{"id":267,"date":"2020-10-09T00:01:00","date_gmt":"2020-10-09T00:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=267"},"modified":"2020-10-03T02:10:36","modified_gmt":"2020-10-03T02:10:36","slug":"projetos-didaticos-com-utilizacao-de-temas-culturais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/projetos-didaticos-com-utilizacao-de-temas-culturais\/","title":{"rendered":"Projetos Did\u00e1ticos com Utiliza\u00e7\u00e3o de Temas Culturais"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Resumo&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo focaliza para dois instrumentos metodol\u00f3gicos e did\u00e1ticos, utilizados para aumentar os resultados positivos de uma a\u00e7\u00e3o educativa. A abordagem de ensino que se utiliza de projetos pedag\u00f3gicos e o uso de temas culturais para melhorar o aprendizado de um determinado conte\u00fado. Estes dois recursos s\u00e3o eficazes em estabelecer vivencias que ir\u00e3o beneficiar a compreens\u00e3o de um conte\u00fado, pois s\u00e3o recursos que oferecem maior grau de envolvimento dos alunos. Tamb\u00e9m proporcionam uma a\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica inclusiva por haver nestas propostas fatores que requerem a\u00e7\u00f5es racionais, te\u00f3ricas, pr\u00e1ticas, art\u00edsticas, expressivas e l\u00fadicas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Projetos did\u00e1ticos e temas culturais na educa\u00e7\u00e3o s\u00e3o duas propostas que se complementam, pois a constru\u00e7\u00e3o de um projeto pedag\u00f3gico, mesmo que se trate de um conte\u00fado de hist\u00f3ria, por exemplo, requer a utiliza\u00e7\u00e3o de temas culturais para descrever um contexto hist\u00f3rico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o de temas culturais que possuem expressividades nas artes pode ser um recurso descritivo do momento hist\u00f3rico, e n\u00e3o uma mera ilustra\u00e7\u00e3o, pois cultura e sociedade s\u00e3o indissoci\u00e1veis. Neste sentido, construir um projeto pedag\u00f3gico, pressup\u00f5e a utiliza\u00e7\u00e3o de uma tem\u00e1tica cultural e o professor\/a precisa estar aberto aos aspectos que s\u00e3o inerentes a uma a\u00e7\u00e3o cultural como criatividade, ludicidade e expressividade. Estes aspectos podem se transformar em uma sa\u00edda criativa para temas que s\u00e3o muito racionais e abrir portas para a\u00e7\u00f5es mais inclusivas e abrangentes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&#8211; Import\u00e2ncia Cultural da Arte <\/strong><strong>\t<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Cultura e arte possuem rela\u00e7\u00f5es muito estreitas em todas as sociedades. Estas rela\u00e7\u00f5es fazem parte da linguagem de uma coletividade. Algumas civiliza\u00e7\u00f5es t\u00eam formas de artes mais conectadas a a\u00e7\u00f5es m\u00edticas e religiosas, outras envolvem as artes com as suas legisla\u00e7\u00f5es ou as mesclam nos racioc\u00ednios cient\u00edficos. Existe, por\u00e9m, um tra\u00e7o comum \u00e0s atribui\u00e7\u00f5es do status da arte &#8211; a arte como registro mais fiel dos vislumbres interiores e dos sentimentos.&nbsp; Como um fator cultural e subjetivo, a arte \u00e9 subjacente ao desenvolvimento humano, social e individual. O decl\u00ednio \u00e9tico de uma sociedade deve-se a vulgariza\u00e7\u00e3o da arte, entendendo vulgariza\u00e7\u00e3o como uma perda de seu significado coletivo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;A import\u00e2ncia cultural da arte se deve principalmente ao seu aspecto coletivo e todo educador precisa estar ciente que a coletividade est\u00e1 na base de todo saber. A arte nasce desta base comunit\u00e1ria, como John Dewey elucidou \u201c\u00e9 a extens\u00e3o do poder dos ritos e cerim\u00f4nias, que une os seres humanos aos incidentes e cenas da vida, atrav\u00e9s de uma celebra\u00e7\u00e3o conjunta: assim torna-os conscientes de sua liga\u00e7\u00e3o uns com os outros, em origem e destino\u201d.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&#8211; Desenvolvimento e significado da Express\u00e3o&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A palavra express\u00e3o possui dois significados principais. Em um sentido significa auto express\u00e3o, ato de dar vas\u00e3o aos nossos sentimentos. Relaciona-se como sintoma do que sentimos. A auto express\u00e3o se configura como uma rea\u00e7\u00e3o a uma situa\u00e7\u00e3o real e presente como um evento, as pessoas com que estamos \u00e0s coisas que os outros dizem ou o efeito que o tempo nos causa (LANGER, P.84)<\/p>\n\n\n\n<p>Em outro sentido, por\u00e9m, a express\u00e3o pode significar a apresenta\u00e7\u00e3o de uma ideia neste caso n\u00e3o h\u00e1 a utiliza\u00e7\u00e3o de uma rea\u00e7\u00e3o sintom\u00e1tica e sim o uso de s\u00edmbolos. Sejam estes s\u00edmbolos palavras, gestos sons ou imagens. Esta express\u00e3o simb\u00f3lica, que todo artista faz uso, estende nosso conhecimento para al\u00e9m do campo da nossa experi\u00eancia real (LANGER, P85).<\/p>\n\n\n\n<p>A narrativa de uma hist\u00f3ria o encadeamento dos fatos e o ato de elencar os acontecimentos para a feitura de um livro, conto ou um audiovisual j\u00e1 pertencem a uma express\u00e3o conceitual. Esta express\u00e3o tem como instrumento a linguagem, nesta forma de express\u00e3o existe a todo o momento conex\u00f5es com o pensamento. Seria imposs\u00edvel haver pensamento sem linguagem e sem palavras. Portanto a organiza\u00e7\u00e3o de uma narrativa est\u00e1 configurada como o nosso pensamento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nas tr\u00eas formas de express\u00e3o \u2013 auto express\u00e3o, express\u00e3o simb\u00f3lica e express\u00e3o conceitual- existem fatores subjetivos que s\u00e3o muito dif\u00edceis de expressar. Como \u00e9 o caso dos sentimentos e emo\u00e7\u00f5es. A express\u00e3o e emo\u00e7\u00f5es e sentimentos escapam da l\u00f3gica conceitual da linguagem, o trabalho de expressar sentimentos e emo\u00e7\u00f5es de formas cada vez mais vivenciais est\u00e1 a cargo das linguagens art\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n<p>Como vimos acima que uma narrativa se organiza por meio da linguagem resultando em uma express\u00e3o conceitual, esta por si s\u00f3 n\u00e3o basta para ser uma obra de arte, \u00e9 preciso expressar os sentimentos e emo\u00e7\u00f5es que est\u00e3o por tr\u00e1s desta narrativa. A proposta art\u00edstica de expressar subjetividades \u00e9 necess\u00e1ria at\u00e9 na elabora\u00e7\u00e3o de um document\u00e1rio, se caso tenha-se a intens\u00e3o de provocar uma rea\u00e7\u00e3o nos espectadores.<\/p>\n\n\n\n<p>Na elabora\u00e7\u00e3o de um projeto pedag\u00f3gico em sala de aula e necess\u00e1rio os professores\/as levar em conta estas diferen\u00e7as nos graus de expressividades. Pois qualquer projeto pedag\u00f3gico envolve, comunica\u00e7\u00e3o e expressividade.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&#8211; Cultura e m\u00eddias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Come\u00e7ando este t\u00f3pico \u00e9 importante salientar, que vivemos em um tempo de mudan\u00e7as de conceitos e express\u00f5es diante do crescimento do meio medi\u00e1tico. A antiga express\u00e3o \u201ccultura de Massas\u201d foi substitu\u00edda pelo termo \u201cCultura de M\u00eddias\u201d.&nbsp; Com isso o papel do receptor sofreu uma grande mudan\u00e7a n\u00e3o estando mais em um lugar somente passivo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os meios de comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o agem de forma unidirecional sobre o receptor, e sim este age sobre os meios midi\u00e1ticos e recebe destes meios o retorno de sua a\u00e7\u00e3o. Existe, portanto uma troca, aparentemente e supostamente democr\u00e1tica. Podemos lan\u00e7ar uma hip\u00f3tese que existem relativas democracia e autonomia pela constata\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a, da parte dos meios medi\u00e1ticos da internet, de um sistema sofisticado de algoritmos e intelig\u00eancia artificial que nos coloca em um tipo de relativa passividade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Esta nova passividade nos oferece a autonomia de pesquisar quaisquer conte\u00fados e tamb\u00e9m produzir, mas n\u00e3o nos d\u00e1 a total autonomia de manipular estes meios midi\u00e1ticos, porque o sistema informativo de internet se auto gerencia e converte toda informa\u00e7\u00e3o em valor monet\u00e1rio, para a parcela da sociedade que det\u00e9m maior poder acion\u00e1rio sobre as redes sociais e as v\u00e1rias plataformas de vendas.<\/p>\n\n\n\n<p>Fora esta falta de autonomia absoluta, hoje o usu\u00e1rio medi\u00e1tico n\u00e3o est\u00e1 sujeito as decis\u00f5es dos canais de TV. Existe hoje um sujeito ativo e participante, que insere sua experi\u00eancia com os meios de comunica\u00e7\u00e3o na rede de suas inter-rela\u00e7\u00f5es sociais, reelaborando-as, ressignificando-as e at\u00e9 reconstruindo-as.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje as redes sociais \u00e9 o novo meio de comunica\u00e7\u00e3o e o professor precisa estar em uma posi\u00e7\u00e3o de produtor de conte\u00fado e n\u00e3o como a maioria das pessoas, mergulhado e imerso a nova ordem medi\u00e1tica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Sugest\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Produzir e books em conjunto com os alunos<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Elaborar um site ou blog de constru\u00e7\u00e3o de hipertextos<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Elaborar um canal de debates ou revista eletr\u00f4nica<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Projetos e novas estrat\u00e9gias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto did\u00e1tico \u00e9 um bom instrumento pedag\u00f3gico e traz boas possibilidades de trabalho&nbsp; na rede pelo seu formato. O projeto em torno de um tema possibilita mais envolvimento dos alunos, pois trabalha com o conhecimento de uma forma multidimensional e poliss\u00eamica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O fator multidimensional est\u00e1 circunscrito nas diferentes formas de abordar este conhecimento por meio de um projeto. Por exemplo: sobre o tema \u201cpreconceito racial\u201d. Eu posso designar um grupo de alunos para pesquisas jornal\u00edsticas, outros para a elabora\u00e7\u00e3o de uma pe\u00e7a teatral, outros para pesquisas de v\u00e1rios perfis, musical, hist\u00f3ricas, imag\u00e9ticas, po\u00e9ticas e liter\u00e1rias. Cada grupo de trabalho ter\u00e1 uma abordagem e contato com o conte\u00fado de forma diferente, possibilitando um mosaico de ideias e saberes. Este tipo de trabalho traz tamb\u00e9m a possibilidade de adequa\u00e7\u00f5es dos alunos a suas pr\u00f3prias limita\u00e7\u00f5es, considerando as variadas dificuldades de aprendizagens existentes nos meios escolares. Existe tamb\u00e9m a possibilidade da vivencia e imers\u00e3o na tem\u00e1tica, que s\u00e3o fatores decisivos para um salto qualitativo em compara\u00e7\u00e3o com uma educa\u00e7\u00e3o baseada em quantificar a intelig\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto did\u00e1tico vai de encontro com a investiga\u00e7\u00e3o e a inventividade infantil quando se tem um foco sistem\u00e1tico sobre a representa\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica. Este foco espec\u00edfico no simbolismo infantil \u00e9 mais utilizado para crian\u00e7as dentro de uma faixa et\u00e1ria de 5 a 6 anos. Estes trabalhos por projetos visam a ajudar crian\u00e7as pequenas a extrair um sentido mais profundo e completo de eventos e fen\u00f4menos de seu pr\u00f3prio ambiente e de experi\u00eancias que mere\u00e7am a sua aten\u00e7\u00e3o. S\u00e3o encorajadas a tomar suas pr\u00f3prias decis\u00f5es e a fazerem suas pr\u00f3prias escolhas geralmente em coopera\u00e7\u00e3o com seus colegas, sobre o trabalho a ser realizado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00a0A realiza\u00e7\u00e3o de projetos e cultura s\u00e3o a\u00e7\u00f5es sociais que est\u00e3o na base das rela\u00e7\u00f5es humanas e por consequ\u00eancia, precisam estar nas rela\u00e7\u00f5es educacionais. O conhecimento ocidental sofreu muitas divis\u00f5es e especializa\u00e7\u00f5es, tornando o saber que antes era totalizado e unit\u00e1rio e um saber fragmentado, um exemplo disto foi o \u201cquadrivium\u201d que na idade m\u00e9dia unificava a m\u00fasica as mat\u00e9rias exatas. Posteriormente o conhecimento foi sendo separado em compartimentos estanques, quase anulando suas interliga\u00e7\u00f5es. Uma educa\u00e7\u00e3o que faz com que crian\u00e7as e adolescentes descubram rela\u00e7\u00f5es entre as v\u00e1rias \u00e1reas do conhecimento \u00e9 verdadeiramente edificante e construtiva. A pedagogia baseada em projetos possibilita este horizonte.<br> <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo&nbsp; Este artigo focaliza para dois instrumentos metodol\u00f3gicos e did\u00e1ticos, utilizados para aumentar os resultados positivos de uma a\u00e7\u00e3o educativa. 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