{"id":253,"date":"2020-09-25T00:01:00","date_gmt":"2020-09-25T00:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/?p=253"},"modified":"2020-09-02T10:58:16","modified_gmt":"2020-09-02T10:58:16","slug":"papel-da-musica-na-sociedade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/papel-da-musica-na-sociedade\/","title":{"rendered":"Papel da M\u00fasica na Sociedade"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo discute o papel da m\u00fasica em um sentido amplo n\u00e3o somente como fun\u00e7\u00e3o social. A m\u00fasica pode se definir e ser representada n\u00e3o necessariamente como tendo uma fun\u00e7\u00e3o na sociedade e sim como uma particularidade dentro de outras inst\u00e2ncias. A m\u00fasica percebida \u00e9 parte de um todo sensorial ou espectro sens\u00f3rio, a m\u00fasica na sociedade pode ser parte de um espectro mais amplo da expressividade. No sentido que para os povos origin\u00e1rios n\u00e3o existe uma separa\u00e7\u00e3o forte e demarcada entre m\u00fasica, festa, dan\u00e7a e at\u00e9 jogo. Veremos neste artigo como as defini\u00e7\u00f5es dos lugares da m\u00fasica contribu\u00edram para uma vis\u00e3o estreita sobre ela e como as regras t\u00e1citas e institu\u00eddas que recaem sobre as manifesta\u00e7\u00f5es culturais dos povos, podem se tornar nocivas para a sua pr\u00f3pria inventividade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;A palavra definir est\u00e1 entre dois imperativos: Indicar o verdadeiro sentido e estabelecer limites, duas a\u00e7\u00f5es que podem ser bastante antag\u00f4nicas. Em se tratando de m\u00fasica a a\u00e7\u00e3o de definir seria indicar o verdadeiro sentido da m\u00fasica e ao mesmo tempo estabelecer seus limites. Na raiz da linguagem, no que diz respeito \u00e0 m\u00fasica, j\u00e1 existe muitos condicionantes na indica\u00e7\u00e3o de um \u00fanico sentido, no estabelecimento de limites e na pr\u00f3pria palavra m\u00fasica. A origem etimol\u00f3gica da palavra m\u00fasica vem de <em>musas<\/em>, um mito da cosmogonia grega, e que mesmo culturas e etnias que n\u00e3o fazem parte e nem vivenciam esta mitologia, s\u00e3o enquadradas nesta raiz descritiva.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A m\u00fasica faz parte da a\u00e7\u00e3o humana em culturas milenares em toda parte do mundo. Este artigo discutir\u00e1 o quanto a m\u00fasica, uma atividade milenar, est\u00e1 sequestrada por defini\u00e7\u00f5es que empobrecem sua amplitude e estreita seus lugares institu\u00eddos. Neste sentido, investigaremos o quanto as defini\u00e7\u00f5es de m\u00fasica na nossa sociedade come\u00e7am por definir lugares, supremacias, etnocentrismo, estratos sociais e expressivos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Defini\u00e7\u00f5es e Divis\u00f5es da Expressividade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O conhecimento estabelecido sobre a m\u00fasica e sua hist\u00f3ria sempre se construiu e se constr\u00f3i sobre duas for\u00e7as. Uma for\u00e7a conservadora exclusivista que elitiza este conhecimento art\u00edstico e musical, colocando-o sobre uma base cient\u00edfica no intuito de legitim\u00e1-lo. A\u00e7\u00e3o esta de duplo engano, pelo fato de tentar legitimar um ideal est\u00e9tico com uma explica\u00e7\u00e3o que n\u00e3o cabe para tal alega\u00e7\u00e3o, e por crer e fazer crer que a ci\u00eancia \u00e9 incontest\u00e1vel, ou seja, \u00e9 uma inst\u00e2ncia do conhecimento humano que possui um carimbo legitimador.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o se quer dizer com esta constata\u00e7\u00e3o, que a atribui\u00e7\u00e3o de legitimidade a ci\u00eancia n\u00e3o seja l\u00edcito, ou que a ci\u00eancia n\u00e3o explica os fen\u00f4menos, n\u00e3o investiga com incessantes estudos. O que se aponta e se sublinha, \u00e9 o efeito nocivo do conhecimento fechado e institu\u00eddo, que est\u00e1 inserido na pr\u00e1xis musical, resultando no fomento de supostas superioridades culturais.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A outra for\u00e7a esta plasmada e circunscrita, em escritos e a\u00e7\u00f5es que discute o que est\u00e1 institu\u00eddo, de maneira problematizada, aberta a toda complexidade. Esta for\u00e7a possui o germe de uma constante renova\u00e7\u00e3o e v\u00ea o mundo como n\u00e3o dado, n\u00e3o estabelecido e aberto. Como diz Paulo Freire em seu livro \u201cEduca\u00e7\u00e3o e Mudan\u00e7a\u201d, \u00e9 preciso uma reflex\u00e3o sobre o seu estar no mundo associada \u00e1 sua a\u00e7\u00e3o sobre o mundo, se n\u00e3o resulta na n\u00e3o transposi\u00e7\u00e3o dos limites que lhe s\u00e3o impostos pelo pr\u00f3prio mundo (Freire, p.16).<\/p>\n\n\n\n<p>Revendo e avaliando estas duas for\u00e7as ou concep\u00e7\u00f5es, come\u00e7aremos por olhar para o que est\u00e1 estabelecido no que concerne primeiro aos lugares de percep\u00e7\u00e3o e express\u00e3o musical. Veremos ent\u00e3o, alguns pontos conflitantes que se sucederam na evolu\u00e7\u00e3o da linguagem musical.<\/p>\n\n\n\n<p>A percep\u00e7\u00e3o sonora ou escuta, faz parte de um espectro sensorial geral, quando percebemos um fen\u00f4meno. Este espectro \u00e9 dividido em sons, imagens, cheiros, gostos e texturas t\u00e1teis. O desenvolvimento das t\u00e9cnicas e teorias art\u00edsticas separou relativamente este espectro, sugerindo por meio da pr\u00f3pria linguagem art\u00edstica que em uma percep\u00e7\u00e3o ou frui\u00e7\u00e3o visual exista somente o apelo vis\u00edvel ou em uma audi\u00e7\u00e3o de um concerto musical instrumental, exista s\u00f3 o aspecto sonoro a ser analisado. Esquecemos muitas vezes dos gestos dos musicistas, que s\u00e3o t\u00e1teis em sua fun\u00e7\u00e3o, ou texturas t\u00e1teis em uma obra visual e sonora que s\u00e3o intens\u00f5es do artista contidas em sua arte.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Esta rigidez que foi colocada no desenvolvimento das linguagens art\u00edsticas e na separa\u00e7\u00e3o entre elas, se converteu em um conhecimento cada vez mais especializado. Este saber muito marcado por uma linearidade t\u00e9cnica contribui para o surgimento de lugares tamb\u00e9m especializados. Esta separa\u00e7\u00e3o entre as artes levou a algumas rupturas art\u00edsticas, tanto na m\u00fasica como nas artes visuais. No sentido que alguns artistas visuais foram levados a contestar os museus, tanto em sua representatividade social como no limite de suas instala\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O museu necessitava de uma reinven\u00e7\u00e3o institucional de um processo discursivo reiterando normas e conven\u00e7\u00f5es. Neste sentido, ele se tornou um espa\u00e7o fechado e im\u00f3vel para o fluxo do discurso art\u00edstico.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;Neste mesmo vi\u00e9s, o compositor de m\u00fasica contempor\u00e2nea ir\u00e1 discutir a forma\u00e7\u00e3o das orquestras e o formato das salas de concerto, bem como o pr\u00f3prio concerto, como no caso de John Cage na composi\u00e7\u00e3o \u201c4.33\u201d. Compositor que apresentou uma composi\u00e7\u00e3o em que o interprete n\u00e3o tocava durante quatro minutos e trinta e tr\u00eas segundos. Este sil\u00eancio musical nos remete a uma \u00eanfase no espa\u00e7o consagrado a m\u00fasica, pois o \u00fanico som que se ouve nesta m\u00fasica \u00e9 som da sala de concerto representado por barulhos de cadeiras, tosses e outros sons resultantes de uma plateia ansiosa e provocada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Concluindo este t\u00f3pico, a discuss\u00e3o e o olhar para as formas de percep\u00e7\u00f5es, provocaram muitas mudan\u00e7as nas linguagens art\u00edsticas e na sua difus\u00e3o. Fez com que o artista repensasse a arte em termos de manipula\u00e7\u00f5es do seu material, seja ele, sonoro, t\u00e1til ou visual.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os Espa\u00e7os da M\u00fasica&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A continua\u00e7\u00e3o em vislumbrar o papel da m\u00fasica na sociedade vem seguindo o eixo ainda da percep\u00e7\u00e3o da m\u00fasica. O caminho em que a m\u00fasica se desenvolveu objetivando a sua difus\u00e3o e o seu melhor entendimento resultou nas constru\u00e7\u00f5es de espa\u00e7os destinados para a aprecia\u00e7\u00e3o musical. Falaremos agora desses espa\u00e7os nas acep\u00e7\u00f5es materiais e simb\u00f3licas. Desde a cria\u00e7\u00e3o dos teatros gregos j\u00e1 havia uma preocupa\u00e7\u00e3o com o estudo da ac\u00fastica, no intuito de melhorar a propaga\u00e7\u00e3o dos sons, principalmente o sons vocais, posteriormente vieram os romanos que desenvolveram um sistema mais complexo do estudo da ac\u00fastica, nos teatros ao ar livre.<\/p>\n\n\n\n<p>Os teatros fechados presentes nas culturas gregas e romanas tinham o nome de <em>odea<\/em>. Passou-se na idade m\u00e9dia, a aprecia\u00e7\u00e3o musical para as igrejas, musica que fazia parte do culto. As catedrais davam \u00f3timos efeitos de reverbera\u00e7\u00e3o, principalmente para as m\u00fasicas polif\u00f4nicas. Com a evolu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica da m\u00fasica surgiu a primeira casa de \u00f3pera em Veneza, em 1637. Posteriormente no s\u00e9culo XVIII, surgiram as salas de concerto. Foi a partir desta \u00e9poca que surgiram salas espec\u00edficas para m\u00fasica e ao mesmo tempo os compositores come\u00e7aram a escrever m\u00fasicas espec\u00edficas para estes lugares (Long, 2006). A partir no s\u00e9culo XIX seguindo a revolu\u00e7\u00e3o industrial, a salas de concerto aumentam de tamanho e devido \u00e0 altura do teto, ocasiona grandes reverbera\u00e7\u00f5es sonoras, influenciando as composi\u00e7\u00f5es do estilo cl\u00e1ssico. O efeito reverberado do som proporciona um efeito grandioso e celestial \u00e0 m\u00fasica, fato que lembra a idade m\u00e9dia, onde o mesmo efeito era proporcionado na m\u00fasica polif\u00f4nicas do per\u00edodo g\u00f3tico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A esfera grandiosa em que \u00e9 colocada a m\u00fasica nesta trajet\u00f3ria trafega ao lado do campo mitol\u00f3gico e religioso, ou seja, o cosmog\u00f4nico e o teol\u00f3gico. Podemos ver que tanto os espa\u00e7os das igrejas como os espa\u00e7os destinados a m\u00fasica carregam este campo imaterial cosmog\u00f4nico e teol\u00f3gico. Podemos concluir com isso que os espa\u00e7os culturais e religiosos trazem consigo a \u00e1urea simb\u00f3lica. A arquitetura religiosa guarda uma rela\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica com uma concep\u00e7\u00e3o cosmog\u00f4nica e esta rela\u00e7\u00e3o, garante o poder significante dos templos. Para o religioso o espa\u00e7o n\u00e3o \u00e9 cont\u00ednuo ou homog\u00eaneo, h\u00e1 rupturas e h\u00e1 espa\u00e7os mais significativos do que outro (Oliveira, 2010). H\u00e1 um espa\u00e7o sagrado, e por consequ\u00eancia, forte e significativo, e h\u00e1 outros espa\u00e7os n\u00e3o-sagrados e por consequ\u00eancia, sem estrutura e sem consist\u00eancia, em suma, amorfos (Eliade, 1970 p.35)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Import\u00e2ncia Cultural da M\u00fasica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para situar a m\u00fasica dentro da cultura, seguiremos este intuito de esbo\u00e7ar o papel da m\u00fasica em uma vis\u00e3o ampla saindo agora da esfera sacralizada de uma cultura etnoc\u00eantrica. Vimos at\u00e9 aqui como este universo de consagra\u00e7\u00f5es definiu o lugar de m\u00fasica em uma evolu\u00e7\u00e3o linear e ocidentalizada. Mas \u00e9 de suma import\u00e2ncia, lembrar que cultura e a m\u00fasica n\u00e3o pertencem somente a esta \u00fanica sacraliza\u00e7\u00e3o. Cultura e m\u00fasica s\u00e3o particularidades que pertencem a inst\u00e2ncias humanas e tamb\u00e9m sagradas, s\u00f3 que em um universo bem mais amplo. Universo que abrange as formas culturais e musicais africanas, orientais, de culturas origin\u00e1rias e outras. N\u00e3o podemos definir cultura e nem m\u00fasica a partir de uma hist\u00f3ria evolutiva e linear que tem sempre como principal refer\u00eancia a cultura europeia.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nos termos antropol\u00f3gicos de Clifford Geertz, a cultura \u00e9 uma teia de significados tecida pelo homem. Portanto, cultura, n\u00e3o \u00e9 algo dado e indiscut\u00edvel. Nos dizeres de Paulo Freire, \u201ca cultura consiste em recriar e n\u00e3o em repetir\u201d (Freire, p.51). O estudo da m\u00fasica, enquanto teoria esteve a cargo da musicologia que sempre pesquisou a m\u00fasica tradicional europeia. A m\u00fasica oriental, amer\u00edndia, africana e popular pertence ao campo de etnomusicologia, considerada como estudos culturais por alguns estudiosos.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;Existe uma clara divis\u00e3o de espa\u00e7os e lugares nestas terminologias, a <strong>musicologia<\/strong> que estuda o sistema musical te\u00f3rico e hist\u00f3rico consubstanciado na m\u00fasica europeia e, portanto com mais legitimidade nos assuntos te\u00f3ricos e epist\u00eamicos musicais. E a <strong>etnomusicologia, <\/strong>que pesquisa a m\u00fasica nas demais culturas n\u00e3o europeias com uma instrumentalidade europeia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O termo <em>ethno musicology<\/em>, foi dado por Jaap kunst em 1950, mas ainda est\u00e1 sendo muito discutido pelos limites de seus objetos de estudo.&nbsp; O que levanta a seguinte quest\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>A musicologia deve estudar somente os termos te\u00f3ricos e a evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da m\u00fasica ocidental?<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Esta quest\u00e3o nos deixa entrever que o prefixo <em>etno<\/em> tem a fun\u00e7\u00e3o de legitimar lugares, em tornar clara a descontinuidade da m\u00fasica no sentido que existem m\u00fasicas mais v\u00e1lidas que outras.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>ELIADE, M. O Sagrado e o Profano: A Ess\u00eancia das Religi\u00f5es. Lisboa: Livros do Brasil. 1970.<\/p>\n\n\n\n<p>FREIRE, P. Educa\u00e7\u00e3o e Mudan\u00e7a. Rio de Janeiro, Paz e Terra. 1979<\/p>\n\n\n\n<p>LONG, Marshal. Architectural Acoustics California: Elsevier. Academic Press 2006.<\/p>\n\n\n\n<p>OLIVEIRA, Daniela. A Produ\u00e7\u00e3o de Espa\u00e7o Sagrado na Arquitetura Contempor\u00e2nea \u2013 A Interpreta\u00e7\u00e3o da F\u00e9 Cat\u00f3lica a Partir do sec. XX 2010 2v,:il.<\/p>\n\n\n\n<p>TAKAHASCHI, Vanessa. Influ\u00eancia das Caracter\u00edsticas Arquitet\u00f4nicas na Qualidade Ac\u00fastica de Salas de Concerto. Campinas, SP [s. n.] 2010.<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:22% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"164\" height=\"164\" src=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-222 size-full\" srcset=\"https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome.png 164w, https:\/\/uniplenaeducacional.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Design-sem-nome-150x150.png 150w\" sizes=\"(max-width: 164px) 100vw, 164px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Pedro Guimar\u00e3es<\/strong>  &#8211; Mestre em m\u00fasica na \u00e1rea de Etnomusicologia pela UNESP. Professor de M\u00fasica e Arte Educador nas seguintes Institui\u00e7\u00f5es: Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI); Centro de Educa\u00e7\u00e3o Unificada da prefeitura (CEU); Faculdade Anhembi Morumbi; e Instituto Paulo Vanzolini (Forma\u00e7\u00e3o de Professores). M\u00fasico multi-instrumentista e compositor de trilha sonora.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo Este artigo discute o papel da m\u00fasica em um sentido amplo n\u00e3o somente como fun\u00e7\u00e3o social. 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