\u00f3tipos de comportamento carregados de preconceitos\u201d (HELLER, 1972, p.50)<\/p>\n\n\n\n<p>Quando os professores intencionam se colocarem como escritores de experi\u00eancias e vivencias escolares&nbsp; vem a tona a necessidade da an\u00e1lise hist\u00f3rica dos fatos, para propor sa\u00eddas qualitativas e quantitativas para situa\u00e7\u00f5es problematizadas.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Pois na alega\u00e7\u00e3o de Vygotsk, todo fen\u00f4meno tem sua hist\u00f3ria e essa hist\u00f3ria \u00e9 caracterizada por mudan\u00e7as qualitativas e quantitativas (VYGOTSK, 1984).&nbsp;&nbsp;<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Rela\u00e7\u00e3o Professor\/aluno\/conhecimento &#8211; conclus\u00e3o<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<p>A tr\u00edade da rela\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica e um tema que se abre a muitas perspectivas dentro do cen\u00e1rio escolar. O pesquisador pode se ater na dimens\u00e3o do professor e seu papel como produtor e mediador de conhecimento e seu papel na sociedade como um todo que cobra do professor a forma\u00e7\u00e3o \u00e9tica que se espera para preparar uma sociedade futura com menos conflitos sociais e desigualdades.<\/p>\n\n\n\n<p>Os tr\u00eas fatores desta tr\u00edade se complementam nesta constru\u00e7\u00e3o futura na m\u00faltipla dimens\u00e3o do conhecimento \u2013 cognitiva, valorativa, atitudinal e procedimental &#8211; que se desdobram em graus e capacidades de entendimentos, valores coletivos e societ\u00e1rios, atitudes construtivas de professores e alunos diante do saber e procedimentos que valorizam o processo, a experi\u00eancia e a vivencia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Neste conjunto promovido pela rela\u00e7\u00e3o tr\u00edplice escolar, vislumbramos um futuro realmente \u00e9tico para a sociedade futura, onde a rela\u00e7\u00e3o escolar \u00e9 participativa da constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade que ter\u00e1 maior representatividade em rela\u00e7\u00e3o a extratos sociais e pautas identit\u00e1rias.&nbsp; Neste sentido, a escola ainda \u00e9 o laborat\u00f3rio de uma sociedade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os trabalhos de pesquisas sobre os tr\u00eas atores da rela\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica e suas devidas reformula\u00e7\u00f5es s\u00e3o necess\u00e1rios para professores de gera\u00e7\u00f5es futuras e alunos. Centrados nas acep\u00e7\u00f5es de Paulo Freire que supera a no\u00e7\u00e3o de aluno como objeto da educa\u00e7\u00e3o no centro do processo educativo, o professor que pretende desenvolver um trabalho de pesquisa e produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado te\u00f3rico e vivencial, deve se inserir como mediador, criador, e articulador cultural dentro da rela\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>AQUINO J. G. Do Cotidiano a \u00e9tica e Seus Avessos. S\u00e3o Paulo: Summus, 2000.<\/p>\n\n\n\n<p>BRAND\u00c3O C. R. (org.) Repensando a pesquisa Participante. S\u00e3o Paulo: Brasiliense, 1999.<\/p>\n\n\n\n<p>FRAN\u00c7A S. A. M. (1998) Diferen\u00e7as e preconceitos: a efetividade da norma. In: Aquino, J. G. (org.) Diferen\u00e7as e Preconceitos na Escola: alternativas te\u00f3ricas e pr\u00e1ticas. S\u00e3o Paulo: Summus, pp139 -48.<\/p>\n\n\n\n<p>HELLER, A. O Cotidiano e a hist\u00f3ria. Petr\u00f3polis, Paz e terra, 1972.<\/p>\n\n\n\n<p>OLIVEIRA Zilma M. R, (Org.) A Crian\u00e7a e seu desenvolvimento \u2013 Perspectivas para se Discutir a Educa\u00e7\u00e3o Infantil. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2000.<\/p>\n\n\n\n<p>PATTO M.H.S. A Produ\u00e7\u00e3o do fracasso Escolar \u2013 Hist\u00f3rias de Submiss\u00e3o e Rebeldia. S\u00e3o Paulo: Casa do Psic\u00f3logo, 1999.<\/p>\n\n\n\n<p>SENNETT, R. (1988) o Decl\u00ednio do Homem P\u00fablico: as tiranias da intimidade. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras.<\/p>\n\n\n\n<p>VIGOTSKY, L. S. (1984) A Forma\u00e7\u00e3o Social da Mente. S\u00e3o Paulo, Martins Fontes. <br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo Este artigo tem o objetivo de tornar mais vis\u00edveis os problemas que permeiam o cotidiano escolar, para auxiliar os professores na escrita de textos que se revestem de urg\u00eancia e prem\u00eancia, pois o ato&hellip;<\/p>\n<p><a class=\"readmore\" href=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/professor-escritor-e-produtor-cultural\/\">Read More<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-279","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-educacao-basica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/279"}],"collection":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=279"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/279\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":280,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/279\/revisions\/280"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=279"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=279"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=279"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}