{"id":277,"date":"2020-10-28T00:01:00","date_gmt":"2020-10-28T00:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=277"},"modified":"2020-10-09T14:21:43","modified_gmt":"2020-10-09T14:21:43","slug":"procedimentos-educacionais-em-rede-e-nao-lineares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/procedimentos-educacionais-em-rede-e-nao-lineares\/","title":{"rendered":"Procedimentos Educacionais em Rede e n\u00e3o Lineares"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Resumo<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo consiste em uma an\u00e1lise dos procedimentos educacionais, para extrair novas perspectivas para o professor. Diante das mudan\u00e7as vis\u00edveis e tang\u00edveis da sociedade atual ser\u00e1 preciso uma mudan\u00e7a radical nos paradigmas de abordagens educacionais. O enfoque anal\u00edtico deste artigo, busca na cr\u00edtica dos procedimentos lineares da educa\u00e7\u00e3o construir novos processos de a\u00e7\u00e3o educacional. Estes processos est\u00e3o embasados nos procedimentos em rede de organiza\u00e7\u00e3o did\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os procedimentos em rede de educa\u00e7\u00e3o s\u00e3o recursos onde o professor sobrep\u00f5e \u00e0s inst\u00e2ncias decis\u00f3rias &#8211; planejamento, execu\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o &#8211; do processo de ensino\/aprendizagem. No sentido que estas inst\u00e2ncias s\u00e3o produzidas concomitantes com o ensino\/aprendizagem, dentro do processo das aulas. Isto porque, neste tipo de a\u00e7\u00e3o o professor\/a possibilita a intera\u00e7\u00e3o com os alunos, j\u00e1 na produ\u00e7\u00e3o das metas de ensino.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;No modo de atua\u00e7\u00e3o linear existem cis\u00f5es entre as a\u00e7\u00f5es de planejar, executar e avaliar. Isso acontece quando, na fase do planejamento o professor constr\u00f3i quest\u00f5es e responde por estas em um momento destitu\u00eddo de qualquer intera\u00e7\u00e3o, pois \u00e9 separado do processo de ensino\/aprendizagem.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Posteriormente nos momento de execu\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o j\u00e1 na presen\u00e7a dos alunos, vem \u00e0 tona certa imobilidade de todo o processo, pois o professor construiu o seu planejamento sobre perfis estanques dos alunos cristalizados no planejamento sem muitas vezes se atentar para muitas intera\u00e7\u00f5es que poderiam surgir. Desta a\u00e7\u00e3o linear surge a dicotomia da educa\u00e7\u00e3o tradicional, professor ensina\/aluno aprende. Isto porque o professor delimitou claramente algumas inst\u00e2ncias decis\u00f3rias dentro de uma demarca\u00e7\u00e3o temporal, onde os alunos n\u00e3o participam.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;O problema ir\u00e1 recair na execu\u00e7\u00e3o de um plano que n\u00e3o se adapta as situa\u00e7\u00f5es reais de uma sala de aula e em uma avalia\u00e7\u00e3o que n\u00e3o alcan\u00e7a as expectativas do professor e do aluno. Com esta apresenta\u00e7\u00e3o cr\u00edtica de uma realidade escolar ainda percept\u00edvel, este artigo ir\u00e1 mostrar o desenvolvimento dos procedimentos em rede de educa\u00e7\u00e3o onde se busca privilegiar as in\u00fameras intera\u00e7\u00f5es que fazem do ensino uma atividade viva e em constante muta\u00e7\u00e3o. Este procedimento possui um grau positivo de aplicabilidade em aulas online, pois a internet j\u00e1 se configura em rede.<\/p>\n\n\n\n<p>As cr\u00edticas levantadas neste artigo levam em conta as dificuldades de autonomia do professor\/a em rela\u00e7\u00e3o ao programa oficial. O que se prop\u00f5e \u00e9 uma mudan\u00e7a de perspectiva, n\u00e3o vendo o programa oficial como uma \u201ccamisa de for\u00e7a\u201d e sim como um mapa. Esta nova rela\u00e7\u00e3o com o programa oficial busca observar:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; O exerc\u00edcio da autonomia do professor que, juntamente com seus alunos, se corresponsabilizam nas decis\u00f5es de trabalho definidoras de seus percursos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; A viv\u00eancia de um programa de ensino enquanto \u201cprofessor cidad\u00e3o\u201d e \u201calunos cidad\u00e3os\u201d, comprometidos com decis\u00f5es de trabalho did\u00e1tico tomadas de maneira compartilhada.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; A constitui\u00e7\u00e3o numa oportunidade de estudo e aprimoramento tamb\u00e9m para o professor, resultando na constru\u00e7\u00e3o de um conhecimento e de uma cultura cada vez mais elaborada (PENTEADO, P.192).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&#8211; <strong>Problemas dos processos did\u00e1ticos Lineares<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Todo o esquema de planejamento did\u00e1tico \u00e9 embasado em tr\u00eas eixos: Objetivos, conte\u00fados e procedimentos de ensino. O planejamento parte da pergunta \u201co que fazer? Neste sentido, planeja-se que a\u00e7\u00e3o tomar em certa ordem linear. Primeiro se elenca os objetivos que s\u00e3o fundamentados nas perguntas \u201cpor que fazer\u201d e \u201cpara que fazer\u201d. Segundo se tra\u00e7a um plano de execu\u00e7\u00e3o sobres as perguntas o que focalizar? e com que fazer?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Estas quest\u00f5es est\u00e3o na base da constru\u00e7\u00e3o do conte\u00fado que o professor desenvolve elencando temas e subtemas dentro de certo \u00e2mbito de autonomia.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;Junto com o plano de execu\u00e7\u00e3o est\u00e1 a metodologia, embasada nas quest\u00f5es. Como fazer? Com que fazer? com que recursos?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por ultimo se analisa os reflexos e resultados de todo o processo e o que foi alcan\u00e7ado por meio da avalia\u00e7\u00e3o. E ainda se procura reorganizar o processo de ensino corrigindo as rotas para adequar as expectativas. Em todo este processo subsiste sempre uma decis\u00e3o monocr\u00e1tica do professor\/a nos estabelecimentos dos objetivos e conte\u00fados, quase sem nenhuma intera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;As falhas neste processo linear de educa\u00e7\u00e3o s\u00e3o vis\u00edveis e palp\u00e1veis quando se avalia as expectativas alcan\u00e7adas, ou seja, o resultado apresentado pelos alunos, n\u00e3o se adequa com as expectativas do professor\/a. Resta ao docente reavaliar suas metas e corrigir suas rotas de forma in\u00f3cua, pois o processo j\u00e1 ocorreu. \u00c9 imanente a este ciclo vicioso o isolamento em que o professor\/a se coloca quando planeja uma a\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica, sem constru\u00ed-la conjuntamente com os alunos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&#8211; Atua\u00e7\u00e3o Complexa ou em Rede<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esta forma de atua\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica parte de um pressuposto que toda educa\u00e7\u00e3o \u00e9 um ato de comunica\u00e7\u00e3o embasado na interatividade e na significa\u00e7\u00e3o. Estes dois termos possuem grande abertura e abrang\u00eancia, pois interatividade sup\u00f5e constru\u00e7\u00f5es coletivas de conceitos e opini\u00f5es e significa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das dimens\u00f5es da linguagem onde os significados se movem no ato da fala e da oralidade. Um ambiente de interatividades e significa\u00e7\u00f5es pressup\u00f5e espa\u00e7os de debates e de expressividades. A forma de atua\u00e7\u00e3o em rede n\u00e3o se det\u00e9m na transmiss\u00e3o de conhecimento e sim caminha na dire\u00e7\u00e3o da reelabora\u00e7\u00e3o, da ressignifica\u00e7\u00e3o ou da constru\u00e7\u00e3o\/ produ\u00e7\u00e3o de novos significados.<\/p>\n\n\n\n<p>Na forma linear de racioc\u00ednio se pensa a partir de causalidades que \u00e9 a forma fundamental do pensamento cartesiano.&nbsp; Podemos comparar dois mecanismos diferentes, para termos uma ideia da diferen\u00e7a dos modelos lineares e dos modelos em rede. As m\u00e1quinas e os organismos.<\/p>\n\n\n\n<p>As m\u00e1quinas atuam em cadeias lineares de causa e efeito. Quando acontece alguma avaria, pode-se identificar uma causa \u00fanica para tirar conclus\u00f5es certeiras sobre o defeito apresentado. No caso dos organismos, onde podemos incluir o comportamento e a compreens\u00e3o humana, o funcionamento se da por meio de modelos c\u00edclicos de fluxo de informa\u00e7\u00e3o. Diante de algum problema no organismo \u00e9 irrelevante a identifica\u00e7\u00e3o de uma causa inicial, pois o problema n\u00e3o se deve a um fator \u00fanico, mas m\u00faltiplo (MARISA 2005 P 325). Esta perspectiva de situar o problema conectado a v\u00e1rios fatores \u00e9 o fundamento do modo de atua\u00e7\u00e3o em rede.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A compreens\u00e3o humana n\u00e3o se da a partir de uma \u00fanica cadeia de racioc\u00ednio, existem v\u00e1rios modos de compreender. Na acep\u00e7\u00e3o de Babin e kouloumdjian o conhecimento n\u00e3o se da de modo linear, mas se instala a partir de hip\u00f3teses, por ensaio e erro e faz uso de procedimentos objetivos e subjetivos que convivem e se inter-relacionam. N\u00e3o se limita a forma\u00e7\u00e3o de conceitos mais abriga arte jogo e fantasia (MARISA, 2005P. 325). Portanto n\u00e3o podemos ver o conhecimento como algo a ser alcan\u00e7ado e transmitido de uma forma linear e nem produzi-lo de uma forma isolada sem debate e sem coletividade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&#8211; Constru\u00e7\u00e3o de um planejamento aberto e interativo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em procedimento educacional em rede o planejamento \u00e9 processual as decis\u00f5es did\u00e1tico-pedag\u00f3gicas s\u00e3o tomadas ao longo do processo, em oposi\u00e7\u00e3o a um planejamento pontual\/formal fixado em um tempo antecedente a vivencia do processo educativo (PENTEADO 2002. P.15). Neste sentido \u00e9 um processo de comunica\u00e7\u00e3o escolar colaborativo e construtivo que se op\u00f5e a uma educa\u00e7\u00e3o baseada em processos de domina\u00e7\u00e3o\/subordina\u00e7\u00e3o, autorit\u00e1ria e pouco produtiva. Em um planejamento processual se busca a valoriza\u00e7\u00e3o das subjetividades dos alunos e n\u00e3o v\u00ea os alunos como objetos. Como Paulo Freire muito bem colocou em seu livro Educa\u00e7\u00e3o e mudan\u00e7a, uma educa\u00e7\u00e3o que refor\u00e7a o estado de objeto s\u00f3 no dep\u00f3sito do conhecimento n\u00e3o problematiza este estado e n\u00e3o faz as pessoas tornarem-se sujeitos (FREIRE, 1979, P.52).<\/p>\n\n\n\n<p>A constru\u00e7\u00e3o de um planejamento dentro da perspectiva em rede n\u00e3o parte de situa\u00e7\u00f5es previs\u00edveis, claras e precisas. No sentido que os objetivos t\u00eam que se prender necessariamente a expectativas quantitativas. \u00c9 preciso considerar as expectativas qualitativas que avaliam uma atividade pelo seu grau de vivencia e imers\u00e3o em uma determinada tem\u00e1tica e valorizam tamb\u00e9m o aspecto coletivo da proposta, no sentido de fortalecer a socializa\u00e7\u00e3o e os processos colaborativos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com estes apontamentos e cr\u00edticas a uma proposta educativa linear, podemos concluir que o professor\/a \u00e9 um mediador do saber, e hoje com o conjunto de saber, informa\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m desinforma\u00e7\u00e3o, que circula na internet ele precisa mais ainda ser um mediador. Mesmo antes da internet o saber sempre fez parte de um discurso j\u00e1 constitu\u00eddo e o professor\/a \u00e9 um dos polos da rela\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica que faz a transi\u00e7\u00e3o deste saber. Portanto o lugar deste saber ningu\u00e9m o ocupa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSe o di\u00e1logo dos estudantes for com o saber e com a cultura corporificada nas obras, e, portanto, com a pr\u00e1xis cultural, a rela\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica revela que o lugar do saber se encontra sempre vazio e que por este motivo todos podem igualmente aspirar, porque n\u00e3o pertence a ningu\u00e9m\u201d (CHAU\u00cd, 1989 P. 69).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>AQUINO J. G. Do Cotidiano Escolar \u2013 Ensaios Sobre a \u00c9tica e Seus Avessos, S\u00e3o Paulo: Summus, 2000.<\/p>\n\n\n\n<p>BABIN, P., KOLOUMDJIAN,M.F. Os Novos Modos de Compreender. S\u00e3o Paulo: Paulinas, 1989.<\/p>\n\n\n\n<p>CHAU\u00cd, M S. (1989) O que \u00e9 ser educador hoje? Da arte \u00e0 ci\u00eancia: a morte do educador. In: Brand\u00e3o, C R. (org.) O Educador. Vida e Morte. 9 ed. Rio de Janeiro: Graal, pp. 51-70<\/p>\n\n\n\n<p>FONTERRADA, M. T. O, De Tramas e Fios: Um Ensaio Sobre M\u00fasica e Educa\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora UNESP, 2005.<\/p>\n\n\n\n<p>FREIRE, P Educa\u00e7\u00e3o e Mudan\u00e7a, S\u00e3o Paulo: Editora Paz e Terra, 1979.<br><\/p>\n\n\n\n<p>PENTEADO H D. Comunica\u00e7\u00e3o Escolar \u2013 Uma Metodologia de Ensino. S\u00e3o Paulo: Editora Salesiana, 2002.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo&nbsp; Este artigo consiste em uma an\u00e1lise dos procedimentos educacionais, para extrair novas perspectivas para o professor. 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